4 jun 2019

Categoria bancária aprova o plano de lutas para 2019

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Categoria aprova o plano de lutas para 2019]

O Plano de Lutas dos bancários da Bahia foi aprovado para o ano de 2019. A unanimidade    e o espirito de unidade da categoria está alinhada às pautas de lutas do Sindicato no enfrentamento ao governo ultraliberal de Jair Bolsonaro.

Os itens definidos são:

– Resistir ao governo Bolsonaro e sua agenda ultraliberal, conservadora e antidemocrática;

– Construir uma Frente ampla que lute em defesa do Estado, da democracia e dos direitos;

– Em defesa da educação Pública gratuita, laica e de qualidade;

– Defender os bancos públicos para um projeto de soberania;

– Lutar pelo emprego e pelas conquistas da CCT;

– Não à reforma da Previdência. Por uma Previdência pública que garanta aposentadoria, assistência social e o Sistema Único de Saúde;

– Reforçar a campanha ANFIP e FENAFISCO por uma reforma Tributária Solidária que reduza a cobrança sobre a classe trabalhadora e aumente a tributação sobre os mais ricos;

– Participar da Campanha Lula Livre;

– Combater toda forma de discriminação religiosa e/ou preconceito de raça, de gênero e de orientação sexual;

– Contra a precarização da atividade bancária, seja na jornada ou no funcionamento aos finais de semana;

– Estimular candidaturas no campo democrático-popular no processo eletivo;

– Combater o desemprego tecnológico.

As pautas serão o foco do Sindicato e de todos os bancários pelos próximos meses. O plano de luta é essencial para unificar a categoria.

Fonte: O Bancário

4 jun 2019

Projeto de soberania passa pelos bancos públicos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Projeto de soberania passa pelos bancos públicos]

Privatizar os bancos públicos é abrir mão de um projeto soberano de nação. É o que pensa o secretário geral da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, durante exposição na 21ª Conferência Interestadual dos Bancários da Bahia e Sergipe e o 13º Congresso do Sindicato dos Bancários da Bahia, no sábado (01/06), no Hotel Portobello, em Ondina, Salvador.


As estatais brasileiras têm sofrido ataques por parte do governo. Banco do Brasil, Caixa e BNB já sentem os reflexos do projeto neoliberal, apesar da intensa resistência do movimento sindical. Ainda é preciso mais. 


Emanoel Souza falou sobre a importância das instituições federais para o país. Lembrou que na crise de 2008, os bancos públicos tiveram fundamentais iniciativas, como a redução do spread bancário e isso permitiu irrigar o mercado com o crédito e fez com que a economia girasse. “Por isso passamos por uma marolinha. O Estado agiu”.  


Para o secretário geral da Feeb, os bancos públicos têm responsabilidade social, aplicam políticas públicas e são necessários por terem um papel de desenvolvimento. Por isso, a defesa das instituições é imprescindível. 


Emanoel destaca o que precisa ser feito para ampliar a mobilização contra a privatização dos bancos públicos. “Para ir além, temos de criar no bancário uma sensação de pertencimento, sobretudo, os mais jovens. Também necessitamos de uma frente ampla com envolvimento de diversos atores da sociedade”.

Fonte: O Bancário

4 jun 2019

A tecnologia e os impactos para a categoria bancária

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[A tecnologia e os impactos para a categoria bancária ]

No sistema financeiro, nos últimos anos, houve a intensificação do uso da tecnologia para transações bancárias. Mas, é preciso pensar como serão os bancos daqui a 10 anos. Quem fez a observação foi o presidente do Sindicato, Augusto Vasconcelos, durante a 21ª Conferência Interestadual dos Bancários da Bahia e Sergipe e o 13º Congresso da entidade, no sábado (01/06), no Hotel Portobello, em Ondina, Salvador.


Augusto Vasconcelos explicou que a 4ª Revolução Industrial tem ligação direta com a robótica, a inteligência artificial e o domínio da coisa se comunicando com outra coisa, a exemplo da BIA, a assistente artificial do Bradesco.


“É importante notar e instrumentalizar a opinião dos trabalhadores sobre o tema. Não podemos cair no fetichismo da tecnologia. As formas de organização do trabalho estão passando por uma profunda transformação. Houve a intensificação do processo de exploração. Uma espécie de uberização do mundo do trabalho”, afirmou o presidente do SBBA. 


Para ilustrar, Augusto Vasconcelos citou o caso do Citibank, primeiro banco a instituir o teletrabalho. À época, aumentou o grau de controle e exploração por parte das empresas e entre os empregados elevou consideravelmente o índice de adoecimento.


É preciso pensar no futuro da atividade bancária e de que forma a categoria vai se mobilizar diante dos avanços tecnológicos. Augusto Vasconcelos indagou que se a tecnologia produz mais riqueza porque os trabalhadores não têm acesso ao resultado produzido? Poucas pessoas se apropriam dele. 


Outra preocupação colocada na palestra foi o papel do Brasil diante do cenário. “O país está desmontando a sua fronteira tecnológica. As áreas em que há potencial para ter uma forte atuação têm sido desmontadas”.

Fonte: O Bancário

[Prioridade da campanha é a defesa do emprego ]

Com o reajuste salarial garantido, em função do acordo bianual fechado com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) em 2018, a campanha nacional dos bancários deste ano tem de ser em defesa do emprego e pela manutenção das conquistas da categoria.

A opinião sobre o que move a campanha dos bancários em 2019 é do presidente da Federação da Bahia e Sergipe, Hermelino Neto, durante explanação na 21ª Conferência Interestadual dos Bancários da Bahia e Sergipe e o 13º Congresso do Sindicato dos Bancários da Bahia, no sábado (01/06), no Hotel Portobello, em Ondina, Salvador.

Hermelino Neto justificou a fala com uma apresentação sobre a redução drástica no emprego bancário nos últimos anos. Houve queda de 732 mil para 468 mil trabalhadores, entre 1990 e 2017.

No recorte por empresa, o Banco do Brasil eliminou 17.913 postos de trabalho, entre setembro de 2012 e março de 2017. O Bradesco cortou 15.678 empregos, de março de 2012 a junho de 2016. Vale destacar que após a incorporação do HSBC, 10.766 vagas foram fechadas.

O Itaú extinguiu, de dezembro de 2010 a março deste ano, 17.818 postos e no Santander, entre o terceiro trimestre de 2012 e os três primeiros meses de 2019, houve redução de 6.888 empregos. 
Além da redução da mão de obra, os bancos também fecham agências no intuito de diminuir custos para aumentar a lucratividade. Houve uma reestruturação pesada. 

No Itaú, entre março de 2014 e o mesmo mês deste ano, 458 unidades físicas foram fechadas e 193 agências digitais abertas. No Banco do Brasil, que tem sofrido um processo de desmonte, 808 unidades enceraram as atividades, entre dezembro de 2014 e março de 2019.

No Bradesco, 743 agências fecharam as portas, de junho de 2016 a março de 2019. Já o Santander, no período de dezembro de 2012 a março deste ano, fechou 121 unidades. Na Caixa, 39 locais de trabalho deixaram de existir, entre março de 2017 e o mesmo mês de 2018. 

Diante dos números, da ofensiva do governo e do sistema financeiro, o presidente da Feeb diz que “temos de acumular forças para enfrentar todos estes desafios. É um clima de incerteza e insegurança também em relação as nossas conquistas, direitos e empregos. Por isso, precisamos nos mobilizar, conversar com todos os colegas”. 


Hermelino Neto reafirma que, a partir do momento que a Convenção Coletiva do Trabalho garante o reajuste salarial, decidimos lutar na campanha por outras questões, como emprego, bancos públicos, melhores condições de trabalho, segurança e igualdade de oportunidades, por exemplo.

Fonte: O Bancário


4 jun 2019

Bancários não aprovam a reforma da Previdência

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Bancários não aprovam a reforma da Previdência]

A imensa maioria dos bancários (88%) da base do Sindicato da Bahia é contra a reforma da Previdência. É o que mostra pesquisa feita pela entidade e apresentada pelo economista Vinícius Lins, durante palestra feita aos participantes da Conferência e do Congresso, no sábado (01/06).

O entendimento é que a proposta prejudica o trabalhador, dificultando o acesso à aposentadoria. Verdade. O projeto do governo Bolsonaro eleva a idade mínima para 65 anos – homens – e 62 anos – mulheres. Para receber o benefício integral, o cidadão terá de contribuir por 40 anos. 

Entre os bancários que responderam à consulta, 90,6% são contra essas mudanças. Para 72,3%, uma parcela mínima dos trabalhadores vai conseguir se aposentar com 100% do benefício e 72,6% acreditam que a população mais pobre e as mulheres serão as mais prejudicadas, caso a reforma seja aprovada nos moldes apresentados pelo governo.   

A maioria (94,6%) não concorda com a redução dos valores dos benefícios para os idosos mais pobres, assim como 96,4% acreditam que a reforma vai aumentar a desigualdade no Brasil. 
Os bancários também opinaram sobre a capitalização e 81,1% rejeitam. Por fim, 88% entendem que será pior para os mais pobres. O modelo reduz ainda mais o valor da aposentadoria, o que vai levar milhões de brasileiros à pobreza. Apenas os bancos serão beneficiados.

Fonte: O Bancário
 

4 jun 2019

A categoria apoia a defesa dos bancos públicos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[A categoria apoia a defesa dos bancos públicos]

O trabalho realizado pelo Sindicato em defesa dos bancos públicos tem efeito positivo na categoria. Entre os bancários que responderam à consulta, 86,9% acham muito importante a pauta sobre o desmonte das empresas. 
A entidade tem atuado em diversas frentes para chamar a atenção aos riscos de privatizar BB, Caixa e BNB.

Participando de sessões especiais na Bahia e outros estados do Nordeste, no Congresso Nacional em Brasília e também por de reuniões com parlamentares.

Sobre a principal fonte de informação, 73,7% disseram que utilizam o WhatsApp. Cerca de 1.800 bancários responderam à consulta, sendo que 79% trabalham em agências e 21% em departamentos. A maioria (87,7%) é sindicalizado. 

Quanto à faixa etária, 35,5% têm entre 31 e 40 anos e 30,2% tem acima de 50 anos. Os homens são maioria (57,2%) dentre os que responderam. As mulheres somam 42,8%. No quesito raça/cor, 52,7% se declara pardo, 34,5% branco e apenas 10,7% preta. 

A maioria dos que responderam à consulta pertence a Caixa – 28,9%. Em seguida vem o Banco do Brasil (23%), Bradesco (19,5%), Itaú (11,2%), BNB (5,4%), Santander (4,1%), Safra e Desenbahia (0,2%) e outros 7,4%. Dos cargos, 27,1% são gerentes, 21,7% são escriturário ou técnico bancário, 20,3% trabalham como caixa, 12,6% são coordenadores ou supervisores, 11,7% são analista ou assistente e 6,7% trabalham em outras funções. E 30% possuem mais de 25 anos trabalhando em banco. 


Categoria adoece mais


O ambiente de trabalho nas agências bancárias adoece cada vez mais os trabalhadores. A política baseada em metas é um dos problemas. A pesquisa feita pelo Sindicato dos Bancários da Bahia revela que 54,2% conhecem alguém que tomou medicamento e 65,6% usaram ou estão usando medicamento controlado nos últimos 12 meses. 

O diretor do SBBA, Emanuel Souza, acrescentou durante a apresentação que há 5 anos o índice de bancários que já tinha utilizado algum tipo de medicamento é de 17%. “Os dados são alarmantes sobre as doenças que acomete a categoria. Temos que continuar na luta para que os números diminuam.” acrescentou o diretor. 

Outros 61,8% se afastaram das atividades por motivo de saúde no mesmo período. Sinal de que o modelo de gestão adotado pelos bancos em atividade no país está equivocado e pode gerar problemas irreversíveis ao trabalhador. 

Fonte: O Bancário

4 jun 2019

Governo mente sobre Previdência Pública

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro é muito cruel. Desprotege o cidadão e beneficia apenas as empresas, sobretudo o sistema financeiro. O modelo de capitalização implode o pacto de solidariedade entre o Estado, empresa e trabalhador. A população vai empobrecer.

O alerta foi dado pela economista Ana Georgina Dias, durante palestra feita no Congresso e na Conferência, no sábado (01/06). A técnica do Dieese detalhou a estrutura do sistema previdenciário brasileiro e desmentiu os argumentos de que a Previdência consome todo o orçamento da União.

Segundo ela, o governo destina cerca de 42% de todos os recursos ao pagamento dos juros e à amortização da dívida pública. Ou seja, vai para o sistema financeiro. Outro fato que não contam, por exemplo, é que o agronegócio tem todas as contribuições para a Previdência desoneradas. E isso, claro, tem impacto nas contas. Outros dados reforçam o argumento da economista.

De acordo com a ANFIP (Associação Nacional dos Auditores Fiscais), em 2005, a Previdência obteve superávit de R$ 72,7 bilhões. Em 2011, o saldo positivo foi de R$ 76,1 bilhões, pulando para R$ 82,8 bilhões em 2012. Em 2015, ficou em R$ 11,7 bilhões.

Ana Georgina chamou atenção ainda para alto custo de transição de um sistema para outro. O governo também tenta esconder os resultados cruéis da reforma trabalhista, que prometeu gerar mais de 8 milhões de empregos, mas que, na prática, extinguiu mais de 1,2 milhão de postos de trabalho, elevando o número de desempregados para mais de 13 milhões.

Sem falar nos milhões de trabalhadores na informalidade. Cerca de 40% do mercado de trabalho hoje são informais. “Se esses trabalhadores tivessem emprego formal estariam contribuindo e ajudando a Previdência”, concluiu.

Fonte: O Bancário

Nas últimas duas décadas, 884 serviços prestados pelo setor privado – como saneamento, transporte, distribuição de água e energia, coleta de lixo foram reestatizados.

A crise da globalização instaurada desde 2008 produziu efeitos traumáticos diversos, gerando questionamentos, inclusive da rainha Elizabeth II que durante visita a uma das principais escolas inglesas de difusão do receituário neoliberal indagou, sem resposta, a respeito das razões do generalizado colapso creditício. Lembrando que não fossem as diversas iniciativas antiliberais adotadas pelos governos da época, a intensidade e profundidade da crise seriam ainda mais graves, apenas comparáveis à Depressão de 1929.

Nos Estados Unidos, por exemplo, somente o governo central chegou a comprometer 700 bilhões de dólares nas operações de estancamento da crise instalada no interior do setor privado. Do total de recursos públicos liberados, por exemplo, 36% foram para salvar os bancos, 12% para evitar a quebra generalizada do complexo automobilística e 10% para assegurar a solvência da seguradora AIG.

De lá para cá, silenciosa e gradualmente o Estado foi sendo recuperado em diversos países, outrora defensores do neoliberalismo e praticantes da privatização. Exemplos disso podem ser constatados em inúmeras empresas que foram reconvertidas em empresas públicas devido ao fracasso da privatização, como nos serviços públicos.

O Transnational Institute (TNI) sediado na Holanda contabilizou no período de 2000 a 2017, a reestatização de 884 serviços prestados pelo setor privado no mundo, sendo 83% delas transcorridos a partir da crise global (2008), sobretudo nos serviços essenciais como saneamento, transporte, distribuição de água, energia, coleta de lixo e outros.

A desprivatização que alcançou quase 60 países como os EUA, Alemanha, França, Índia, Moçambique, Canadá entre outros pode ser justificada pela constatação generalizada que as empresas privadas, ao priorizarem o lucro, terminaram por aumentar os preços e prestarem serviços insatisfatórios. Somente a reestatização dos serviços de saneamentoaconteceu em cerca de 270 cidades no mundo, como em Paris e Berlim.

Também tem importância ressaltar a reversão das experiências anteriores de privatização dos sistemas públicos de aposentadoria e pensão. Segundo a OIT, por exemplo, 2 países a cada 3 que adotaram regimes de capitalização previdenciária entre 1981 e 2014 terminaram abandonando-os devido à generalização dos impactos sociais e econômicos extremamente negativos (custos fiscais e administrativos elevados, valor decrescente das aposentadorias para patamar muito baixo, cobertura reduzida da população pela previdência privada e crescimento da desigualdade de renda e da pobreza entre os mais velhos).

No caso da atuação empreendedora do Estado, comprova-se ainda mais ao movimento de retomada das empresas estatais. Em 2015, por exemplo, cerca de 1/4 das 500 maiores empresas do mundo eram controladas pelo Estado, enquanto 10 anos antes (2005) não chegavam a 10%.

Atualmente, conforme a Revista Forbes de 2018, constata-se que entre as 10 maiores empresas do mundo por total de ativo 7 estatais. Quatro são bancos chineses, duas empresas de crédito imobiliário pertencem aos Estados Unidos e um é o conglomerado dos correios do Japão, cujo valor do total dos ativos supera em muitas vezes as empresas privadas como a Apple, Facebook, Amazon, Microsoft e outras.

Do total do PIB mundial, cerca de 1/10 depende diretamente das atividades desenvolvidas por empresas estatais situadas em vários setores como telecomunicações, transporte, energia, petróleo e gás e outras. Das 21 maiores empresas petrolíferas do mundo, por exemplo, 13 são estatais.

O avanço na retomada das estatais se generaliza em países de distintas realidades. Só na França, por exemplo, a quantidade de empresas controladas pelo Estado saltou de 830 na metade da década passada para 1,6 mil em 2015, ao passo que na Bolívia o processo de estatização consolidou o crescimento econômico e estabilidade política com 30 estatais respondendo por 40% do PIB nacional.

Já no caso alemão, a peculiaridade localiza-se na existência de quase 16 mil empresas públicas, cuja concentração em cerca de 90% delas nos governos locais suporta a geração de mais de 10% do PIB nacional, o quarto maior do mundo.

Em grande medida, o esforço de diversas nações em superar a crise global gerada pela adoção do receituário neoliberal pode ser compreendido pela emergência da revalorização do Estado e das empresas públicas. Ademais, a China, o país com a mais notável ascendência internacional recente chega a deter 150 mil empresas estatais, sendo 9,1 mil delas operando com sucesso em 185 países.

Apos ter registrado a privatização de mais de 120 empresas estatais desde 1990, os porta-vozes do dinheiro no Brasil seguem propagando acriticamente o contrário, sobretudo com ascensão do governo Temer e agora do de Bolsonaro que aplicam cegamente o receituário neoliberal.

A imposição recorrente da redução do Estado por meio da asfixia orçamentária nos serviços públicos e a adoção da privatização no setor produtivo estatal vêm acompanhadas do interesse governamental de tornar privado todo o sistema público de aposentadoria e pensão pela aprovação do regime de capitalização.

Neste cenário, o Brasil converte-se no próprio exemplo da jabuticaba internacional. Por força de um governo retrógrado e de elites portadoras dos interesses mais imediatos do dinheiro, ganha relevância na atualidade o equívoco de ultrapassada importação das medidas neoliberais pré-crise global de 2009 que, por serem amplamente fracassadas no exterior, terminaram sendo abandonadas.

Sem o Estado forte, não há registro de mercado eficiente.

*Marcio Pochmann é professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho, ambos da Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, Brasil.
e-mail: pochmann@unicamp.br

Fonte: Portal CTB

31 maio 2019

Forró dos Bancários dia 14 na AABB

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
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Os bancários de Itabuna na luta pela educação e contra a reforma da Previdência

Pela segunda vez em menos de um mês, os brasileiros saíram às ruas contra o projeto de destruição nacional representado por Jair Bolsonaro, que, em menos de seis meses no poder, colocou o Brasil em recessão, cortou 30% da educação, ameaçou professores e insultou a população ao deixar claro que não gosta de pobres; nas ruas, os brasileiros se mostram dispostos a não permitir a destruição completa do Brasil

247 – Pela segunda vez em menos de um mês, os brasileiros saíram às ruas contra o projeto de destruição nacional representado por Jair Bolsonaro, que, em menos de seis meses no poder, colocou o Brasil em recessão, cortou 30% da educação, ameaçou professores e insultou a população ao deixar claro que não gosta de pobres. Nas ruas, os brasileiros se mostram dispostos a não permitir a destruição completa do Brasil.

Fonte: Brasil 247