9 out 2019

Cresce o número de feminicídios no Brasil

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Cresce o número de feminicídios no Brasil]

A violência contra a mulher é uma realidade preocupante no Brasil e tem aumentado. A cada quatro minutos uma mulher é agredida. Na maioria dos casos, por pessoas próximas. Diariamente, 180 mulheres, em média, são estupradas, a maioria é negra. Os dados registram ainda crescimento na quantidade de crianças violentadas, muitas vezes por familiares ou conhecidos. 


Alta também de 4% nos casos de feminicídio entre 2017 e 2018. Foram registrados 2.357 crimes, o que significa uma vítima morta, por ser mulher a cada oito horas. Os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostraram que se comparado com 2015, ano que a Lei do Feminicídio foi criada, o aumento foi de 62,7%. As vítimas são negras na maioria dos casos (61%) e estudaram até o ensino fundamental (70,7%). 


Sobre os casos de lesão corporal dolosa relacionados à violência doméstica, o anuário aponta crescimento de 2017 para 2018, passando de 252.895 registros para 263.067. Segundo o relatório, o feminicídio está intimamente ligado à violência doméstica. No total, 88,8% das ocorrências são cometidas por parceiros ou ex-companheiros e em 65,6% os assassinatos acontecem na residência da vítima.


Para denunciar casos de violência contra as mulheres, ligue 180. A ligação para o Centro de Atendimento à Mulher é gratuita, confidencial e a denúncia funciona 24 horas por dia.

Fonte: O Bancário

Por Marcos Aurélio Ruy

Desde os anos 1990, o Outubro Rosa vem chamando a atenção para a necessidade de maior atenção à saúde da mulher. Lembrando que o mês ganhou essa cor para reforçar o controle do câncer de mama, o segundo de maior incidência sobre as mulheres no Brasil e no mundo, só perde para o câncer de pele não melanoma.

“Todas as conquistas dos últimos anos”, afirma Elgiane Lago, secretária de Saúde da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), “estão indo por água abaixo com os cortes promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro”.

De acordo com Elgiane, os retrocessos na saúde avançaram com o golpe de 2016 e ganham ênfase maior no atual governo. “O Ministério da Saúde tem projetos para passar o dinheiro público para empresas privadas de saúde e isso pode acabar com o SUS (Sistema Único de Saúde), o que liquida com a medicina preventiva e com os programas de atendimento à população”.

A começar pelo Teto de Gastos – Emenda Constitucional 95 -, que congela os investimentos públicos por 20 anos. “Temos assistido à queda de participação federal na saúde, como proporção na receita corrente líquida. Ela foi 15,77% em 2017, caiu pra aproximadamente 14% em 2018 e agora no orçamento de 2019 era 13,8%”, afirma o economista Francisco Funcia, assessor técnico do Conselho Nacional de Sáude para orçamento do SUS para a repórter Beatriz Mota, numa publicação da Fiocruz.

Ele explica ainda que esse parco recurso sofreu um corte de 3% pelo governo Bolsonaro. “O que é grave para estados e, principalmente, municípios. Um estudo que a gente fez mostra que os municípios aumentaram até 2,5 vezes a participação no financiamento da saúde no Brasil, entre os anos de 1991 e 2017. Eles participavam com 12% no total (1991) e passaram a participar com 31% (2017). E a contribuição da União, neste tempo, caiu de 72% para 43%. Com qualquer queda do gasto federal, os municípios não têm mais condições materiais e objetivas de compensar”.

Em números absolutos, o Ministério da Saúde teve o congelamento de R$ 599 milhões, 3% do que foi orçado para 2019. “Considerando que o SUS tem enfrentado processo de subfinanciamento crônico desde a sua constituição, que se agravou fortemente a partir da EC 95, em 2017 – com um processo que a gente tem denominado hoje como ‘desfinanciamento’ –, tirar qualquer recurso previsto significa um grave problema. Não há como manter um sistema único de saúde como o nosso, retirando a cada ano mais recurso. Se nada for feito, o SUS vai morrer por asfixia financeira”, assinala Funcia.

Por isso, acentua Elgiane, “defender o SUS é a prioridade das prioridades”. Para a sindicalista gaúcha, “o congelamento dos investimentos públicos em todas as áreas afeta sobremaneira a saúde porque deteriora as condições de vida das pessoas, provocando número maior de adoecimentos, tanto que estamos vendo voltarem doenças já dadas como extintas, principalmente relacionadas às condições de salubridade”.

Artigo publicado no periódico BMC Medicine, mostra que os cortes de gastos federais para o programa Estratégia da Saúde da Família por causa da EC 95 podem levar a 27,6 mil mortes evitáveis até 2030. Além da praticamente extinção do programa Mais Médicos acarreta um possível aumento de 8,6% na mortalidade, o que representa cerca de 48,5 mil óbitos perfeitamente evitáveis em decorrência do abandono de políticas públicas fundamentais para a maioria da população sem acesso ao atendimento privado na saúde.

Os especialistas realçam a necessidade de políticas públicas de saúde para valorização da medicina preventiva. É nesse contexto que entra o fundamento do Outubro Rosa. “É neste mês que as mulheres podem valorizar a sua saúde, exigindo seus direitos”, acentua Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB.

Isso porque é sabido que as mulheres sofrem mais as consequências da precariedade na saúde. “São as mulheres que, em geral, têm sobre os seus ombros a responsabilidade de cuidar da saúde da família, sobrando pouco tempo para si mesma”, garante.

Prevenção ao câncer de mama

“A prevenção ao câncer de mama é essencial para mostrar à mulher a necessidade dela se cuidar e se respeitar para ser respeitada em sua vida como qualquer pessoa”, diz Ivânia Pereira, vice-presidenta da CTB. Para ela, a mamografia anual para mulheres acima dos 40 anos é fundamental para a prevenção dessa doença e “os cortes efetuados em diversas áreas e o congelamento de investimentos no setor público causam transtornos à vida de todo mundo”.

Assiste vídeo explicativo:

Tanto que a Sociedade Brasileira de Mastologia, o Colégio Brasileiro de Radiologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia divulgaram um comunicado conjunto em defesa da mamografia anual.

“As principais sociedades médicas do mundo são unânimes em recomendar o rastreamento mamográfico com uma periodicidade anual ou bienal, a depender do país. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos“, explica o comunicado à sociedade.

“A deposição da presidenta Dilma em 2016 trouxe consequências drásticas para o país. As pessoas estão mais doentes porque estão trabalhando em condições cada vez mais precárias e sem descanso adequado e a saúde pública está retrocedendo décadas por falta de atendimento adequado”, explica Ivânia.

“Cortar investimentos em áreas fundamentais para a melhoria da vida da população como saúde, educação, transportes, habitação, saneamento básico, aliados à liberação de agrotóxicos na agricultura e corte de bolsas de estudos afeta pesquisas em saúde, em prejuízo para a população mais necessitada”, conclui Elgiane.

“Acabar com o SUS é outro fator que provoca aumento da incidência da doença, porque ainda existe tratamento para câncer de mama proporcionado pelo SUS”, realça.

Fonte: Portal CTB

9 out 2019

Explosão nas agências do BB e Bradesco de Itororó

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Em mais um ataque, bandidos explodiram, no sábado (05/10), o Bradesco e do Banco do Brasil de Itororó, na região sul da Bahia. Após a explosão, os criminosos roubaram as agências. A quantia roubada pela quadrilha não foi revelada. 


Desde janeiro, os bancos foram alvos 24 vezes de quadrilhas especializadas no Estado. Foram 15 explosões, cinco arrombamentos e quatro tentativas frustradas, sendo 18 casos no interior e seis em Salvador.

Fonte: O Bancário

O evento contou também com a participação de dirigentes de centrais sindicais, federações, confederações, sindicatos nacionais e locais e decidiu empreender ações em defesa dos direitos e unidade dos trabalhadores.

No último dia 28/09, a diretoria do Sintect-SP participou do 8° encontro de sindicalistas do PCdoB, realizado no Sindicato dos condutores de São Paulo, debate que se debruçou na discussão da conjuntura atual, marcada pela intensificação da ofensiva do governo Bolsonaro contra a democracia, o meio ambiente, a soberania nacional, o bem estar do povo, pelo desmonte das empresas públicas e os direitos sociais e trabalhistas.

Os alvos principais da agenda reacionária que restaura e radicaliza o projeto neoliberal é contra a classe trabalhadora e o movimento sindical. O debate foi importante para organizarmos a classe trabalhadora para resistir aos ataques contra os direitos dos trabalhadores e em defesa das empresas públicas.

A diretoria do Sintect-SP e demais representantes sindicais debateram dentre outras questões, a emergência de um sistema sindical classista, representativo e estruturado com sustentação financeira e material a partir dos próprios trabalhadores e trabalhadoras e contra o fim da unicidade sindical.

Além das questões sindicais, o Sintect-SP debateu no encontro a importância de uma pauta do partido relacionada à linha de atuação dos comunistas na questão partidária. Destacando como prioridade o lançamento de candidaturas de representantes dos trabalhadores para a disputa eleitoral de 2020.

O encontro de sindicalistas reforçou a importância e a participação das entidades sindicais nos debates nas arenas públicas, na defesa de suas reivindicações e para nos mantermos na resistência, e para isso é necessário um partido forte, estruturado e com ampla participação da classe trabalhadora.

No debate, foi apontado a necessidade de defender as empresas públicas, principalmente os Correios, empresa presente em todos municípios do país e que presta um serviço social fundamental para o povo, principalmente das cidades mais extremas do país. Também foi distribuído o abaixo assinado contra a privatização dos Correios, em que os sindicalistas irão levar em suas bases para coletar assinaturas em defesa da maior Empresa Pública Brasileira – Correios.

A diretoria do Sindicato avalia que foi um evento vitorioso não só pelo grande número de participantes como pela participação de quadros sindicais de importantes entidades e pela qualidade do debate na defesa da unidade dos trabalhadores.

Não fique de fora, venha e participe da luta em defesa do emprego e direitos.

Sintect-SP e Findect em defesa dos trabalhadores dos Correios!

Fonte: Portal CTB

3 out 2019

Juca Kfouri: Lula livre?

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Por Juca Kfouri

Se eu fosse filho de Lula, irmão dele, seu neto, bisneto, pai, mãe, mulher ou namorada, eu gostaria de vê-lo livre nas condições que lhe oferecem. Se fosse amigo de Lula, também. Tanto quanto se lulista fosse. A namorada, diga-se, discorda.

Como não sou nenhuma das alternativas anteriores, e não sei o que é melhor para ele, deixo aqui apenas o testemunho de quem gosta de Lula. Há, na imprensa, quem chame de sala VIP o cubículo em que ele está preso há quase um ano e meio. Estive lá e posso garantir: enlouqueceria em três meses no espaço claustrofóbico em que se encontra.

Esses comunicadores veem razões menores em sua recusa de sair do cárcere, como se porque logo mais terá de voltar em nova condenação. Lula estaria apenas jogando para a torcida, segundo dizem crer. Incapazes de reconhecer a grandeza do gesto de alguém que, por indignação, por se considerar injustiçado, diz que não é pombo-correio para usar tornozeleira eletrônica e se recusa a ser solto a não ser inocentado.

Neste país de Silvérios e Paloccis, a cafajestagem tem espaço na mídia para gente tão pequena, incapaz de aceitar o tamanho do adversário. A história será correta com tais formadores de opinião. Basta olhar para trás e ver como está nela o advogado Sobral Pinto, que, apesar de ser católico fervoroso a ponto de ir à missa diariamente, defendeu o líder comunista Luís Carlos Prestes.

E nem se trata de exigir generosidade de quem quer que seja, apenas caráter. Caráter para não ser covarde ao xingar alguém que está preso, lição ensinada pelo jornalista João Saldanha quando o bicheiro Castor de Andrade foi para a prisão, tempos depois de ter invadido seu programa na televisão e ameaçado matá-lo. Provocado por colega da mesa de debates para criticar Castor, Saldanha respondeu que não falaria de quem não poderia se defender.

Ora, não reconhecer dignidade na recusa de Lula é comportamento de pequenez sem tamanho, com o perdão da aparente contradição.

Vivemos tempos tão sombrios que há quem ofenda a colossal Fernanda Montenegro ou quem cogite não assinar o Prêmio Camões para Chico Buarque de Hollanda – embora ele deva preferir o diploma só com a assinatura do presidente português. Esses têm a mesma formação dos que se dirigem a Lula como “o presidiário”, como provavelmente fariam em relação a Nelson Mandela se fossem jornalistas na África do Sul em busca das benesses dos que o encarceraram. Não, não há comparação entre Mandela e Lula, só o registro de comportamentos abjetos, típicos da falta de espinha dorsal.

Nada impede que amanhã Lula resolva ceder aos apelos dos seus, e nem por isso daqui será retirada uma linha sequer. Porque não se deve exigir heroísmo com pescoço alheio, e ninguém melhor que ele para saber o que fazer com o seu.

A pretensão destas linhas se limita a reforçar o direito à dúvida sobre a justiça da sentença, dada a reação do sentenciado e, mais, reconhecer a raridade do gesto, algo jamais visto no Brasil, quiçá no mundo. Discordo, mas aceito tranquilamente as opiniões dos que o tem como culpado e querem vê-lo morrer na prisão – e na prisão comum.

Entendo os que, intoxicados pela parcialidade, elevaram juízes e procuradores a santos, mesmo que não passem do que as conversas publicadas pelo Intercept Brasil revelam. Repilo a falta de caráter, a linguagem chula e a desonestidade dos que sabem como a carapuça lhes cabe. E termino como Sobral Pinto, pedindo a eles a Lei de Proteção aos Animais. Com todo o respeito.

Juca Kfouri, jornalista, é formado em Ciências Sociais pela USP

Publicado originalmente na Folha de S.PauloFonte: Portal CTB

3 out 2019

No Itaú, PCD’s sofrem com a falta de estrutura

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[No Itaú, PCD's sofrem com a falta de estrutura]

A realidade das pessoas com deficiência que trabalham no Itaú é bem diferente do que é propagado nas palestras da campanha anual de valorização destes profissionais sobre a inclusão das PCDs e as dificuldades enfrentadas no mundo do trabalho. O que o banco não mostra é que os próprios bancários sofrem com a falta de estrutura e quase nenhuma valorização profissional.


Dificilmente os funcionários com deficiência são promovidos e nem mesmo a cota legal é respeitada. Para mascarar, o Itaú inclui nos números de PCDs os bancários lesionados por conta das atividades laborais. O movimento sindical cobra promoção de políticas de igualdade de oportunidades no banco. 


Até o layout das agências não promove a integração. Os corredores das áreas de trabalho coletivas são reduzidos por colunas estruturais para economizar espaço e todos supervisionarem o trabalho. O formato inviabiliza a locomoção de cadeirantes e pessoas que utilizam próteses. 


A ausência de adaptações de acordo com cada deficiência é outro problema. Nas agências, faltam ergonomia e adaptações adequadas para as pessoas com nanismo. Também não há vagas para deficientes em quantidade suficiente.


Como o Itaú não instala pisos táteis em todos os locais, os trabalhadores com deficiência visual ficam dependentes de outras pessoas para se locomover. O banco considera as adaptações alto custo e, muitas vezes, prefere desligar o empregado com deficiência a adaptar o local de trabalho. 


Para piorar, quem tem deficiência mais severa está sendo demitido e é contratado trabalhador com deficiências consideradas mais amenas, para não impactar na dinâmica do trabalho. Um absurdo. As PCD’s são tratadas como meros números.

Fonte: O Bancário

3 out 2019

Outubro Rosa: na luta contra câncer de mama

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Outubro Rosa: na luta contra câncer de mama]

Na Bahia, somente em 2019, a estimativa é de que sejam identificados 2.870 novos casos de câncer de mama. Destes, 1.020 em Salvador. No Brasil, o ano deve terminar com 60 mil diagnósticos da doença. O número representa 28% do total de câncer no país, aponta o Inca (Instituto Nacional do Câncer).


Para piorar o cenário, pesquisa do Ibope revela alto grau de desinformação sobre as medidas preventivas – 80% das pessoas acreditam que basta o autoexame. Mas, embora seja importante, o método não é o mais confiável, porque normalmente quando a mulher sente o nódulo, a doença já está avançada. É preciso exames mais detalhados. 


Para alertar a sociedade, neste mês, acontece a campanha Outubro Rosa, que tem o apoio do Sindicato dos Bancários da Bahia. A entidade realiza uma série de atividades ao longo do mês para um bate-papo com as bancárias sobre a conscientização e detecção precoce da doença. A programação será divulgada em breve.


Embora identificado em mulheres de todas as faixas etárias, aquelas que passaram dos 50 anos devem redobrar os cuidados. Exames de mamografias gratuitos são oferecidos para quem nunca foi diagnosticada com o câncer de mama, ou não passou por cirurgias na área, inclusive plásticas.

Fonte: O Bancário

3 out 2019

Santander deve beneficiar sociedade e bancários

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[ Santander deve beneficiar sociedade e bancários]

Pela imposição de metas abusivas e causar adoecimento mental aos bancários, o Santander foi condenado, em setembro, a pagar R$ 274 milhões de indenização por danos morais coletivos. O juiz Gustavo Carvalho Chehab, da 3ª Vara do Trabalho de Brasília, sugeriu que o banco espanhol investisse parte da quantia em benefício da sociedade e dos próprios trabalhadores. 


Para o magistrado, o Santander deveria colaborar na construção e manutenção de creches, unidades de saúde, instituições de ensino profissionalizante e casas de abrigo. Na sentença, o juiz também determinou que “pelo menos 5% dos recursos da condenação devem ser aplicados na pesquisa e no ensino prioritariamente nas áreas médicas, psicológicas e de saúde pública e excepcionalmente nas áreas de direito, administração solidária, gestão de pessoas ou áreas afins.”


Chehab estabeleceu que, pelo menos, 10% da condenação pecuniária deve ser revertida em bens, equipamentos, automóveis e utilidades para as seguintes entidades como Cerests (Centros de Referência em Saúde do Trabalhador), CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), Centros de Convivência, ambulatórios de saúde mental e hospitais gerais. O banco ainda pode recorrer da decisão no TRT (Tribunal Regional do Trabalho).

Fonte: O Bancário

3 out 2019

Bancos seguem discriminando as mulheres

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Bancos seguem discriminando as mulheres]

A discriminação de gênero ainda é um grande problema nos bancos. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) comprovam. Enquanto a remuneração média dos homens contratados entre janeiro e agosto foi de R$ 5.238,00, a das mulheres não passou dos R$ 3.973,00. Diferença de 24%.    


Os números permitem verificar uma pequena redução no mês de agosto. Mas não porque o salário delas elevou e, sim, em decorrência do rebaixamento da remuneração dos homens admitidos.


Segundo o Caged, o salário médio das contratadas foi de R$ 3.989,00. Já o dos homens foi de R$ 5.015,00. Diferença de 20%. Discriminação injustificável, já que, no geral, as mulheres se especializam mais do que os homens.

Fonte: O Bancário

3 out 2019

Caixa anuncia contratação. Mas ainda é pouco

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Caixa anuncia contratação. Mas ainda é pouco]

O movimento sindical pressiona para que a Caixa retome a contratação dos aprovados em concurso público e, desta forma, reduza a sobrecarga e outros graves problemas enfrentados diariamente pelos empregados. Agora, anos depois de redução do quadro, o presidente do banco anuncia a convocação.


Pedro Guimarães informou que serão abertos 800 novos postos de trabalho. Só não diz quando. O número também está abaixo do necessitado atualmente. Quem trabalha ou precisa de atendimento nas unidades da única instituição 100% pública do país, presente nos quatro cantos do país, sabe disso.


A Caixa contava com cerca de 101 mil empregados no fim de 2014. Naquele ano, a direção do banco se comprometeu em contratar mais 2 mil bancários. Tudo assinado em convenção, resultado da campanha salarial. Mas, respeitar o acordo parece não ser prioridade da empresa.


A partir de 2016, o cenário se agravou depois dos sucessivos planos de aposentadoria incentivada e hoje a instituição conta com menos de 83 mil empregados. Um caminho que prejudica a atuação do principal banco público do país e que deixa claro o desmonte e a intenção de privatizar.

Fonte: O Bancário