Sábado tem 1º Grito de Carnaval no Clube

Será realizado neste sábado (9), o 1º Grito de Carnaval, no Clube dos Bancários.

A folia terá a animação da Banda Internacionais do Samba e do DJ Djavan.

Anotem na agenda e participem!

Fonte: Seeb Itabuna

 

 

Uma comissão composta pela diretoria do Sindicato dos Bancários, funcionários do BB, ACI, CDL, Sindicom, Associação dos Lojistas do São Caetano e representantes do comércio local, se reuniu na manhã de ontem (5) com a Superintendência Estadual do Banco do Brasil para discutir a situação da Agência Grapiúna, localizada no bairro São Caetano.

O superintendente estadual, Amauri Vasconcelos, informou que ao ser notificado sobre a saída da agência naquela localidade, tomou todas as providencias cabíveis para a permanência do banco, mas teve os pedidos negados por parte do prefeito. Inclusive, houve negativa, também, no que se refere ao pedido de um prazo maior para a desativação da agência, uma vez que o banco necessitaria de tempo hábil e logístico para realocar seus funcionários e mudança dos equipamentos para outro local.

De acordo com Amauri, a assessoria jurídica do banco tratou como legal o pedido do prefeito uma vez que o contrato da agência com a prefeitura é de aluguel, no entanto, a decisão unilateral e repentina do prefeito não leva em consideração os prejuízos para a população e empresários daquela localidade, além da receita que a prefeitura deixará de receber com aluguel  e recolhimento de impostos. Segundo o superintendente, a intenção do banco é de permanecer com a agência ativa, uma vez que a opção de abrir outra agência, levaria cerca de dois anos, já que tal abertura necessitaria atender requisitos legais rigorosos como espaço interno e externo, normas ambientais e de segurança, licitações, dentre outros.

Os componentes da comissão que representam os empresários e comerciantes, CDL, ACI e Sindicom,  informaram ao superintendente que, saindo da reunião com o banco, irão a prefeitura para uma audiência com o prefeito  para que, em nome da população, ele reconsidere da decisão e mantenha a agência BB no São Caetano. A superintendência reiterou a vontade de manutenção da agência e se propôs a conversar com o prefeito para que se resolva esta situação.

“Foi uma excelente reunião entre a comissão e a superintendência do banco, pois mostra a intenção da instituição em se manter num bairro importante da cidade. O BB atende a milhares de pessoas e empresas daquela região e o prejuízo seria enorme para aqueles que necessitam de seus serviços. Além do prejuízo para os trabalhadores da agência, bancários e terceirizados, estes últimos seriamente ameaçados de demissão. Esperamos que, em nome do povo e da necessidade daquela região e da cidade, o prefeito reconsidere e mantenha a Agência Grapiúna do Banco do Brasil no São Caetano”, declarou Paulo Eduardo, vice-presidente do Sindicato e coordenador da comissão de defesa da agência do Banco do Brasil no São Caetano, presente no encontro.

Em tempo:

Após reunião com o prefeito Fernando Gomes, na tarde de ontem, representantes da CDL, ACI e Sindicom, informaram que o prefeito se mantém irredutível em sua posição que acarretará no encerramento das atividades do Banco do Brasil no bairro São Caetano. Não quis considerar, também, conceder prazo que viabilizasse a instalação da agência em outro local do bairro. Sem argumentos plausíveis, o alcaide reforça o caráter pessoal de sua decisão. O Sindicato dos Bancários se mantém aberto ao diálogo, entretanto, diante da intransigência do prefeito, irá ao ministério público para questionar a atitude que fere princípios elementares da administração pública e acarreta prejuízos para o conjunto da sociedade de Itabuna.

Por Bruno de Azevedo e Paulo Eduardo da Redação do Seeb Itabuna

6 fev 2019

Caixa diz que pretende convocar concursados

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Depois de muita pressão, a direção da Caixa informou ao MPT (Ministério Público do Trabalho) que pretende contratar os concursados. Representantes da empresa se reuniram no MPT-DF, com objetivo de construir um caminho para um acordo no âmbito das ações judiciais que tramitam contra a empresa na Justiça do Trabalho. Os processos reivindicam que o concurso público de 2014 fosse respeitado e os aprovados convocados.

Ainda não há quantidade definida de contratações, mas a intenção é convocar o maior número possível de pessoas, de forma escalonada. Outro ponto importante da reunião foi a convocação de Pessoas com Deficiência (PCDs). Segundo os advogados, a estatal pretende convocar os concursados da lista de PCD em percentual superior aos previstos no edital.

Esses são os resultados da pressão contra o desmonte do banco, que vem desligando muito mais do que contratando na intenção de retirar a eficiência do banco. Mas os lucros mostram o contrário. A estatal permanece eficiente se continuar pública, tanto economicamente quanto socialmente. É preciso proteger a Caixa, os clientes e, sobretudo, os empregados.

Fonte: O Bancário

6 fev 2019

Bancos adoecem os funcionários. Preocupante

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Pressão, metas, assédio moral, sobrecarga. O ambiente de trabalho nos bancos está cada dia mais doentio e fazendo muita gente perder a saúde mental e física. O número de bancários afastados por doença ou acidente de trabalho disparou, saindo de 13.297 para 17.310 em apenas oito anos (2009 a 2017).

O crescimento é de 30%, segundo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Outro dado é ainda mais preocupante. Mais de 50% dos casos são de transtornos mentais, aumento de 61,5% no período. Os afastamentos relacionados as LER/Dorts tiveram elevação menos acentuada, 13%.

Vale destacar que o levantamento desconsidera os bancários que tiveram o benefício indeferido, cada dia mais comum diante da política do governo de perseguição aos afastados. Milhões de auxílios previdenciários e aposentadorias foram anulados depois do golpe jurídico-midiático-parlamentar, em 2016.

Os pensionistas que sofrem com doenças psicossomáticas, que normalmente não apresentam sequelas aparentes, são os mais prejudicados pela política de revisão dos benefícios. O pior é que o cenário não aponta mudanças. Pelo contrário.

O governo Bolsonaro continua caçando os trabalhadores doentes. Para completar, acabou com o Ministério do Trabalho – pasta responsável por fiscalizar e penalizar empresas que impõem jornadas degradantes e más condições de trabalho.

Fonte: O Bancário

O país padece na crise, a economia vai de mal a pior, o desemprego castiga mais de duas dezenas de milhões, a indústria está estagnada e a renda dos mais pobres continua crescendo que nem rabo de cavalo. Mas os banqueiros não só estão à margem da crise, como dela extraem inacreditáveis vantagens. O Itaú obteve no ano passado R$ 25 bilhões de lucro líquido, o maior da história dos bancos brasileiros, segundo a Economatica.

O resultado de 2018 representou um crescimento de 4,2% na comparação com o lucro do ano anterior, enquanto a economia como um todo patinava com vários setores e segmentos mergulhados na crise. O lucro de R$ 6,206 bilhões no 4º trimestre também foi recorde para um último trimestre do ano.

A marca recorde anterior havia sido registrada pelo próprio Itaú, em 2017, quando o banco teve um lucro líquido de R$ 23,965 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado chegou a 21,9% no ano passado, com avanço de 0,1 ponto porcentual ante 2017. No último trimestre, o retorno foi de 21,8%.

O Itaú é atualmente a segunda maior empresa em valor de mercado da B3. No fechamento da véspera, a companhia estava avaliada em R$ 354,7 bilhões, atrás somente da Petrobras, com valor de mercado de R$ 371,7 bilhões. Nesta terça-feira, as ações do Itaú Unibanco eram negociadas em queda de mais de 2%, após o banco ter anunciado metas mais contidas que o esperado para 2019. A instituição financeira prevê que a carteira de crédito cresça entre 8 % e 11% em 2019, mais que a expansão de 6,1% observada em 2018, mas abaixo das projeções de concorrentes, segundo a agência Reuters.

Agiotagem

O desempenho dos outros bancos também não deixou a desejar, como se pode concluir pelos dois outros maiores bancos privados do país, Bradesco e Santander, que também já divulgaram seus resultados consolidados de 2018.

O Bradesco registrou um lucro líquido contábil de R$ 19,085 bilhões no ano passado, o que representa um crescimento de 30,19% na comparação com 2017 (R$ 14,659 bilhões). Já o Santander reportou um lucro de R$ 12,16 bilhões no mesmo período, alta de 52% frente o ano anterior.

São resultados que destoam do tom dominante da economia brasileira, onde um grande número de empresas enfrenta dificuldade e amarga prejuízos. A agiotagem faz a diferença. Os bancos brasileiros cobram de seus clientes as maiores taxas de juros do mundo, a título de spread (diferença entre o que pagam para captar o dinheiro e a taxa de juros que cobram pelo empréstimo). Os juros altos, que também auferem especulando com a dívida pública, constituem uma forma perversa de redistribuição das riquezas no Brasil, a favor dos credores (ou agiotas) e em detrimento do povo, de outros setores da sociedade e dos reais interesses nacionais.

Umberto Martins, com informações das agências

Fonte: Portal CTB

As centrais sindicais brasileiras criticaram a Medida Provisória 871/2019, chamada de “MP do Pente Fino” e editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para revisar os benefícios previdenciários. Trata-se de uma farsa perversa, pois a pretexto de combater fraudes o objetivo é dificultar o acesso aos auxílios, abrindo caminho à reforma com a qual pretendem desmontar a Previdência Pública e privatizar o sistema de aposentadorias. Em nota conjunta, CTB, CGTB, CSB, CSP COnlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central denunciam os verdadeiros objetivos por trás da iniciativa.

Leia a íntegra:

Nota das Centrais Sindicais sobre a MP 871/2019

O presidente Jair Bolsonaro editou, em 18/1/2019, sem consulta ou negociação prévia e desconhecendo os princípios de gestão democrática e do papel do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social), a Medida Provisória 871, instituindo um programa de revisão dos benefícios previdenciários e modificações nas regras para acessar e requerer os auxílios.

Chamada de “Pente Fino”, com o pretenso objetivo de combater fraudes na concessão de benefícios, a MP é, antes de tudo, novo intento de jogar nas costas dos mais humildes, dos trabalhadores e dos beneficiários o peso e as responsabilidade dos ajustes, em claro sinal de que as medidas da propalada “reforma” da Previdência Social serão, na verdade, medidas de desmonte e corte de direitos.

As Centrais Sindicais reafirmam que não se deve acobertar ou deixar impune qualquer tipo de dolo contra a Previdência, a começar pelas fraudes nas receitas previdenciárias. Estima-se que o valor sonegado pelas empresas chega a R$ 450 bilhões, questão ignorada pela MP 871, que trata os milhões de aposentados e pensionistas e os trabalhadores que têm direito à assistência previdenciária como potenciais fraudadores, invertendo uma das premissas do Direito que é a presunção de boa fé.

A MP 871 traz insegurança financeira aos beneficiários da Previdência ao instituir a suspensão dos benefícios sem assegurar formas adequadas de defesa e excluir milhares dos direitos previdenciários, ignorando o papel da seguridade social de garantir renda para o trabalhador em situações temporárias ou permanentes que o impeçam de exercer as atividades laborais.

O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com as piores condições de saúde e segurança no trabalho: é um dos que mais mata, mutila e adoece trabalhadores. Em vez de promover um ambiente de trabalho saudável e fiscalizar o cumprimento das normas de saúde e segurança a fim de reduzir o número de trabalhadores que buscam benefícios, o governo propõe medidas para cancelar o auxílio dos acidentados e adoentados, obrigando-os a retornar ao trabalho sem condições físicas e emocionais para isso.

As novas regras de carência, comprovação documental e prazos de requerimento dos benefícios têm como objetivo dificultar ou restringir o acesso a pensão por morte, auxílio-reclusão, licença-maternidade, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria dos trabalhadores rurais. Muitas dessas novas normas, inclusive, são ilegais e inconstitucionais.

As Centrais Sindicais se colocam contra essa MP e reafirmam o compromisso em defesa da Seguridade Social universal e pela garantia dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

Chamamos a atenção do novo Congresso Nacional, deputados e senadores que tomaram posse em 1º de fevereiro de 2019, para as medidas que penalizam os milhões de cidadãos e eleitores aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social, como a MP 871. São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

São Paulo, 4 de fevereiro de 2019

Fonte: Portal CTB

A Venezuela está sob forte pressão dos EUA, que pretendem consumar um golpe contra o presidente Nicolás Maduro, legitimamente eleito, e impor ao país um novo regime político liderado pelo deputado Juan Guaidó. Na próxima sexta-feira (8), às 14 horas, lideranças dos movimentos realizarão uma manifestação de solidariedade ao país e ao presidente Maduro diante do Consulado da Venezuela em São Paulo, na rua general Fonseca Téles, 564, no Jardim Paulista.

“Vamos defender o sagrado direito do povo venezuelano à autodeterminação e denunciar a intervenção imperialista dos EUA”, comentou Divanilton Pereira, vice-presidente da CTB. Veja entrevista de Maduro no youtube sobre a conjuntura do país: https://www.youtube.com/watch?v=79yrsvJDVRA.

Fonte: Portal CTB

 

A minuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de reforma da Previdência que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) deve enviar ao Congresso Nacional este mês é pior do que a do ilegítimo Michel Temer (MDB).

O texto da PEC, obtido pelo Estadão/Broadcast, prevê a obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem. A proposta que Temer tinha encaminhado previa idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

A PEC de Bolsonaro prevê, ainda, quem quiser receber 100% do benefício terá de trabalhar 40 anos e cria um sistema de capitalização, de “caráter obrigatório”.

Fim da aposentadoria

A capitalização da Previdência é uma espécie de poupança que os trabalhadores serão obrigados a fazer. Eles terão de abrir uma conta individual para depositar um percentual do salário todos os meses para bancar seus benefícios no futuro. Patrões e governos deixam de contribuir para o sistema, cujo custo recai 100% sobre as costas da classe trabalhadora, que terá sua escassa poupança individual (que, todavia, coletivamente é volumosa) manipulada pelos banqueiros.

Adotado no Chile durante a ditadura do general assassino Augusto Pinochet, a capitalização da Previdência foi uma desgraça para os trabalhadores e trabalhadoras. Hoje, mais de 90% dos aposentados e pensionistas recebem menos da metade do salário mínimo do país e situam-se na pirâmide social numa linha bem abaixo da pobreza.

Atualmente, há duas formas de se aposentar no Brasil: 1) por idade, com a exigência de ter 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres), com no mínimo 15 anos de contribuição; ou, 2) por tempo de contribuição, quando não se exige idade mínima, mas são necessários 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) de pagamentos ao INSS.

A reforma que deve ser enviada pelo governo Bolsonaro até o fim do mês ao Congresso acaba com a possibilidade de se aposentar por tempo de contribuição, além de instituir o regime de capitalização e impor tantas restrições ao gozo do benefício que significará o fim da “aposentadoria como conhecemos hoje” (leia-se: fim da aposentadoria pública), conforme reconheceu o professor e pesquisador da Fipe, Hélio Zylberstajn, um intelectual alinhado com a ideologia neoliberal.

40 anos contribuindo

O texto obtido pelo Estadão/Broadcast – e confirmado pela agência de notícias com duas fontes da equipe econômica – propõe que o tempo mínimo para se aposentar pelo INSS será de 20 anos, com o recebimento de 60% do benefício. A cada ano a mais, acrescentará dois pontos porcentuais até chegar a 100% do benefício com 40 anos.

No regime dos servidores públicos, a contribuição mínima começará com 25 anos e para ter direito a 100% do benefício também serão necessários 40 anos.

Capitalização

Os trabalhadores poderão usar parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), caso queiram, para complementar a contribuição, sem prejuízo de outras fontes adicionais de contribuições patronais e do trabalhador. Será vedada a transferência de recursos públicos para esse novo sistema, diz a proposta preliminar.

A gestão desse novo sistema será feita por entidades de previdência públicas e privadas, habilitadas pelo governo. O trabalhador poderá escolher a entidade que vai gerir esses recursos e poderá optar pela portabilidade a qualquer momento sem nenhum custo. O governo não poderá usar esses recursos.

A capitalização será feita em regime de contribuição definida. Isso significa que o valor da contribuição é acertado no ato da contratação do plano e o benefício que será recebido no futuro varia em função do valor das contribuições, do tempo em que foram feitas e da rentabilidade dos recursos. Na prática, e a julgar pelos casos concretos do Chile e México, isto significa prejuízo para os trabalhadores.

Só há um meio de impedir o retrocesso: uma ampla mobilização do povo brasileiro em defesa da Previdência Pública e contra a Proposta de Emenda Constitucional do governo de extrema-direita. Conscientizar a classe trabalhadora sobre o que está em jogo é o primeiro passo nesta direção e também o grande desafio das centrais sindicais, dos movimentos sociais, das organizações democráticas (OAB, CNBB, ABI), bem como dos partidos de oposição.

Com informações do Portal Desacato

Fonte: Portal CTB

5 fev 2019

Importância política da atividade sindical

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Não foi nem em um nem em dois governos que os direitos dos trabalhadores estiveram na berlinda. Com Bolsonaro não é diferente. Quando a retirada de direitos e tentativa do não cumprimento dos direitos já conquistados, os Sindicatos sempre estão prontos para entrar em ação.

No ano de 2018, o setor financeiro lucrou R$ 77 bilhões, às custas de muita pressão, metas absurdas e adoecimento físico e psicológico de bancários. O setor mais lucrativo da economia brasileira trabalham intensamente para que o trabalhador não tenha voz, para fechar os sindicatos e enfraquecer os funcionários. Além de sempre tentar diminuir salários e retirar direitos.

“O Sindicato dos Bancários se notabiliza pela defesa e qualidade do emprego. Após a reforma trabalhista muito foi retirado do trabalhador, inclusive o direito de saber previamente quanto irá receber no fim do mês, graças aos contratos intermitentes”, afirmou o presidente do Sindicato, Augusto Vasconcelos.

Sem contar as substituições de trabalhadores contratados por terceirizados que ganham até 70% a menos do no setor bancário. A lógica dos banqueiros é lucrar e não oferecer nenhuma contrapartida para o trabalhador.

Fonte: O Bancário

5 fev 2019

Informalidade contribui para queda na Previdência

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Além de sucatear os bancos públicos, entregar o pré-sal às grandes petrolíferas estrangeiras e extinguir políticas públicas, a ‘herança’ deixada pelo governo Temer gerou outros retrocessos. O aumento da informalidade em 2018 contribuiu para a queda no número de contribuintes para a Previdência entre as pessoas ocupadas no país.

Em 2015, do total de brasileiros ocupados, 65% contribuíam. No ano seguinte, a proporção subiu para 65,5%. Os percentuais foram para 64,1% e 63,4%, respectivamente, em 2017 e no ano passado.

O índice de não contribuição passou de 35,4% para 36,6%, de 2014 a 2018. Subiu de 32,6 milhões para 33,6 milhões (3%) o número de pessoas que não participam. Já a quantidade de contribuintes caiu de 59,5 milhões para 58,2 milhões (-2,1%). Houve crescimento de 3,3% de 2017 para 2018 entre os que não contribuíam.

Os dados divulgados na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE apontou recorde na informalidade em 2018. Registrou menor número de empregados com carteira assinada (32,9 milhões). Bateu recorde no total de empregados sem carteira (11,2 milhões) e de trabalhadores por conta própria (23,3 milhões), além dos empregados domésticos (6,2 milhões, menos de 1/3 com carteira).

Fonte: O Bancário