9 mai 2017

Aplicativo vai registrar queixas contra bancos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A partir de novembro, os consumidores vão poder registrar reclamações contra bancos através de aplicativos para celulares e tablets. O objetivo é que o canal seja uma forma mais direta de comunicação com o cidadão.

Outra novidade é o acompanhamento das reclamações registradas no Banco Central. Para saber como anda o processo, o consumidor deve discar 145 pelo telefone ou acessar o site oficial do BC. É necessário informar o CPF e o protocolo da queixa.

Fonte: O Bancário

As inscrições para o 2º Encontro das Bancárias vão até o dia 10 de maio. As associadas ao Sindicato da Bahia devem se apressar, para não ficarem de fora do evento. É necessário somente mandar dados como nome completo, telefone, banco e agência para o e-mail presidencia@bancariosbahia.org.br. Ainda tem a opção de mandar as informações pelo Whatsapp, no número (71) 99682-1038.

O Sindicato garante o transporte. A organização é da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe. A diretora de Gênero, Grassa Felizola, destaca que o encontro vai reunir palestrantes de peso, que podem atender aos questionamentos e expectativas das bancárias. Entre os temas, empoderamento feminino e o papel da mulher na sociedade.

As participantes também contam com uma estrutura confortável e devem informar na ficha de inscrição se possuem filhos pequenos e se os levarão para o evento. Um espaço para recreação infantil, atividades culturais e de entretenimento está garantido.

O encontro acontece nos dias 20 e 21 de maio, no Hotel Fazendo Amoras, no município de Conceição do Almeida, região do Recôncavo Baiano.

Fonte: O Bancário

9 mai 2017

Com crise, brasileiro raspa a poupança

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Com a crise econômica, agravada com o governo Temer, e o alto índice de desemprego, os brasileiros não conseguem guardar dinheiro. Ao contrário. Têm de raspar os investimentos para quitar as dívidas. A caderneta de poupança é um exemplo.

Os saques superaram os depósitos pelo quarto mês consecutivo. A diferença foi de R$ 1,270 bilhão em abril, aponta dados do Banco Central. No mês passado, os depósitos ficaram em R$ 153,346 bilhões e os saques, em R$ 154,617 bilhões.

De janeiro a abril deste ano, a retirada líquida chegou a R$ 18,672 bilhões. Com o fim da valorização do salário mínimo, que teve elevação abaixo da inflação, e a política neoliberal de Michel Temer, que impõe perdas à nação, os brasileiros têm de apelar para as economias para sair do vermelho.

Fonte: O Bancário

9 mai 2017

Manifestações devem aumentar no país

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os brasileiros devem aumentar a pressão para evitar a perda de direitos que a agenda neoliberal imposta pelo governo Temer impõe ao país. O poder dos setores interessados nas reformas da Previdência e trabalhista é grande e apenas uma forte resistência pode impedir o avanço das forças conservadoras.

A sociedade brasileira tem dado o recado ao Congresso Nacional de que não apoia o governo Temer com grandes manifestações pelo país. Mas, outras mobilizações devem acontecer, afinal os adversários são muito poderosos. Por trás, o sistema financeiro, interno e externo, a grande mídia e setores do empresariado.

A intenção é clara. Reduzir os custos retirando direitos dos trabalhadores para ampliar os lucros e as reformas são essenciais. No caso da Previdência, há ainda outros complicadores.

A pressão pela mudança vem de quem financia a dívida pública brasileira. Os grandes bancos internacionais querem reduzir o papel do Estado na área social para ter mais recurso para pagar serviço de dívida. Portanto, para impedir é preciso a reação de todos.

 Fonte: O Bancário

9 mai 2017

Estatais devem eliminar 20 mil empregos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O desmonte das empresas públicas segue em ritmo acelerado. A intenção é abrir caminho para a privatização. Uma das medidas do governo Temer é fechar, pelo menos, 20 mil postos de trabalho até o fim do ano por meio dos PDVs (Programas de Desligamento Voluntário).

Nos bancos públicos, o sucateamento já começou. O BB fechou quase 10 mil vagas no fim de 2016. A Caixa também reduziu o quadro do pessoal neste ano com a aposentadoria de quase 5 mil empregados.

Além das instituições financeiras, tem ainda Correios, Eletrobras e Conab. E quem pensa que há possibilidade de reposição das vagas abertas está enganado. O objetivo do governo é preencher apenas 25% das vagas abertas pelos funcionários que aderirem aos PDVs.

No caso dos bancos, Temer também fecha agências em todo o país e prepara o fatiamento. A Caixa, por exemplo, terá a Lotex vendida até o fim do ano.

 Fonte: O Bancário

9 mai 2017

Bancários cobram pendências ao BNB

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A representação dos trabalhadores do Banco do Nordeste cobrou da instituição acesso imediato aos registros do sistema de ponto eletrônico, que funciona há dois meses. Além disso, exige o pagamento de todas as horas extras feitas durante o período, independentemente de dotação prévia.

A cobrança foi feita durante a reunião entre a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB e a Diretoria Administrativa e de Tecnologia da Informação da empresa, realizada na última sexta-feira (05/05), em Fortaleza.

Outro assunto abordado foi a urgente necessidade da convocação de concursados e a realização de novos concursos para suprir a crescente demanda, que resulta na impossibilidade do cumprimento da jornada normal de 6h e 8h, gerando o acúmulo de horas extras.

A Diretoria Administrativa e de TI do BNB afirmou que os candidatos aprovados em concorrências internas para ocupar funções em comissão têm assegurada a efetivação no prazo máximo de 180 dias quando a lotação da unidade operadora estiver com dotação suprida acima de 80%. O diretor Administrativo, Perpétuo Socorro Cajazeiras, pediu que as entidades identificassem os casos em que a regra não tem sido cumprida.

Os sindicatos reivindicaram o abono integral da falta do dia 28 de abril, greve geral, já que os trâmites legais foram respeitados.

Fonte: O Bancário

9 mai 2017

CLT sofre maior ataque dos últimos 70 anos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Por Augusto Vasconcelos*

Em uma sociedade marcada por profunda desigualdade, o Direito do Trabalho ganha ainda mais relevância. No Brasil, que remonta há séculos de escravidão e concentração da terra nas mãos de poucas famílias, através das capitanias hereditárias, a legislação trabalhista tem a função de criar regras mínimas para as relações capital/trabalho, que inibam a existência da super exploração. Não fosse assim, o Direito do Trabalho seria um mero braço do Direito Civil.

Em pouco tempo, um governo ilegítimo e um Congresso vinculado a fortes interesses econômicos, mira seu alvo para atacar conquistas sociais. À medida em que a população toma conhecimento do tamanho do estrago, a revolta se amplia, como demonstrou a força da maior greve geral já registrada na história do país no dia 28 de abril.

A proposta já aprovada na Câmara, altera 117 artigos da CLT, sob o pretexto de que estaria obsoleta e não acompanharia a atual dinâmica das relações de trabalho. Ledo engano. Os deputados sabem que 75% do seu texto original já foi alterado ao longo dos anos.

O projeto contém inúmeros absurdos. Dentre os quais, a exigência de que os empregados emitam uma quitação anual de direitos trabalhistas em favor do empregador. Em um cenário de 14 milhões de desempregados, é insanidade pensar que o trabalhador irá enfrentar o patrão individualmente, mesmo que haja sonegação de direitos. Na prática, a cada ano, o funcionário será pressionado a assinar um documento de que abre mão de seus direitos, protegendo apenas a empresa.

A proposta prevê também a prevalência do negociado sobre o legislado, o que irá levar a uma espiral de perda de direitos, pois o que está previsto em lei poderá ser revogado por acordo entre partes desiguais, legitimando o enfraquecimento dos trabalhadores. Além do mais, institui a negociação de contratos de trabalho sem a presença dos sindicatos e determina que as homologações de rescisão não mais precisam do aval das entidades de classe.

A criação da jornada intermitente permitirá que o empregado fique de prontidão à disposição do patrão, mas somente receba remuneração pelas horas em que efetivamente tenha trabalhado, aniquilando a ideia de orçamento doméstico. Uma verdadeira “uberização” das relações de trabalho.

O acesso à justiça também fica comprometido. Custas processuais e honorários de peritos serão cobrados do empregado, caso a ação seja indeferida.

Estamos diante do maior ataque dos últimos 70 anos à classe trabalhadora. A perda de direitos e consequente redução da massa salarial levará a um esgarçamento ainda maior do tecido social, com estrago muito grande para economia. A unidade dos verdadeiros patriotas nesse momento é fundamental.

*Augusto Vasconcelos, Presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, advogado, professor universitário, Mestre em Políticas Sociais e Cidadania (Ucsal), Especialista em Direito do Estado (UFBA).

5 mai 2017

Banco Itaú cobra a conta do golpe

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O Itaú mostra mais uma vez total descaso com os brasileiros. O co-presidente da maior organização financeira em atividade no país, Roberto Setubal, tem dado declarações em defesa da reforma trabalhista. A medida acaba com os direitos da CLT e atende aos interesses do grande capital.

Ao comentar as declarações do banqueiro, o presidente da CTB, Adilson Araújo destaca que a empresa “cobra a conta do golpe”. O mercado financeiro apenas busca ampliar a margem de lucro explorando ainda mais a força produtiva da mão-de-obra do trabalhador.

Adilson Araújo destaca que o Brasil precisa de um projeto de desenvolvimento econômico e social que respeite os direitos dos trabalhadores, gere emprego e fomente a distribuição da renda. “Não há horizonte de desenvolvimento quando o que se defende é a subtração de direitos, a precarização do trabalho e a volta a um regime análogo à escravidão”.

Fonte: O Bancário

5 mai 2017

As mortes no campo se multiplicam

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os neoliberais entraram no poder para a alegria da bancada ruralista, que viu os agrotóxicos voltarem à tona com toda a força, os investimentos na agricultura familiar diminuírem e a repressão aos movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) se intensificarem.

Os dados mostram que as coisas realmente pioraram para os trabalhadores rurais. O número de mortes por conflitos no campo em 2016 foi o maior dos últimos 13 anos, com 61 óbitos no ano passado. Só na última semana, uma chacina em Colniza, no Mato Grosso, vitimou mais nove trabalhadores rurais.

A impunidade também chega às minorias que lutam por terras. Do total de 61 vítimas, 13 eram indígenas, quatro quilombolas, seis mulheres e 17 jovens de 15 a 29 anos. Massacre do povo brasileiro. Temer fecha os olhos.

Fonte: O Bancário

Em julgamento realizado pelo TRT mineiro, foi provado que um bancário era obrigado a trabalhar em períodos de greve, pois o empregador cobrava o cumprimento normal das atividades. O banco foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$20 mil.

O bancário alegou que, em algumas ocasiões, houve ameaças dos gestores no sentido de não permitirem a suspensão do cumprimento das tarefas, em total afronta ao direito de greve garantido pela Constituição. Chamou a atenção do desembargador relator Luiz Otávio Linhares Renaulto o depoimento de uma testemunha que confirmou a versão apresentada pelo bancário. Segundo a testemunha, o gerente operacional chegou a afirmar que ficaria desempregado o trabalhador que participasse de greve. Ela confirmou que nenhum colega participou de movimentos grevistas, com medo de represália. Ao examinar os cartões de ponto juntados ao processo, o magistrado verificou que houve trabalho normal durante todos os dias em que a categoria encontrava-se em paralisação.

No julgamento ficou comprovada a impossibilidade de se gozar de um direito constitucionalmente garantido, representando um ato antissindical. Segundo o magistrado, “ao assim proceder, agiu o réu de forma arbitrária, com o único intuito de intimidar, violando o princípio da liberdade sindical e menosprezando os preceitos constitucionais voltados à dignidade da pessoa humana, ao valor social do trabalho e à função social da propriedade, bem assim olvidando os princípios elementares do Direito Coletivo do Trabalho. Em nosso ordenamento jurídico, a greve (assim como os movimentos que a precedem) constitui um direito fundamental de caráter coletivo, assegurado no art. 9º da Constituição. Assim, entendo terem sido evidenciados, à saciedade, os danos morais provocados no trabalhador pela conduta da reclamada, sendo imperiosa sua condenação ao pagamento da respectiva indenização”.

Fonte: Costa & Advogados Associados via Feebbase