4 jan 2018

Ano Novo, tarifa nova. População sofre

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Após os festejos de ano novo, bancados pela prefeitura, a população de Salvador já sofre o primeiro golpe de 2018: o aumento da tarifa do transporte público. O pão e circo sempre presente para enganar o povo.

A tarifa teve um aumento de R$ 0,10, passando a custar R$ 3,70, valendo para os ônibus e o metrô. Apesar do “pouco” acréscimo, para o bolso do trabalhador que utiliza diariamente o transporte público da cidade, o rombo vai ser maior.

Após o aumento, estudantes reeditaram a “Revolta do Buzu”, manifestação ocorrida em 2003 que reivindicava a redução de R$ 0,20 do preço do transporte e incentivou o surgimento de mobilizações por todo o país.

Diante dos sucessíveis aumentos da gasolina e do gás de cozinha, imposto pela agenda de Temer, o povo de Salvador vai precisar se virar ainda mais para sobreviver e se deslocar após o acréscimo. A política neoliberal só prejudica o pobre e beneficia empresários.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Em 2018, olhos abertos para o Santander

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O ano começa com atenção redobrada no Santander. As entidades sindicais estão ligadas em qualquer tentativa do banco de tentar colocar em prática uma política, baseada na nova lei trabalhista, que retira direitos dos funcionários.

Graças à unidade dos bancários, 2017 terminou com uma grande mobilização nacional em defesa dos direitos, que chamou a atenção de todo o país. Estados como Bahia e Sergipe conseguiram paralisar as atividades de todas as agências por 24 horas. Um exemplo.

A vigilância continua, afinal o Santander gosta de utilizar os períodos de festa, para mudar drasticamente a rotina do funcionário sem fazer alarde. Não faz muito tempo, em dezembro de 2012, o banco espanhol promoveu, demissão em massa em todo o país e mais de 2 mil trabalhadores foram dispensados.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Desigualdade cresce com Michel Temer

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

As políticas neoliberais e as movimentações que beneficiam o capital privado no país, promovidas por Temer, aumentam a desigualdade social e promovem a concentração de renda entre os ricos enquanto os pobres sentem na pele a crise econômica.

Com os maiores salários, apenas 10% dos trabalhadores (cerca de 8,5 milhões) recebiam 41,7% do rendimento de todos os trabalhos no terceiro trimestre de 2017, equivalente a R$ 774 bilhões. Na outra ponta, com os menores salários, 40% dos trabalhadores, (cerca de 36 milhões) recebiam somente 12,7%, equivalente a R$ 23,7 bilhões.
A desigualdade no Brasil cresceu em 2017, por causa da agenda neoliberal. Com isso, houve aumento do trabalho informal e do desemprego. A crise econômica, que atrapalha o desenvolvimento do país, também continua.

Os números são da LCA Consultores, e levantados com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

MPT apura rotina de trabalho da categoria

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A rotina de trabalho estressante, a cobrança de metas absurdas e o assédio moral, fazem da categoria bancária uma das que mais sofrem com problemas de saúde. Os dados do INSS comprovam. O número de afastamentos saltou de 100, em 2010, para 900, em 2015.

Diante do cenário alarmante, o MPT (Ministério Público do Trabalho), em parceria com o Sindicato dos Bancários da Bahia e outras entidades, fez um diagnóstico detalhado sobre o setor bancário no Estado. Os resultados práticos já começam a aparecer. Auditores fiscais entregaram, nesta quinta-feira (21/12), ao procurador chefe do MPT, Luís Carneiros, o relatório de fiscalização em bancos. Com o documento, o MPT irá instruir inquéritos para apurar as condições de saúde no setor financeiro.

A ação dos fiscais identificou uma série problemas organizacionais na forma de trabalho. As principais irregularidades foram identificadas no Banco do Brasil, Bradesco, Caixa e Itaú. O grande número de afastamentos por doenças ocupacionais é o principal alvo da atuação.

O alto índice de adoecimento no setor bancário já havia sido demonstrado no estudo coordenado pelo MPT, divulgado em novembro. Agora são apresentados elementos que viabilizam transformar os dados em investigações, podendo gerar um TAC ou ações civis públicas para regularizar o ambiente de trabalho.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Sem bancário, agências vivem lotadas

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O primeiro dia útil de 2018 foi complicado nas agências bancárias de Salvador. Filas longas, caixas eletrônicos inoperantes e sistema de ar condicionado ruim em pleno verão causaram muita dor de cabeça. O problema, no entanto, não é incomum. Todo início de mês, a rotina é a mesma com transtornos para os clientes e os funcionários.

Nem os aposentados escapam. É o caso de Antônio Teixeira. Correntista da Caixa, reclama do número reduzido de empregados para atender a população. “Não tenho o que reclamar dos funcionários. O problema é que são poucos e a demanda é muito alta. Sabemos disso”.

Verdade. A Caixa chegou a ter 101 mil empregados no fim de 2014. Hoje, depois de sucessivos planos de desligamento voluntário, tem cerca de 87 mil para atender mais de 86 milhões de clientes, de acordo com dados da própria instituição referentes ao terceiro trimestre de 2017.

Nos demais bancos, a realidade é a mesma e os números novamente comprovam. O BB reduziu 16 mil postos de trabalho em dois anos, resultado do plano de aposentadoria. No Bradesco, 4.455 funcionários aderiram ao PDV (Plano de Desligamento Voluntário). Santander e Itaú também seguem demitindo.

“Nos últimos dois anos, o setor perdeu cerca de 40 mil empregos. Resultado de uma lógica perversa que potencializa o lucro em detrimento do atendimento à população”, ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos. A entidade, inclusive, tem diversas ações na Justiça, para cobrar dos bancos a ampliação do quadro de pessoal.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Senha seletiva discrimina cliente no BB

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O Banco do Brasil acaba de instituir um novo sistema de distribuição de senha para atendimento, de caráter altamente seletivo e discriminatório, o qual termina por prejudicar justamente o público menos favorecido que necessita dos serviços da instituição financeira, independentemente de integrar o grupo preferencial. A ordem de chegada deixa de prevalecer.

Agora, ao retirar uma senha, o usuário tem de escolher uma opção combinada em duas categorias de atendimento. Uma é a de Serviços, que inclui Prioritário, Convencional, Troco, Rápido, Estilo e Câmbio. A outra é a de Carteiras, que abrange as alternativas Não Cliente, Cliente, Demais Grupos, Grupos Negociais, Personalizado, Estilo e Preferencial.

A nova regra privilegia de forma absurda o usuário que é cliente do banco, com gorda conta corrente e grandes aplicações, e penaliza os mais necessitados. Por exemplo, a combinação Convencional-Não Cliente é a mais discriminada. Tem de esperar muito tempo para ser atendido, pois a preferência é sempre dos mais abastados. Um absurdo.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Temer quer pagar R$ 10 bi a americanos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Considerada pelas elites brasileiras como a solução para acabar com a corrupção no Brasil, diga-se de passagem, só para enganar o povo, a Lava Jato não recuperou nem R$ 5 bilhões do total de R$ 42 bilhões desviados da Petrobras. Mas, a estatal, presidida por Pedro Parente, indicado pelo PSDB, vai pagar R$ 10 bilhões, para os investidores americanos.

O acordo, o dobro do recuperado, foi feito entre o governo Temer e os investidores americanos para encerrar uma disputa judicial nos Estados Unidos. Ou seja, a operação não era para estancar a sangria. As empresas envolvidas são as mesmas beneficiadas com a privatização do pré-sal.

Diante do caso absurdo, o PT ingressou com representação na PGR (Procuradoria Geral da República) para barrar a ação. Para o líder do partido na Câmara, o deputado Paulo Pimenta, “todo o dinheiro recuperado pela operação já foi entregue para os americanos”. O senador Roberto Requião (PMDB-PR), reagiu com indignação sobre o pagamento as empresas. “Quem rouba quem, quem rouba o que?”.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Por reforma, Temer quer cortar salários

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Para aprovar a reforma da Previdência, Temer é capaz de tudo. Agora chantageia o servidor público. Em entrevista ao Portal R7, disse que os trabalhadores e pensionistas terão os salários cortados, caso a proposta não seja aprovada pelo Congresso Nacional.

O peemedebista que chegou ao poder através de um golpe midiático-jurídico-parlamentar, é considerado o governante mais impopular do mundo, com 97% de rejeição, segundo o Instituto Ipsos.

A pesquisa Datafolha o considera o pior cabo eleitoral do país, como não bastasse a impopularidade perante os brasileiros. Ninguém quer a imagem ligada ao primeiro presidente denunciado por corrupção, obstrução da Justiça e formação de organização criminosa.

Fonte: O Bancário

4 jan 2018

Bancos fecham 17.711 vagas até novembro

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os lucros bilionários, de mais de R$ 50 bilhões de janeiro a setembro, não impedem que os bancos demitam os funcionários. De janeiro a novembro do ano passado, as empresas fecharam 17.711 postos de trabalho. O número é 53,7% maior do que o registrado no mesmo período de 2016.

Com dois PDVs lançados no ano passado, a Caixa é o que mais cortou vagas, 6.878 até novembro. Os demais bancos juntos extinguiram 10.541 postos. Os dados são do Pesquisa de Emprego Bancário, feita com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Os estados que mais fecharam postos de trabalho foram São Paulo (-5.186), Paraná (-2.965) e Rio de Janeiro (-1.969). A Paraíba apresentou saldo positivo, com a geração de 74 empregos.

Em relação à faixa etária, a pesquisa aponta que os empregados com idade de 50 a 64 anos continuam sendo os mais afetados. Foram fechadas 15.101 vagas para o grupo. Os mais jovens, entre 18 e 24 anos, representam a maioria dos postos de trabalho criados, 7.317.

A pesquisa revela ainda que as mulheres seguem discriminadas no setor. O salário médio das bancárias contratadas no período foi de R$ 3.460,78, ou seja, 71,8% da remuneração média dos homens. A diferença é constatada também no desligamento. As mulheres dispensadas ganhavam, em média, R$ 6.525,09. Diferença de 76,9% ante o salário dos homens demitidos.

Fonte: O Bancário

28 dez 2017

Um Ano Novo de Vitórias!

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria