6 jun 2019

Dia 14 tem greve geral em defesa da aposentadoria

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Dia 14 tem greve geral em defesa da aposentadoria]

A resposta contra os retrocessos impostos pelo governo Bolsonaro vem das ruas. Unidos contra a reforma da Previdência, trabalhadores de todo o país cruzam os braços parar no dia 14 de junho, na greve geral, em defesa da aposentadoria digna, da educação e por emprego. 

À serviço do grande capital, principalmente o sistema financeiro, o governo Bolsonaro tenta acabar com a Previdência Social, para impor um sistema que impossibilita a aposentadoria e, de quebra, empobrece a população. No fim, a “reforma” vai marginalizar mais ainda os trabalhadores informais, mulheres e pobres. 

A greve geral é uma continuação das manifestações que ocorrem em todo o país contra a política de austeridade que tem piora a vida no Brasil. No dia 22 de março, foi realizado o ato do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência. Em 15 e 30 de maio, milhões de estudantes, professores e trabalhadores ocuparam as ruas em defesa da educação.

Contra o autoritarismo do governo, que não se coloca a disposição de ouvir as entidades representativas, e que chama estudantes de “idiotas úteis” por reivindicar educação, o 14 de junho se faz necessário para a garantia de direitos. #TodosJuntosNaGreveGeral

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Frente parlamentar reunida em defesa da Previdência

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Frente parlamentar reunida em defesa da Previdência]

Foi reinterado o posicionamento contrário à PEC 6/2019 durante reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social entre os representantes de centrais sindicais, federações, associações e sindicatos, deputados federais e senadores.

A capitalização e a desconstitucionalização foram apontadas como principais prejuízos da reforma da Previdência para a população. O governo Bolsonaro propõe mudar o regime de repartição solidária.

Hoje, os recursos são gerados a partir das contribuições dos trabalhadores, impostos e contribuição das empresas. Com a mudança, o regime de capitalização passará a ser alimentado somente pelas contribuições individuais dos trabalhadores através de uma poupança em contas geridas por bancos. 

A desconstitucionalização das normas de previdência social é considerada um fator que traz insegurança em relação ao futuro da previdência oficial no Brasil. A PEC 6/2019 prevê a retirada de diversas regras que regulam a previdência dos regimes próprios e geral do texto da Constituição. 
Pela proposta do governo, as regras contidas atualmente na Constituição serão definidas por Lei Complementar. O problema é que uma PEC exige 3/5 dos votos na Câmara Federal e 3/5 no Senado Federal, enquanto uma LC exige maioria absoluta. Apenas. 
O coordenador da reunião, senador Bohn Gass (PT-RS), também defendeu a importância de uma reforma tributária na ocasião. Para ele, é fundamental o debate de outras fontes de arrecadação nos estados e não tirar de quem tem direito.

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Empregados cobram fim do desmonte na Caixa

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Empregados cobram fim do desmonte na Caixa]

Os empregados da Caixa estão unidos contra todos os ataques do governo que atingem em cheio o funcionalismo e a sociedade. Em carta aberta para o presidente da instituição, os trabalhadores ressaltaram que, desde que Pedro Guimarães assumiu o comando da empresa, cumpre passo a passo a estratégia para enfraquecer, mutilar e destruir o banco que é patrimônio do povo brasileiro.

No documento, apontaram como uma das mais recentes medidas prejudiciais aos trabalhadores o plano de realocação de pessoal. A decisão foi tomada sem qualquer diálogo com as representações dos empregados. A carta aponta que as entidades encaminharam ofício solicitando imediata audiência com a direção da Caixa para abrir o diálogo e resguardar os direitos. 

Em um trecho do documento fala que “as entidades receberam denúncias que tais transferências têm cunho discriminatório e não observaram as limitações constantes em editais de concurso”.

Os trabalhadores também apontaram que as medidas nefastas adotadas nos últimos três anos levaram à perda de quase 17 mil empregos. As ações afetam as condições de trabalho, o que provoca adoecimento e comprometem a qualidade do atendimento à população. 

O crescimento da Caixa nos últimos anos também foi ressaltado. Os empregados destacaram que o banco superou, em 2017, o patamar de R$ 1,8 bilhão, com previsão de mais de R$ 2,1 bilhões, em 2018. Por coma disto, não faz sentido vender a área de cartões, que rendeu valores superiores a R$ 2 bilhões em 2017. 

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Governo mente ao atribuir a crise à Previdência

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Governo mente ao atribuir a crise à Previdência]

Não há razão que justifique a recessão que o país enfrenta. Não houve nenhuma guerra, catástrofe, ataque de pestes qualquer outro fator de tamanha gravidade para fazer sentido o momento atual. É nítido que é uma crise fabricada, por empresários e principalmente para que sistema financeiro se aposse da aposentadoria dos trabalhadores por meio da capitalização.

O Tesouro Nacional tem R$ 1,7 trilhão no caixa. No Banco Central R$ 1,2 trilhão na conta, e só de reservas internacionais são R$ 1,5 trilhão. São mais de R$ 4 trilhões na gaveta. Os dados foram apresentados no Seminário Internacional: Experiências em Previdência Social. 

Ainda segundo levantamento, de 1995 até 2015, o Brasil produziu R$ 1 trilhão de superávit primário, ou seja, arrecadou mais do que gastou. No período, a dívida de R$ 86 bilhões saltou para R$ 4 trilhões. Ou seja, não é fruto de despesas de manutenção do estado com prestação de serviço à população, mas sim pela política monetária do Banco Central. 

No fim das contas o que vem travando a economia brasileira não é a Previdência, mas sim o esquema de crise que o governo criou. 

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Após o engodo trabalhista, vem o da Previdência

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Após o engodo trabalhista, vem o da Previdência]

Assim como a reforma trabalhista, a reforma da Previdência deixa o brasileiro ainda mais vulnerável e sem o direito à aposentadoria. Todos vão sentir. Desde os trabalhadores rurais, idosos em situação de miséria, mulheres, pessoas mais pobres. Só não mexe nos privilégios do topo da pirâmide social, como argumenta Bolsonaro. 

Não é a primeira vez que o governo e a grande mídia tentam enganar a nação. Com a reforma trabalhista, a promessa era de gerar mais de 8 milhões de empregos formais e, consequentemente, retomar o crescimento econômico. 

Mas, na prática, nada disso aconteceu. A recessão continua e o desemprego não para de crescer. Mais de 13 milhões estão sem trabalho. Sem contar com as mais de 24 milhões de pessoas subutilizadas ou em trabalho informal, sem garantia alguma.

Na verdade, a reforma trabalhista serviu apenas para atender agenda de austeridade do neoliberalismo, que deixa o cidadão fragilizado, sem segurança trabalhista e empobrece a população que tem os salários ainda mais achatados em um país onde o custo de vida está cada dia maior.

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

PL desrespeita final de semana dos bancários. Reaja

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[ PL desrespeita final de semana dos bancários. Reaja]

O Projeto de Lei 1043/19 quer obrigar os bancos a abrir as agências no final de semana. Pela proposta do deputado federal David Soares (DEM-SP), as unidades abririam aos sábados, das 9h às 14h, e aos domingos, das 9h às 13h. O PL, que ignora o Acordo Coletivo e as conquistas dos bancários, está sendo analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania.

O Santander, por exemplo, já ensaia a abertura de agências nos finais de semana ao selecionar 29 unidades pelo Brasil para o que chama de “trabalho voluntário”, sob a justificativa de “educação financeira” aos sábados. O Sindicato da Bahia atento aos ataques contra os empregados realiza ato para impedir a atividade.

O direito dos bancários de não trabalhar aos sábados e domingos é assegurado pela Lei 7.430/85, e está no artigo 224 da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). A conquista não foi fácil. Mas, sim, através de muita luta do movimento sindical, que já enfrentava o setor mais poderoso desde 1962, quando aconteceu a maior greve da categoria no país.

Os bancários devem se manifestar contra o projeto de lei na enquete disponibilizada no site da Câmara Federal. Vote e defenda o direito garantido de não trabalhar aos finais de semana. Caso o PL seja aprovado nas comissões, seguirá para votação em plenário.

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Capitalização falhou em países onde foi implantado

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Capitalização falhou em países onde foi implantado ]

Para agradar os bancos, o governo Bolsonaro tenta empurrar a capitalização, prevista na reforma da Previdência. Mas, para quem acha que é uma excelente ideia, vai um dado. O sistema falhou em 60% dos países que o adotaram, de acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho).


No sistema de capitalização, o princípio da solidariedade entre os trabalhadores é liquidado. Cada um é responsável por fazer a própria poupança para a aposentadoria. Ou seja, os bancos vão administrar os recursos. Com isso, mais lucros. 


As experiências anteriores mostram que onde houve a privatização das aposentadorias, prejuízos foram constatados. Tanto que dos 30 países que modificaram o sistema completamente ou em parte, entre 1981 e 2014, até o ano passado, 18 fizeram uma nova reforma ou reverteram as mudanças de alguma maneira.  


Os problemas se acumularam. Custos fiscais e administrativos do novo sistema elevados, baixo valor das aposentadorias e desigualdade de renda. Além disso, o número de pessoas cobertas pela Previdência caiu na maioria dos países.


A OIT recomenda que o valor da aposentadoria seja de, no mínimo, 40% do salário-base de cada trabalhador após 30 anos de atividade. No entanto, diversos países que adotaram a capitalização, tiveram retração nas quantias, que ficaram abaixo deste índice. Na Bolívia, por exemplo, as pensões passaram a corresponder em média a 20% do salário que o trabalhador teve durante a carreira. 


Lista 
Os 18 países que tentaram a capitalização, mas fizeram novas reformas, foram: Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, Bulgária, Cazaquistão, Croácia, Eslováquia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Macedônia, Polônia, República Tcheca, Romênia e Rússia.


Completam a relação: Colômbia, Chile, Peru, Uruguai, México, El Salvador, Costa Rica, República Dominicana, Panamá, Armênia, Nigéria e Gana.

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Bancários aprovam adesão à greve geral do dia 14

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Bancários aprovam adesão à greve geral do dia 14]

Reunidos em assembleia, na noite desta terça-feira (04/06), os bancários da base do Sindicato da Bahia (Salvador) aprovaram, por unanimidade, participação na greve geral do dia 14 de junho, contra a reforma da Previdência, em defesa  da educação e do emprego.


Em Salvador, acontece passeata com saída do Campo Grande, às 15h. O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, ressaltou que é importante que a categoria se mobilize e participe da manifestação. “A união dos trabalhadores é fundamental para enfrentar a ofensiva do governo contra os direitos e a soberania nacional”.


Para beneficiar o sistema financeiro, o governo Bolsonaro tenta acabar com a Previdência Social, para impor um sistema que impossibilita a aposentadoria e, de quebra, empobrece a população. Mas, enriquece os bancos. 


A greve geral é uma continuação das manifestações que ocorrem em todo o país contra a política de austeridade que tem piora a vida no Brasil. No dia 22 de março, foi realizado o ato do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência. Em 15 e 30 de maio, milhões de estudantes, professores e trabalhadores ocuparam as ruas em defesa da educação.


Nova assembleia
O Sindicato realiza uma nova assembleia para organizar a greve geral no dia 13 de junho, às 18h30, na sede da entidade. 

6 jun 2019

Novas tecnologias ameaçam emprego bancário

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Novas tecnologias ameaçam emprego bancário]

A expansão de novas empresas que ofertam serviços financeiros pode ser considerada uma ameaça aos bancários. As chamadas fintechs apostam na desbancarização, que consiste em acessar os dados dos clientes que estão fora dos bancos por conta da informalidade ou alguma restrição cadastral para abrir uma conta em instituições financeiras.

Nas agências, os bancários são pressionados a vender produtos, ofertar serviços e aumentar a cartela de correntistas para aumentar o lucro dos bancos. Pelas manchetes de sites especializados no mercado financeiro, os banqueiros não estão gostando do avanço das empresas como a NuBank, conhecida por oferecer cartão de crédito sem cobrança de anuidade. 

Com autorização do Conselho Monetário Nacional do Banco Central, as fintechs intermediam serviços financeiros, como empréstimos e cartões com custo baixo para lojistas e consumidores, via aplicativo virtual.

As empresas não podem abrir conta corrente ou poupança, mas têm autorização de acessar os dados dos clientes em outras instituições financeiras para conseguir prestar os serviços que são autorizadas. Uma ameaça ao emprego dos bancários.

Fonte: O Bancário

6 jun 2019

Maioria que usa cheque especial é de baixa renda

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Maioria que usa cheque especial é de baixa renda]

A população de baixa renda é a que mais sente os efeitos perversos da política de austeridade. Com o custo de vida cada vez mais elevado e sem saída, muita gente acaba recorrendo ao cheque especial. Um caminho perigoso que pode deixar o cidadão ainda mais enrolado, já que os bancos não costumam aliviar na cobrança dos juros.

A maioria das pessoas (44%) que está cheque especial tem renda de até dois salários mínimos. Outros 33,5% têm entre dois e cinco salários. Entre mais de cinco até 10 salários mínimos são 13,8% e acima de 10 salários mínimos são 8,8%. Os dados são do Banco Central.

O cheque especial tem uma das taxas mais elevadas do mercado. Média de 312,6% ao ano. Em dezembro de 2018, o valor devido na modalidade era de R$ 21,98 bilhões.

O valor médio de utilização foi de cerca de R$ 1.310,00 e a taxa de inadimplência, de 15,36%. O gasto médio mensal com juros ficou em R$ 136,00. Por isso, o brasileiro deve fugir da modalidade de crédito, independentemente de renda.

Fonte: O Bancário