9 out 2019

As concessões de rádio e TV precisam ser revistas

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Por Pedro Cardoso

Faz tempo que venho querendo falar sobre Silvio, que de santo não tem nada. Pudores de respeito para com a democracia me dificultavam, no entanto. Mas diante do concurso de beleza de crianças desfilando de maiô para serem julgadas por sua aparência, meus pudores deram lugar a revolta.
Ilustração: Miguel Paiva/BR247

Nunca gostei de Silvio. Acho o trabalho dele de péssima qualidade. Acho o programa dele chatíssimo. Acho que Silvio fez dinheiro vendendo ilusão para pobres brasileiros. Acho Silvio um irresponsável social. Estive na tv dele para dar entrevista sobre o meu trabalho e nunca gostei de ir lá! Silvio participa de longa data do projeto fascista brasileiro. Agora é garoto propaganda declarado dele! Acho que Silvio presta um desserviço ao Brasil com sua televisão medíocre e seu comportamento libidinoso e mal educado. Dane-se o meu pudor.

Não me acho mais obrigado a garantir a democracia para quem se dedica a destruí-la. E não é só Silvio e o seu SBT. São inúmeras as concessões públicas de rádio e tv usadas para minar as bases intelectuais da nossa democracia. O compromisso para com a democracia nos exige tomarmos nítida posição contra quem a quer destruir. O poder da comunicação de massa é tamanho que as empresas a quem nós cedemos o uso devem estar submetidas ao mais rigoroso compromisso democrático. E nisso incluo todas! Umas mais outras menos, TODAS – redes Globo, TV, Band… todas! – as empresas de comunicação de massa no Brasil ainda devem a nós uma muito mais responsável atuação.

Os caminhos se fecharão para mim com o que digo aqui. Mas de que me valem caminhos abertos que conduzem ao lugar sombrio da ignorância?! Nada.

Desfile de beleza infantil – doença norteamericana que Silvio e seus iguais tanto admiram – é uma afronta insuportável a dignidade da pessoa. São mesmo falsos os moralistas pseudo religiosos hoje no poder. O silêncio deles os revela!

Sugiro que todas as concessões de sinal de rádio e tv sejam revistas em um futuro governo democrático; não a luz da política partidária; mas da seriedade, da honestidade e do compromisso para com a democracia e o estado laico por parte de quem as pretende explorar.

Rádios e tvs, devem ser lugar de seriedade. Viva a TV Cultura.

Pedro Cardoso é ator.

Fonte: Portal CTB

9 out 2019

Fracasso faz países reestatizarem as empresas

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Fracasso faz países reestatizarem as empresas]

As privatizações realizadas por grandes países na década de 90 foram um verdadeiro fracasso. Além da piora dos serviços, as nações ficaram vulneráveis às crises. No mundo, 884 empresas foram reestatizadas e 49 renacionalizadas entre 2000 e 2017. A maioria depois do abalo financeiro de 2008.


Na Europa, a tendência continua forte. Alemanha e França foram responsáveis por 500 reestatizações. Mas, outros casos são observados também no Japão, Argentina, Índia, Canadá e até nos Estados Unidos. O país referência para o capitalismo, os EUA estão na terceira posição da lista, com 67 reestatizações.


A informação da consultoria holandesa Transnational Institute (TNI) deveria servir de exemplo para o Brasil. Mas, o governo Bolsonaro ignora a realidade e segue com a política de desmonte das estatais. A intenção, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, é intensificar as privatizações em 2020 e “entregar tudo o que for possível” até 2022.


Em agosto, o governo anunciou o nome de 17 empresas a serem vendidas. Na lista, Correios, Telebras, Casa da Moeda e Serpro. As privatizações, no entanto, já começaram. Em julho, parte da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, foi vendida por apenas R$ 8,6 bilhões.   


Mesmo ciente de que as empresas estatais são fundamentais para o desenvolvimento de uma nação, o governo insiste em entregar o patrimônio nacional ao grande capital privado, sobretudo o estrangeiro. Um caminho que aumenta as desigualdades sociais vai jogar milhões na pobreza.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Caixa pode perder a exclusividade do FGTS

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Caixa pode perder a exclusividade do FGTS]

É só notícia ruim com o governo Bolsonaro. O ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou o jogo e disse que pretende dar ao mercado o controle do FGTS, tirando a exclusividade da Caixa. Com a medida, o governo transfere de mão beijada cerca de R$ 60 bilhões para o sistema financeiro privado.


A intenção é aproveitar a MP (Medida Provisória) que libera os saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para fazer uma grande reformulação. A principal mudança é a “quebra do monopólio da Caixa como operadora do FGTS, permitindo o acesso aos recursos a bancos privados”.  


Quer dizer, o governo vai tirar os recursos utilizados para projetos de infraestrutura, saneamento básico e habitação para presentear o mercado. Para se ter ideia, no ano passado, a Caixa destinou R$ 62,3 bilhões em crédito para esses setores. 


A população mais carente será a mais atingida mais uma vez. Quem admite é o próprio presidente do banco, Pedro Guimarães. “Nos dez anos do Minha Casa Minha Vida, a participação dos bancos privados é quase inexistente. Essas instituições estão presentes preponderantemente no Sul e no Sudeste, enquanto a Caixa está em 97% dos municípios brasileiros”.


Não é só isso. O governo estuda afrouxar ainda mais a legislação para as empresas, com o fim da multa adicional de 10% paga em caso de demissão sem justa causa. A medida mantém apenas a multa de 40% paga aos trabalhadores desligados de forma imotivada.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Pesquisa avalia estresse ocupacional do bancário

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Pesquisa avalia estresse ocupacional do bancário ]

Com uma rotina de constante pressão, bancários são cobrados diariamente a apresentar resultados. Trabalho que gera sobrecarga, estresse e adoecimento. Para avaliar a vivência, o mestrando e funcionário do BB, Roque Saulo do Nascimento Andrade, realiza a pesquisa “O Nível de Estresse Ocupacional e Sua Relação Com O Nível de Satisfação Do Cliente Bancário”.


Para responder, basta clicar AQUI. Com a redução de bancários nas agências, clientes passaram a enfrentar longas filas, gerando imensa insatisfação. A pesquisa engloba este tema, avaliando a relação do estresse da atuação dos trabalhadores nos postos bancários da Bahia, e o quanto pode impactar no nível de satisfação dos clientes. 


O levantamento abre campo para futuras discussões sobre como reduzir o estresse dos bancários e como melhorar o atendimento. Não deixe de participar.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Redução dos juros é bom, mas estimula dívidas

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Redução dos juros é bom, mas estimula dívidas ]

Com a queda da taxa básica de juros do país, que agora está em 5,5% ao ano, as expectativas de inflação entre os consumidores brasileiros para os próximos 12 meses, aumentaram. A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), acumula taxa de 3,43% nesse mesmo período, segundo dados de agosto.


A redução afeta todas as linhas de crédito, inclusive aquelas ligadas à renegociação de dívidas, que, com os juros menores, possibilita até parcelas mais baixas para o consumidor. 


Por outro lado, é fundamental que o brasileiro não se sobrecarregue de dívidas, pois, junto com o cenário favorável, vem também o risco de juros muito maiores nos próximos anos, elevando a parcela média na renda comprometida com dívidas entre as famílias, que em agosto deste ano, alcançou 29,8%. E entre os que possuem o risco de não pagar o dinheiro emprestado, atualmente, é 23,27%.


Isso ocorre porque a inflação continua a mercê da economia brasileira, que por sinal, não dá sinais de avanço. Prova disso é que as contas públicas continuam no vermelho, devendo fechar em 2019 com o rombo de R$ 139 bilhões.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Danos da tecnologia nas relações de trabalho

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Danos da tecnologia nas relações de trabalho]

Não há como negar. A tecnologia mudou as relações humanas e proporciona uma imensidão de benefícios para o dia a dia. Tudo ou quase tudo hoje pode ser feito com poucos cliques em uma tela de celular. Até aí está tudo “beleza”. O problema é que a nova ferramenta também invadiu o mundo do trabalho e, muitas vezes, sem controle de hora.


É comum, por exemplo, o trabalhador receber mensagem fora do expediente, no fim de semana, durante as férias e até mesmo altas horas da noite. E como no mundo moderno “tudo é para ontem”, a resposta tem de ser imediata. Esperar, muitas vezes, vira motivo de reclamação no dia seguinte. 


O trabalhador deve ficar atento. As empresas também. Pois as mensagens fora de horário podem desrespeitar os direitos trabalhistas, sobretudo no quesito extrapolação da jornada e hora extra. A Justiça está atenta, principalmente ao uso indevido do Whatsapp.


Especialistas destacam que, antes de acionar o trabalhador fora do horário, a empresa deve verificar a real necessidade da atuação. Mesmo que seja uma demanda urgente, o ideal é esperar até o dia seguinte, no horário da jornada. Caso não possa aguardar, ao solicitar a carga de trabalho adicional é importante que o trabalhador seja recompensado depois de alguma forma: ou com pagamento de hora extra, com folgas ou aumentando o descanso intrajornada.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Utilizar o celular fora do trabalho gera hora extra

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Utilizar o celular fora do trabalho gera hora extra]

O Brasil é um dos países mais conectados do mundo. Cerca de 120 milhões de pessoas acessam a internet. É cada vez maior também o número de brasileiros que utilizam o celular para fins profissionais fora do horário de trabalho. 

Pesquisa da empresa de consultoria Deloitte revela que 60% dos trabalhadores utilizam o smartphone para realizar alguma atividade do trabalho fora do expediente. No entanto, em alguns casos, as atividades são consideradas como continuidade do trabalho e, por isso, merecem hora extra.

A legislação é clara. Entre as implicações, a primeira é o direito ao adicional de sobreaviso, quando o empregado, mesmo em casa, pode ser chamado a qualquer momento. Neste caso, o trabalhador é interrompido da hora de lazer, colocando-o em sobreaviso através do celular. A lei garante que seja pago 1/3 da hora normal sobre essas horas. 

No segundo caso, quando a tarefa é realizada através do smartphone no período de descanso, deverá ser pago hora extra. No caso dessas horas serem efetivamente trabalhadas, o empregado fará jus ao valor da hora normal mais 50%.

O mesmo vale para o uso de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. As atividades delegadas aos funcionários, seja por mensagens privadas ou por grupo, podem ser configuras como hora extra. Quando em grupo, é importante ressaltar, que a regra se aplica quando o empregado for acionado diretamente.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Gasto com tarifas aumenta 150% em 10 anos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Gasto com tarifas aumenta 150% em 10 anos]

A maior parte da população hoje recorre ao cartão de crédito no momento de aperto financeiro. No entanto, o hábito de comprar parcelado tem endividado cada vez mais os brasileiros. Não é a toa que os gastos com tarifas bancárias subiram 150% em quase 10 anos, é o que aponta a nova edição da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE.


Sem uma política de fiscalização eficiente, que impeçam as cobranças absurdas, os bancos se aproveitam do consumo sem freio, sobretudo dos jovens. Para se ter uma ideia, 86,5% dos brasileiros com mais de 15 anos tinham uma conta bancária em 2017.


Além dos abusos cometidos pelos bancos, que “metem a faca” quando o assunto é taxa de juros, a falta de educação financeira contribui para o elevado nível de endividamento do brasileiro.

Fonte: O Bancário

9 out 2019

Cresce o número de feminicídios no Brasil

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Cresce o número de feminicídios no Brasil]

A violência contra a mulher é uma realidade preocupante no Brasil e tem aumentado. A cada quatro minutos uma mulher é agredida. Na maioria dos casos, por pessoas próximas. Diariamente, 180 mulheres, em média, são estupradas, a maioria é negra. Os dados registram ainda crescimento na quantidade de crianças violentadas, muitas vezes por familiares ou conhecidos. 


Alta também de 4% nos casos de feminicídio entre 2017 e 2018. Foram registrados 2.357 crimes, o que significa uma vítima morta, por ser mulher a cada oito horas. Os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostraram que se comparado com 2015, ano que a Lei do Feminicídio foi criada, o aumento foi de 62,7%. As vítimas são negras na maioria dos casos (61%) e estudaram até o ensino fundamental (70,7%). 


Sobre os casos de lesão corporal dolosa relacionados à violência doméstica, o anuário aponta crescimento de 2017 para 2018, passando de 252.895 registros para 263.067. Segundo o relatório, o feminicídio está intimamente ligado à violência doméstica. No total, 88,8% das ocorrências são cometidas por parceiros ou ex-companheiros e em 65,6% os assassinatos acontecem na residência da vítima.


Para denunciar casos de violência contra as mulheres, ligue 180. A ligação para o Centro de Atendimento à Mulher é gratuita, confidencial e a denúncia funciona 24 horas por dia.

Fonte: O Bancário

Por Marcos Aurélio Ruy

Desde os anos 1990, o Outubro Rosa vem chamando a atenção para a necessidade de maior atenção à saúde da mulher. Lembrando que o mês ganhou essa cor para reforçar o controle do câncer de mama, o segundo de maior incidência sobre as mulheres no Brasil e no mundo, só perde para o câncer de pele não melanoma.

“Todas as conquistas dos últimos anos”, afirma Elgiane Lago, secretária de Saúde da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), “estão indo por água abaixo com os cortes promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro”.

De acordo com Elgiane, os retrocessos na saúde avançaram com o golpe de 2016 e ganham ênfase maior no atual governo. “O Ministério da Saúde tem projetos para passar o dinheiro público para empresas privadas de saúde e isso pode acabar com o SUS (Sistema Único de Saúde), o que liquida com a medicina preventiva e com os programas de atendimento à população”.

A começar pelo Teto de Gastos – Emenda Constitucional 95 -, que congela os investimentos públicos por 20 anos. “Temos assistido à queda de participação federal na saúde, como proporção na receita corrente líquida. Ela foi 15,77% em 2017, caiu pra aproximadamente 14% em 2018 e agora no orçamento de 2019 era 13,8%”, afirma o economista Francisco Funcia, assessor técnico do Conselho Nacional de Sáude para orçamento do SUS para a repórter Beatriz Mota, numa publicação da Fiocruz.

Ele explica ainda que esse parco recurso sofreu um corte de 3% pelo governo Bolsonaro. “O que é grave para estados e, principalmente, municípios. Um estudo que a gente fez mostra que os municípios aumentaram até 2,5 vezes a participação no financiamento da saúde no Brasil, entre os anos de 1991 e 2017. Eles participavam com 12% no total (1991) e passaram a participar com 31% (2017). E a contribuição da União, neste tempo, caiu de 72% para 43%. Com qualquer queda do gasto federal, os municípios não têm mais condições materiais e objetivas de compensar”.

Em números absolutos, o Ministério da Saúde teve o congelamento de R$ 599 milhões, 3% do que foi orçado para 2019. “Considerando que o SUS tem enfrentado processo de subfinanciamento crônico desde a sua constituição, que se agravou fortemente a partir da EC 95, em 2017 – com um processo que a gente tem denominado hoje como ‘desfinanciamento’ –, tirar qualquer recurso previsto significa um grave problema. Não há como manter um sistema único de saúde como o nosso, retirando a cada ano mais recurso. Se nada for feito, o SUS vai morrer por asfixia financeira”, assinala Funcia.

Por isso, acentua Elgiane, “defender o SUS é a prioridade das prioridades”. Para a sindicalista gaúcha, “o congelamento dos investimentos públicos em todas as áreas afeta sobremaneira a saúde porque deteriora as condições de vida das pessoas, provocando número maior de adoecimentos, tanto que estamos vendo voltarem doenças já dadas como extintas, principalmente relacionadas às condições de salubridade”.

Artigo publicado no periódico BMC Medicine, mostra que os cortes de gastos federais para o programa Estratégia da Saúde da Família por causa da EC 95 podem levar a 27,6 mil mortes evitáveis até 2030. Além da praticamente extinção do programa Mais Médicos acarreta um possível aumento de 8,6% na mortalidade, o que representa cerca de 48,5 mil óbitos perfeitamente evitáveis em decorrência do abandono de políticas públicas fundamentais para a maioria da população sem acesso ao atendimento privado na saúde.

Os especialistas realçam a necessidade de políticas públicas de saúde para valorização da medicina preventiva. É nesse contexto que entra o fundamento do Outubro Rosa. “É neste mês que as mulheres podem valorizar a sua saúde, exigindo seus direitos”, acentua Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB.

Isso porque é sabido que as mulheres sofrem mais as consequências da precariedade na saúde. “São as mulheres que, em geral, têm sobre os seus ombros a responsabilidade de cuidar da saúde da família, sobrando pouco tempo para si mesma”, garante.

Prevenção ao câncer de mama

“A prevenção ao câncer de mama é essencial para mostrar à mulher a necessidade dela se cuidar e se respeitar para ser respeitada em sua vida como qualquer pessoa”, diz Ivânia Pereira, vice-presidenta da CTB. Para ela, a mamografia anual para mulheres acima dos 40 anos é fundamental para a prevenção dessa doença e “os cortes efetuados em diversas áreas e o congelamento de investimentos no setor público causam transtornos à vida de todo mundo”.

Assiste vídeo explicativo:

Tanto que a Sociedade Brasileira de Mastologia, o Colégio Brasileiro de Radiologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia divulgaram um comunicado conjunto em defesa da mamografia anual.

“As principais sociedades médicas do mundo são unânimes em recomendar o rastreamento mamográfico com uma periodicidade anual ou bienal, a depender do país. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos“, explica o comunicado à sociedade.

“A deposição da presidenta Dilma em 2016 trouxe consequências drásticas para o país. As pessoas estão mais doentes porque estão trabalhando em condições cada vez mais precárias e sem descanso adequado e a saúde pública está retrocedendo décadas por falta de atendimento adequado”, explica Ivânia.

“Cortar investimentos em áreas fundamentais para a melhoria da vida da população como saúde, educação, transportes, habitação, saneamento básico, aliados à liberação de agrotóxicos na agricultura e corte de bolsas de estudos afeta pesquisas em saúde, em prejuízo para a população mais necessitada”, conclui Elgiane.

“Acabar com o SUS é outro fator que provoca aumento da incidência da doença, porque ainda existe tratamento para câncer de mama proporcionado pelo SUS”, realça.

Fonte: Portal CTB