13 jun 2018

Maioria acha que economia piorou após o golpe

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Não precisa pensar muito para constatar que a situação do país piorou após o golpe jurídico-midiático-parlamentar de 2016. A maioria da população sabe. A cada dez brasileiros, sete avaliam que a economia se deteriorou.

Segundo pesquisa do Datafolha, 72% dos brasileiros enxergam uma piora do cenário. O descrédito em relação à gestão do governo neoliberal só aumenta. Em abril, por exemplo, o índice era de 52%.

Quando se trata da situação econômica pessoal do cidadão, 49% dizem ter passado por retrocesso. Há dois meses, o patamar era de 42%. A descrença do brasileiro é a maior na gestão Temer.

Não é para menos. Desde 2016, o governo tomou uma série de medidas que beneficiaram o grande capital em detrimento da população. Aprovação da terceirização sem limites, reforma trabalhista, cortes em programas sociais, imprescindíveis para o desenvolvimento do país e para o bem estar do cidadão. Viver no Brasil não está fácil.

Fonte: O Bancário

Com o cenário de severos ataques aos direitos trabalhistas, a campanha salarial dos bancários 2018 será de resistência. Com o slogan Todos por Tudo, a mídia deste ano mostra que a categoria está disposta a lutar pela garantia de direitos.

Os trabalhos desenvolvidos pelo Coletivo de Comunicação e profissionais da área resultaram em uma mídia que alerta sobre o risco da perda dos direitos dos bancários e dialoga com toda a categoria e com os clientes, que pagam altas taxas. Os materiais foram apresentados na 20ª Conferência Nacional, em São Paulo.

O diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Adelmo Andrade, destaca que é essencial que as entidades reproduzam os materiais com a ênfase para tornar mais fácil a campanha salarial. “Esta Conferência é vitoriosa e a mídia da campanha é reflexo disso”, ressaltou.

Fonte: O Bancário

11 jun 2018

Pauta específica nas mãos do Bradesco nesta segunda

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Ampliação dos postos de trabalho, garantias das cláusulas do acordo coletivo e mais crédito para desenvolver a economia. Esses são alguns pontos da pauta de reivindicações específica que será entregue ao Bradesco, nesta segunda-feira (11/06).

O documento foi aprovado durante encontro dos funcionários, encerrado na última sexta-feira (08/06), em São Paulo. Permeia a campanha nacional 2018 a difícil situação política econômica resultante do projeto do grande capital, sobretudo o sistema financeiro, e posto em prática por Michel Temer.

Como era de se esperar, os bancos privados não foram atingidos. Pelo contrário. Os números mostram. Em 2017, o Bradesco obteve lucro recorde de R$ 19 bilhões, crescimento de 11% em relação a 2016. A elevação é proveniente de altíssimas taxas, redução da carteira de crédito, serviços cobrados dos clientes, redução de postos de trabalho, fechamento de agências. Lucro às custas do trabalhador. Absurdo.

O banco ainda cortou 7,4 mil postos de trabalho, por meio de programa de demissão voluntária. Somente nos primeiros três meses de 2018 foram eliminados 1.215 postos de trabalho. E das 845 agências obtidas com a aquisição do HSBC, 629 foram fechadas. Os dados mostram que o banco não contribui com o desenvolvimento econômico.

Fonte: O Bancário
11 jun 2018

No Banco do Brasil, pauta fechada no 29º CNFBB

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Defender os bancos públicos dos ataques do governo neoliberal é um dos principais objetivos dos bancários do Banco do Brasil nesta campanha salarial. A pauta aprovada no 29º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, encerrado nesta sexta-feira (08/06), contempla ainda outras queatões.

Melhoria das condições de trabalho nas agências com contratação de funcionários e dos escritórios digitais; defesa da Cassi; rejeição às propostas da consultoria Accenture, contratada pelo banco, que apresenta em seu relatório modelos de governança que incluem no nível diretivo gestores externos ao corpo de associados e para a Cassi, que quebra a solidariedade e penaliza os menores salários estão no documento.

Ampliar a lutar contra a resolução 23 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União); revisão da tabela PIP no Plano Previ Futuro para melhoria do benefício; inclusão dos planos de saúde e previdência dos bancos incorporados na mesa de negociação; acordo coletivo para todos os funcionários sem a discriminação da nova lei trabalhista e a manutenção da minuta de reivindicação dos funcionários do BB completam as demandas específicas.

O 29º CNFBB aprovou resoluções políticas, como o apoio à posse de Paula Goto eleita na Diretoria de Planejamento da Previ; as moções de repúdio contra as práticas antissindicais da instituição ao gerente executivo João Gimenez, que fez ataques aos representantes eleitos nas entidades sindicais em; e ao ataque e perseguição ao companheiro Sebastián Romero, que sofre perseguições na Argentina.

Fonte: O Bancário

11 jun 2018

No Santander, martelo batido sobre reivindicações

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os bancários do Santander aprovaram a minuta do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) específico do banco, aditivo à CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) da categoria, com pequenas alterações na proposta que já está em discussão com a empresa.

Com centro no mote “nenhum direito a menos, os bancários, que definiram a pauta no encontro nacional, encerrado nesta sexta-feira (08/06), em São Paulo, vão lutar na campanha salarial pela manutenção do ACT, com a atualização das cláusulas econômicas.

Os empregados também negociam a assinatura de um Termo de Compromisso para que o Santander negocie previamente com as entidades representativas quando for tomar alguma medida para se adequar à nova lei trabalhista.

Durante o encontro, os bancários aprovaram a minuta do acordo do PPRS (Programa de Participação nos Resultados Santander), a mesma assinada nos outros anos, considerando apenas a atualização dos valores a serem distribuídos aos trabalhadores.

Fazem parte ainda do acordo a renovação dos termos de compromisso do Cabesp (plano de saúde dos funcionários do antigo Banespa) e Banesprev (fundo de previdência dos funcionários do antigo Banespa).

Também foram aprovadas propostas de luta em defesa da democracia e pela liberdade de Lula, assim como pela redução das taxas de juros e tarifas, a serem apresentadas à categoria durante à 20ª Conferência Nacional dos Bancários, que começa nesta sexta-feira (08/06), em São Paulo.

Fonte: O Bancário

11 jun 2018

Os funcionários do Itaú definem minuta específica

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A pauta específica de reivindicações dos bancários do Itaú está definida. Temas como emprego, condições de trabalho, PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e PCR (Programa Complementar de Resultados) estão no documento, que será entregue ao banco após o final da campanha salarial.

A minuta, elaborada com a contribuição de 91 delegados, é resultado de dois dias de trabalho durante o Encontro Nacional dos Trabalhadores do Itaú, realizado nesta quinta e sexta-feira (07 e 08/06), em São Paulo. No evento, também houve a apresentações de balanço do Grupo de Trabalho de Saúde e dos planos de Previdência da Fundação do banco.

Foi aprovado pelos delegados que os únicos pontos que a COE (Comissão de Organização dos Empregados) vai continuar a discutir com a empresa são o SQV (Score de Qualidade de Vendas), a cláusula 65 e o PCR para 2019 e 2020.

O pensamento entre os participantes dos debates era um só. O Itaú, um dos bancos que financiou o golpe de 2016 contra a democracia e que gerou uma enorme crise no país, tem perfeitas condições de atender as demandas dos trabalhadores.

Apesar da conjuntura difícil, o maior banco privado do país não passa dificuldades financeiras. Pelo contrário. Em 2017, lucrou R$ 25 bilhões. No primeiro trimestre desde ano, o valor chegou a R$ 6,4 bilhões.

Fonte: O Bancário

Aumento real para os salários e demais verbas, defesa da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com todos os direitos para todos os trabalhadores da categoria; manutenção da mesa única de negociações entre bancos públicos e privados; dos empregos, com a proibição das demissões em massa. E garantir que nenhum bancário receba PLR menor em 2018.

Essas são algumas das principais reivindicações definidas neste domingo ( 10/6), pelos 627 delegados e delegadas eleitos em todo o Brasil, durante a 20ª Conferência Nacional da categoria. A delegação da Bahia e Sergipe contou com 37 trabalhadores, sendo 34 delegados e delegadas e três observadores.

A pauta da Campanha Nacional Unificada 2018 será entregue à Federação dos Bancos (Fenaban) na quarta-feira , 13 de junho. O Comando Nacional dos Bancários levará à Fenaban um pré-acordo para garantir a manutenção de todos os direitos da CCT e dos acordos específicos até a definição das negociações deste ano.

Reação contra o golpe

Esta será a primeira campanha da categoria após o golpe, já que em 2016 os trabalhadores garantiram um acordo de dois anos contra a retirada de direitos autorizada pela reforma trabalhista do governo golpista de Michel Temer. Esse acordo é válido até 31 de agosto de 2018.

Para se defender dessa lei em vigor desde 11 de novembro de 2017, os bancários querem incluir cláusula determinando que contratos de trabalho intermitente, parcial, autônomo, terceirizado, só podem ocorrer se for acordado com o Comando Nacional dos Bancários. O mesmo em relação à contratação de banco de horas ou compensação que deverá ser feita via negociação coletiva.

Também que as homologações realizadas nos sindicatos como forma de defender que os bancários recebam tudo que lhes é devido em caso de demissão.

A pauta também garante que o acordo valha para o trabalhador hipersuficiente. De acordo com nova lei pós-golpe, empregados com nível superior e remuneração acima de duas vezes o teto de benefícios do INSS (que hoje corresponderia a R$ 11.291) negociariam direto com o patrão, correndo o risco de perder direitos como a PLR.

Trabalhadores e a sociedade

Diante do quadro pós-golpe, os trabalhadores definiram como pontos centrais da Campanha Nacional Unificada 2018 a defesa dos bancos públicos como BB, Caixa, BNDES, BNB, Basa e das demais estatais (como Petrobras e Eletrobras).

Foram aprovadas resoluções em defesa dessas instituições, a luta em defesa da democracia e das eleições 2018, pela liberdade de Lula que é preso político e seu direito de ser candidato, como pontos estratégicos para os trabalhadores.

Os bancários aprovaram durante a Conferência, a participação no Dia Nacional de Luta, convocado pelas centrais sindicais para 10 de agosto. Será o Dia do Basta ao desemprego, ao desmonte do Brasil.

Representantes de órgãos de defesa do consumidor, dos trabalhadores eletricitários, petroleiros participaram da 20ª Conferência Nacional.

Contribuição negocial

Estará na pauta que os bancários entregarão aos bancos a cobrança da contribuição negocial como cláusula da CCT para todos, como mecanismo de participação dos trabalhadores na sustentabilidade dos sindicatos, federações, confederação e central sindical.

Fonte:  Contraf via Feebbase

8 jun 2018

Bancários a um passo da pauta de reivindicações

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Bancários de todo o Brasil concentram os esforços para unificar as demandas e construir a pauta de reivindicações que será negociada com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). A minuta será definida neste fim de semana, quando acontece 20ª Conferência Nacional, em São Paulo.

A Conferência começa na noite desta sexta-feira (08/06) e segue até domingo (10/06). A principal discussão será em torno da manutenção dos direitos da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), hoje seriamente ameaçados pela nova lei trabalhista, que impôs o fim da ultratividade. É a primeira campanha após a aprovação da reforma.

O princípio da ultratividade garantia a validade da CCT até a assinatura de um novo acordo. Agora, tudo pode cair depois do dia 31 de agosto. PLR (Participação nos Lucros e Resultados), vales alimentação e refeição, licenças maternidade e paternidade ampliadas e jornada de seis horas.

O setor mais lucrativo da economia nacional não tem motivos pare negar o atendimento da pauta. Banco do Brasil, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander lucraram, juntos, R$ 20,6 bilhões só no primeiro trimestre deste ano, alta de 20,4% em relação a igual período do ano passado.
Assembleia
Os bancários da base do Sindicato apreciam a minuta, que será aprovada na Conferência Nacional, em assembleia, na segunda-feira (11/06), às 18h, na entidade.

Fonte: O Bancário

8 jun 2018

Comando Nacional entrega pauta na quarta-feira

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Na próxima quarta-feira (13/06), às 12h, o Comando Nacional dos Bancários entrega a pauta de reivindicações da categoria à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).

As definições sobre a minuta estão sendo tomadas neste fim de semana. Cerca de 700 bancários de todo o país, entre delegados e observadores, definem as estratégias da campanha salarial deste ano, a primeira pós reforma trabalhista e as prioridades. Mas uma coisa a categoria já tem deliberada: a manutenção dos direitos garantidos pela Convenção Coletiva de Trabalho.

Fonte: O Bancário

8 jun 2018

Salário mínimo vai encolher ainda mais em 2019

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Mais um ataque do golpismo neoliberal aos interesses populares se confirmou nesta semana. A estimativa do salário mínimo para 2019, que tinha sido previsto para ficar em R$ 1.002,00, foi reduzido em R$ 4,00 e assim despenca para R$ 998,00.

Ilegítimo, o governo Temer alega que a redução do valor estipulado em abril se deu por conta da alta taxas na inflação, que subiu 0,60%, com impacto mais drástico sobre as famílias de baixa renda, segundo pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Outra justificativa é o pífio crescimento de somente 1% do Produto Interno Bruto, cujas taxas dos dois últimos anos incidem sobre a estimativa do  salário mínimo. No entanto, a imprensa que apoia o golpe comemora, a fim de enganar a população, escondendo inclusive o fato de que em 2016, ano do impeachment, o PIB foi de 2,5%.

Os valores estipulados, antes e depois do rebaixamento, estão bem abaixo dos previstos pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), de R$ 3.696,95, para atender as necessidades de uma família com quatro pessoas.

Fonte: O Bancário