Em reunião setorial, durante o andamento do 4º Congresso Nacional da CTB, foi criada a Coordenação Nacional dos Vigilantes para “organizar o setor a nível nacional e melhorar a nossa representatividade no movimento sindical”, diz Antônio Aquino, secretário-geral da CTB-PA e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte, Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado Pará (Sindforte-PA).

Aquino denuncia o descaso para com a segurança dos vigilantes. “Nós que cuidamos da defesa do patrimônio das empresas, muitas vezes não temos nem os equipamentos mínimos necessários para a nossa segurança, assim ficamos expostos demais”.

Ele reclama também da terceirização ilimitada que prejudica ainda mais a categoria. “Com a terceirização a nossa situação fica ainda mais precária. Dormimos empregados e acordamos desempregados”.

O sindicalista destaca a importância desse encontro para a luta pela criação de um Piso Salarial Nacional, a partir de uma organização de todos os sindicatos de vigilantes filiados à CTB. “Juntos seremos muito mais fortes”, conclui.

Fonte: Portal CTB

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Nacional) lamenta profundamente a morte de 18 pessoas, vítimas do naufrágio do barco Cavalo Marinho 1, na quinta-feira (24) na Baía de Todos os Santos, em Salvador (BA), onde está sendo realizado o 4º Congresso Nacional da entidade.

A lancha que transportava 129 passageiros e quatro tripulantes virou durante a travessia entre Mar Grande/Salvador. A Secretaria de Saúde da Bahia informou que 100 pessoas foram atendidas em hospitais da rede por conta do acidente.

Solidarizamo-nos com os familiares e amigos das vítimas, deste que é considerado o maior acidente náutico da Bahia. Estamos certos que as causas e responsabilidades pelo acidente serão investigadas pelos órgãos competentes, através do inquérito instaurado pela Marinha do Brasil.

Fonte: Camila França para o Portal CTB

25 ago 2017

Funcef em risco. Fundação paralisada

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O crescimento da Funcef começou efetivamente em 2001, depois que as mobilizações dos empregados da Caixa forçaram a composição paritária entre representantes dos participantes e dos patrocinadores. De lá para cá, houve uma clara evolução patrimonial.

Até 2016, os recursos cresceram 600%, saindo de R$ 9 bilhões para cerca de R$ 58 bilhões. O volume de contribuintes também evoluiu, de 76 mil para 130 mil. Mas, para a diretoria da Fundação e o governo Temer, o ambiente democrático não interessa e, por isso, querem cortar a representação dos trabalhadores dos conselhos da Fundação.

É sinal de que a presença dos trabalhadores na gestão incomoda a estratégia entreguista do governo. Como em 2009, quando a Caixa tentou retaliar àqueles que optaram por não saldar o REG/Replan ao insistir na retirada do patrocínio do plano de benefícios, mas as entidades e os representantes barraram o desrespeito nas instâncias diretivas do plano. É esta resistência que Michel Temer quer exterminar.

Leia mais em:

http://www.bancariosbahia.org.br/noticia/22033,balan-o-da-funcef-apresentado-no-sbba.html

Fonte: O Bancário

25 ago 2017

Aumenta o feminicídio no Brasil, diz MP

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O número de assassinato de mulheres tem aumentado no Brasil. Conforme dados levantados nos ministérios públicos estaduais, entre março de 2016 e março de 2017, foram 2.925 casos de feminicídios. São oito assassinatos por dia, elevação de 8,8% em relação ao mesmo período de 2016.

A falta de políticas públicas para evitar a violência tem sido um dos fatores responsáveis pelo aumento do índice. Em 2015, se tornou crime hediondo o assassinato quando se aproveita da fragilidade do sexo feminino.

A pena varia de 6 a 20 anos de prisão e em alguns casos pode chegar até 30 anos. Porém, de lá para cá, nenhuma outra medida foi sancionada. É importante destacar a responsabilidade dos governantes em casos que se tornam de saúde pública.

 Fonte: O Bancário

25 ago 2017

A falácia do tamanho do Estado brasileiro

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Por Vinicius Lins – Economista

Tornou-se lugar comum o argumento de que “o problema é que o Estado brasileiro é inchado, excessivamente grande e assistencialista. A solução é diminuir o tamanho do Estado”. Será?
O relatório “Government at a Glance: Latin America and the Caribbean – 2017”, da OCDE, traz números sobre esse tema (vide gráfico). Inequivocamente, apontam para o fato de que, para padrões internacionais, o Estado aqui não é grande (tributação em relação ao PIB é de 32,0%, abaixo da média da OCDE – 34,3%), nem inchado (o percentual do emprego público em relação ao total, 11,9% contra 21,4% da média OCDE).

Subsídios, gastos sociais (incluindo previdência) e investimentos públicos também estão em níveis mais modestos do que a média dos 34 países que compõem a OCDE. Que tipo de Leviatã é esse? E logo em um país tão desigual! Não sem razão, o relatório é categórico ao concluir que “O Estado é, em média, muito menor na América Latina do que nos países da OCDE”.

Entretanto, os dois últimos indicadores são preocupantes. Primeiro, o déficit nominal (que inclui a despesa com juros) foi muito maior no Brasil (-6,0 % do PIB) do que na média dos países da OCDE (-3,5%). Não é de se espantar que naquele mesmo ano o governo gastou 45,11% de todo o orçamento efetivamente executado (R$ 978 bilhões) com juros e amortizações da dívida pública. Esta, apesar de estar aquém da média da OCDE (63,3% contra 110,0%), exibe uma trajetória alarmante, tendendo a aumentar. Os reais problemas do Brasil são menos de estrutura do Estado e mais de escolha política. Qual é a solução? Diante da complexa realidade brasileira, uma resposta precisa é desafio que extrapola os limites do conhecimento individual.

Envolveria profissionais das variadas ciências e distintos setores da sociedade. Mas já é parte da solução identificar os pseudoproblemas, e a dimensão do Estado é um deles. Análise completa em artigo no site.

Fonte: O Bancário

25 ago 2017

Governo Temer quer privatizar o Brasil

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O Brasil vai sendo vendido, literalmente. O governo Temer está prestes a anunciar um pacote de 58 projetos que serão incluídos no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), para serem vendidos e concedidos à iniciativa privada. Um exemplo é a Eletrobras, maior empresa do setor elétrico do país.

Rodovias, carteira de terminais portuários e aeroportos estão na lista do governo. As empresas públicas também fazem parte do projeto, como Caixa e Banco do Brasil, que atualmente estão em processo de desmonte para posterior venda. A Caixa, por exemplo, está sendo fatiada e os programas de inclusão sócia, reduzidos.

O projeto de Temer inclui ainda a venda da Casa da Moeda, as Companhias Docas do Espírito Santo e do Maranhão, Casemg (Companhia de Armazéns e Silos de Minas Gerais), CeasaMinas e a concessão do Parque Olímpico do Rio. Os detalhes das privatizações serão divulgados em breve.

Fonte: O Bancário

25 ago 2017

Sem trabalho, endividados se multiplicam

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O primeiro ponto mais afetado durante uma crise financeira em um país é a empregabilidade. No Brasil, o governo de Michel Temer ignora a situação de milhões de trabalhadores, que inclusive têm sofrido para quitar as dívidas por causa da falta de emprego.

Segundo um levantamento realizado pelo SPC Brasil, 26% dos consumidores com contas atrasadas estão desempregados. O índice sobe para 27% entre os indivíduos das classes C, D e E.

Entre os consumidores com contas em atraso, 48% não têm condições financeiras de quitar nem ao menos uma parte da dívida nos próximos três meses. Difícil.

A pesquisa também apresenta outras situações que levaram os brasileiros à inadimplência. Diminuição de renda (14%), falta de controle financeiro (11%) e empréstimos de nome a terceiros (5%) estão na lista.

Fonte: O Bancário

A privatização da Eletrobras, um dos mais novos retrocessos anunciados pela agenda golpista, será um crime contra a soberania nacional, contra a segurança energética do país e contra o povo brasileiro, que terá uma conta de luz mais alta. Um delito dos mais graves, que deveria ser tratado como uma traição aos interesses da Nação.

Maior empresa de produção e distribuição de energia elétrica da América Latina, a Eletrobras garante o acesso à energia a um país de dimensões continentais, com uma população de mais de 200 milhões de habitantes e com uma economia diversificada, que está entre as mais complexas do mundo.

A sua privatização, e provável entrega a grupos estrangeiros, acabará com a segurança energética do Brasil. Submeterá o país a aumentos constantes e abusivos de tarifas, à desestruturação do fornecimento de energia, a riscos na distribuição e, inevitavelmente, à ameaça permanente de apagões e blecautes. Devemos todos lembrar do ano de racionamento de energia no governo FHC.

O governo tem dois motivos principais para privatizar uma grande empresa como a Eletrobras: a aplicação da pauta neoliberal, rejeitada por quatro vezes nas urnas, e que é compromisso do golpe implantar; e o desespero para fazer caixa e tentar diminuir o impacto de um dos maiores rombos fiscais da nossa história contemporânea, produzido por um governo que prometia resolver o déficit por meio de um surto de confiança que não veio e um passe de mágica que não produziu. Produziu, sim, a compra de votos por meio da distribuição de benesses e emendas.

O meu governo anunciou déficit de R$ 124 bi para 2016 e de R$ 58 bilhões para 2017, que seriam cobertos com redução de desonerações, a recriação da CPMF e corte de gastos não prioritários. O governo que assumiu por meio de um golpe parlamentar inflou a previsão de déficit para R$ 170 bi, em 2016, e R$ 139 bi, em 2017. Inventou uma folga para mostrar serviço à opinião pública, e nem isto conseguiu fazer. Agora, quer ampliar o rombo para R$ 159 bi. Mas não vai ficar nisso. Aumentará o déficit, no Congresso, para R$ 170 bi, para atender às emendas dos parlamentares de que precisa para aprovar sua pauta regressiva. Para isto, precisa dilapidar o estado e a soberania nacional. E forjar uma suposta necessidade de vender a Eletrobras é parte dessa pauta.

Atribuir uma suposta necessidade de privatização da Eletrobras ao meu governo, por ter promovido uma redução das tarifas de energia, é um embuste dos usurpadores, que a imprensa golpista difunde por pura má-fé. É a retórica mentirosa do golpismo.

As tarifas de energia deveriam mesmo ter sido reduzidas, como foram durante o meu governo. Não porque nós entendêssemos que isto era bom para o povo – o que já seria um motivo razoável – mas porque se tratava de uma questão que estava e está prevista em todos os contratos que são firmados para a construção de hidrelétricas. Depois da população pagar por 30 anos o investimento realizado para construir as usinas, por meio de suas contas de luz, é uma questão não apenas de contrato, mas de justiça e de honestidade diminuir as tarifas, cobrando só por sua operação e manutenção. Manter as tarifas no mesmo nível em que estavam seria um roubo. Por isso reduzimos e temos orgulho de tê-lo feito. Com a privatização, será ainda um roubo.

Vou repetir a explicação, porque a Globo faz de tudo para distorcer os fatos e mentir sobre eles. Quando uma hidrelétrica é construída por uma empresa de energia – pública ou privada – quem paga pela sua construção é o consumidor. A amortização do custo da obra leva geralmente 30 anos e, durante este tempo, quem paga a conta deste gasto vultoso é o usuário da energia elétrica, por meio de suas contas de luz.

Quando a hidrelétrica está pronta, o único custo da empresa de energia passa a ser a operação e a manutenção. Daí, é justo que o povo deixe de continuar pagando por uma obra que já foi feita e, depois de 30 anos, devidamente paga. É mais do que justificado, portanto, que as tarifas que custearam a construção sejam reduzidas.

Se as empresas de energia – públicas ou privadas – mantiverem as tarifas no mesmo nível, e eventualmente até impuserem aumentos nas contas de luz, estarão tirando com mão de gato um dinheiro que não é delas. É uma forma de estelionato. Não se deve esperar que empresas unicamente privadas, cujo objetivo é principalmente a lucratividade de sua atuação, entendam que uma equação justa deveria impor modicidade tarifária quando os custos altos da construção de uma usina hidrelétrica já não existem mais.

Apenas o Estado – um Estado democrático e socialmente justo – tem condições de entender esta situação e autoridade para agir em defesa dos interesses dos consumidores.

Entregar a Eletrobras e suas usinas já amortizadas para algum grupo privado, talvez estrangeiro, significa fazer o consumidor de energia pagar uma segunda vez pelo que já pagou, além de abrir mão de qualquer conceito estratégico em relação à produção, distribuição e fornecimento de energia com segurança e sem interrupções e apagões.

Privatizar a Eletrobras é um erro estratégico. Erro tão grave quanto está sendo a privatização de segmentos da Petrobras. No passado, essas privatizações já foram tentadas pelos mesmos integrantes do PSDB que hoje dividem o poder com os golpistas. Naquela época, isso só não ocorreu porque os seus trabalhadores e o povo brasileiro não permitiram. Mais uma vez devemos lutar para não permitir.

Fonte: Rede Brasil Atual via Feebbase

25 ago 2017

Seminário discute impacto do neoliberalismo

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Como o neoliberalismo interfere de maneira negativa nas condições de trabalho do mundo e as formas de luta para enfrentar o cenário de retrocesso imposto pelo neoliberalismo foram amplamente debatidos durante a palestra “A crise capitalista e os impactos no mundo do trabalho”.

A mesa é parte do Seminário Internacional “A crise econômica mundial e o mundo do trabalho”, ocorrido ontem, quinta-feira (24/08), e que está na programação do 4º Congresso Nacional da CTB, realizado no Gran Hotel Stella Maris, em Salvador.

Todos destacam a importância de debates contra o neoliberalismo. A luta é necessária para a melhoria das condições de trabalho de todo o mundo, inclusive no Brasil que vive atualmente as consequências desastrosas da ofensiva neoliberal.

Enquanto o capital estiver movimentando a engrenagem política, as grandes empresas continuarão regendo o mundo. Em seu discurso, o membro da CGTP-IN, José Carlos Correia Martins, iniciou o coro pelo “Fora Temer” e destacou a importância de os países mostrarem solidariedade à Venezuela.

Fonte: O Bancário

25 ago 2017

Dieese condena a “Deforma do Estado” de Temer

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentou, na segunda-feira (21), o estudo “A ‘Deforma’ do Estado e seus impactos no serviço público brasileiro”, que analisa as perdas sociais promovidas pelo governo ilegítimo de Michel Temer.

O estudo parte da análise da Emenda Constitucional 95, a Lei de Terceirização, a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência. O conjunto de medidas deve jogar o Brasil na vala do desmonte do serviço público.

O Dieese criticou todas as medidas e centrou fogo na Reforma Trabalhista, que alterará as relações de trabalho no Brasil. “A Reforma se fundamenta em reduzir a proteção institucional aos trabalhadores, por parte do Estado e do Sindicato, e aumentar as garantias e a autonomia das empresas nas relações de trabalho, diminuindo custos e aumentando a flexibilidade do trabalho”, explica a entidade.

Ainda de acordo com o Dieese, as medidas reduzirão o papel do Estado “enquanto indutor do desenvolvimento”, e isso “não acompanhará a expansão da demanda por serviços públicos”.

Fonte: CUT via Feebbase