Com direito a charanga, pão, água e teatro, o Sindicato dos Comerciários promoveu a primeira manifestação da Campanha Salarial 2010. Com o apoio de dirigentes de entidades sindicais filiadas à CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), como Sindicato dos Bancários de Ilhéus, Sindiacs (Agentes Comunitários), Sindserv (Servidores Municipais), Sindicato dos Bancários de Itabuna, Sintratec (Têxteis e Caladistas), a caravana dos trabalhadores saio do Jardim do “O” em direção à praça Adami, onde realizaram um ato político.

O ator Jaffet Ornellas se caracterizou de comerciário mendigo e distribuiu pão e água para a categoria. O protesto bem humorado chamou a atenção de trabalhadores, clientes e transeuntes que circulavam pela avenida.

“Enquanto o comércio de Itabuna cresce, atraindo inclusive grandes redes para cá, o sindicato patronal quer aumentar o piso da categoria em 10, 20 reais. E ainda temos que conviver com empresas que não assinam a carteira de trabalho e não fornece vale-transporte e ainda prática assédio moral, com o é o caso da Parceria Calçados”, denunciou Jairo Araújo, presidente do sindicato.

Outras manifestações devem ocorrer no sentido de exigir a valorização dos pisos salariais e de condições de trabalho mais humanas para a categoria.

Leia mais no site: http://www.comerciariosnaluta.com.br

Os comerciários não querem salário pão e água

Lamentavelmente Maria José Santos Silva, operária da indústria Malwee de Camacan, veio a falecer no dia 30 de outubro. De nada adiantaram as queixas de constante dor de cabeça reclamadas pela trabalhadora. Atestados são praticamente proibidos pela fábrica de serem entregues pelos médicos de Camacan aos trabalhadores.

Segundo denúncias, no último atestado obtido por Maria José através do médico da empresa, consta que foi “diagnosticada uma dor de cabeça psicológica”, ou seja, para o “doutor” que a consultou, passava de uma invenção da mente de Maria José e não uma doença. Uma “dor psicológica” matou uma trabalhadora que deveria ser encaminhada pelo “doutor” para a realização de exames. No entanto, brincou-se com a vida ao invés de cuidá-la. Até quando?

E tem mais: por conta de ter faltado ao trabalho devido às dores de cabeça, denúncias dão conta que essa mesma operária recebeu suspensão do trabalho, uma punição denominada pela Malwee de “pelo fato da ausência do trabalho sem justificativa legal”.

A categoria está revoltada com a situação e o Sintratec exige rigorosa apuração da morte da operária.

O Sindicato apela para o Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho para que acionem imediatamente uma rigorosa fiscalização das condições de trabalho na fábrica da Malwee. A dificuldade de se conseguir um atestado médico pode estar ligada diretamente ao falecimento de Maria José Santos Silva.

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18 nov 2010

Operários aprovam pauta de reivindicações

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Os trabalhadores das fábricas Malwee, Trifil, Penalty (unidades de Itabuna e Itajuípe) e Grendene aprovaram as pautas de reivindicações da categoria, em assembléias que aconteceram nos dias 12, 16, 17, 18 e 19 de novembro, nas portas das empresas.

Houve participação maciça dos operários e operárias, que discutiram com o sindicato a importância de valorização dos salários, implantação dos planos de cargos e salários (PCS), fim do Assédio Moral, melhoria das condições de trabalho, redução da jornada de trabalho, ticket alimentação, assistência médica, plano de saúde, entre outros itens.

“Estas empresas vieram para as regiões Sul e Extremo Sul da Bahia com isenções de impostos, doação de terrenos e infra-estrutura, cresceram e estabilizaram-se. Este é o momento ideal para a valorização de fato os salários dos seus empregados e melhorar cada vez mais a relação capital/trabalho com promoção de políticas que melhore o ambiente do trabalho e políticas para valorização da mão-de-obra da região”, afirma Jéser Cardoso, presidente do Sintratec.

Principais reiivndicações dos têxteis e calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia:

> Piso Salarial de 800,00 reais;

> Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais;

> Ticket Alimentação;

> Anuênio;

> Triênio;

> Plano de Saúde e Odontológico;

> Assistência Médica 24 horas;

> Plano de Cargos e Salários.

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Em reunião ocorrida ontem a tarde na sede administrativa para apresentação do calendário de pagamento das pendências com a categoria, o prefeito José Nilton Azevedo (DEM), disse aos representantes do Sindserv que a Prefeitura não tem condições nenhuma de cumprir qualquer tipo de proposta.  Mesmo com apresentação de outras propostas pela entidade sindical para resolver a situação dos servidores, o executivo foi taxativo em afirmar que não existe possibilidade de acordo.

Desde o último mês de julho deste ano, a administração municipal cortou da folha de pagamento dos servidores as horas extras, comissões, adicionais e a pontuação do pessoal de fiscalização, deixando a categoria revoltada. Mesmo com acordo assinado na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT) no mês de agosto, a Prefeitura tem insistentemente descumprido suas obrigações firmadas na sede do MPT.

Na reunião de ontem, o Sindserv, com a intenção de preservar os direitos dos trabalhadores, apresentou uma contraproposta de pagamento do mês de maio agora em novembro e os outros meses fossem divididos em três parcelas. Mesmo assim, o prefeito não aceitou.

“A categoria está revoltada com a postura incoerente do prefeito e já demonstrou que vai lutar para fazer valer os seus direitos. O pessoal de toda fiscalização da Prefeitura já está parado e o Sindserv está convocando os demais servidores para uma assembléia no final da tarde de hoje para deliberarmos sobre essa questão”, diz Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv.

 

SINDSERV – Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna

Filiado à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB

 

O relatório da Comissão Especial de Inquérito do “Loiolagate”, esquema de falcatruas que foi montado na Câmara de Vereadores de Itabuna, não trouxe grandes surpresas. Há pouco, o relator da CEI, vereador Claudevane Leite (PT) encerrou a leitura para um plenário lotado. A grande maioria dos vereadores compareceu à sessão, registrando-se apenas a ausência de Ruy Machado (PRP), que teria alegado problemas de saúde. “Ele disse que o coração dele é fraco e não aguenta essas emoções”, disse um colega de Machado, em tom de brincadeira.

Na tribuna, Claudevane Leite mencionou irregularidades em diversos contratos firmados pelo legislativo municipal, inclusive a participação, em licitações da Câmara, de empresas que sequer teriam existência formal. A assinatura de recibos pela esposa do presidente Loiola, Poliana Santos, também foi denunciada pelo petista.

O ex-chefe do Setor de RH da Câmara, Kleber Ferreira, foi citado em um caso de empréstimo irregular, mas o relator não entrou em detalhes. “Dependeríamos de dados que só podem ser obtidos a partir da quebra de sigilo bancário”, observou.

Segundo Claudevane, o presidente da Câmara está diretamente ligado aos esquemas, já que ele assinava os contratos e autorizações de pagamento. O vereador Roberto de Souza (PR), que é primeiro-secretário do legislativo, pode ser enquadrado por omissão. O relator acredita que Souza deveria ter fiscalizado as operações irregulares.

Claudevane novamente confirmou que o documento lido em plenário será encaminhado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Municípios.

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16 nov 2010

Ferreira Gullar e a ira dos inconformados

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Reproduzo artigo de Ricardo Kotscho, intitulado “Eleições 2010: o velho poeta e a ira dos inconformados”, publicado no blog Balaio do Kotscho:

Eleição para presidente é bom por causa disso: só acontece de quatro em quatro anos, tem dia e hora para acabar. Em pouco tempo, fica-se sabendo quem ganhou e quem perdeu. No dia seguinte, a vida segue seu rumo. Os vencedores escolhem o time que vai governar e os perdedores reorganizam suas tropas para a próxima eleição. Por isso, como vocês sabem, nem pretendia voltar ao assunto.
Nas democracias costuma ser assim, mas não é bem o que está acontecendo no Brasil nestas duas semanas que se passaram desde que fomos às urnas. Em alguns “bolsões sinceros mas radicais”, como se dizia nos tempos dos militares, quando não se podia votar para presidente, nota-se um rancoroso inconformismo com o resultado, especialmente na imprensa e nas redes sociais.
Manifestações diárias deste sentimento podemos encontrar em mensagens e artigos carregados de ira, preconceitos e intolerância que circulam em colunas, editoriais, blogs, celulares, facebooks, twitters e que tais, nas velhas e nas novas mídias impressas e eletrônicas, por toda parte – hoje como ontem, os mais estridentes redutos do que sobrou da oposição radical. Não são tantos como pensam, mas fazem muito barulho.
Um exemplo patético do que pensa este tipo de eleitor derrotado é o inacreditável artigo publicado domingo na Folha de S. Paulo pelo poeta Ferreira Gullar, sob o título “Ah, se não fosse a realidade!”. De fato, se não fosse a realidade das urnas, ele talvez estivesse hoje mais feliz, menos amargo, escrevendo novos versinhos, mas o voto digitado não tem volta e os resultados oficiais já foram proclamados pelo TSE.
A começar pelo trecho destacado no texto – “Ninguém imagina que Lula deixe dona Marisa em São Bernardo para instalar-se na alcova de Dilma” -, Gullar destila sua bílis num panfleto carregado de ódio e desrespeito, que não deve fazer bem a quem o escreve, muito menos a quem o lê num final de tarde de domingo como aconteceu comigo.
Viúvo do comunismo de resultados de Roberto Freire, o octogenário poeta ganhou destaque na reta final da campanha eleitoral como uma espécie de líder dos intelectuais de oposição, encabeçando manifestos e abaixo-assinados “em defesa da democracia e da vida”, como se ambas estivessem ameaçadas.
Fez o que pode e o que não pode, como se pudesse, para impedir a vitória de Dilma Rousseff, candidata de um governo que ele abomina desde que tomou posse, em 2003. Por isso, ele até hoje simplesmente não aceita a derrota.
“De fato, como acreditar que uma mulher que nunca se candidatara a nada, destituída de carisma e até mesmo de simpatia, fosse capaz de derrotar um candidato como José Serra, dono de uma folha de serviços invejável, tanto como parlamentar quanto como ministro de Estado, prefeito e governador? Não obstante, aconteceu (…)”
Gullar faz parte do elenco fixo de intelectuais e “ólogos” em geral sempre requisitados pela imprensa para escrever artigos ou dar entrevistas contra o governo Lula, a presidente eleita e o PT. Até hoje, tem gente que não admite e não se conforma com as vitórias de Lula em 2002 e 2006, e muito menos com a de Dilma este ano.
Premiado porta-letras de um setor da sociedade que o venera nos saraus dos salões elegantes, o poeta é figurinha carimbada, mas agora é hora de renovar o plantel, pois ninguém vai conseguir ler sempre os mesmos lamentos e insultos por muito tempo.
Na semana passada, a mesma Folha recolheu do anonimato dois articulistas do melhor estilo “neocon”, que atribuem aos feios, sujos e malvados as razões de todas as nossas desgraças, e os abrigou em sua terceira página.
Primeiro, foi um rapaz chamado Leandro Narloch. Em seu breve currículo, ele informa já ter trabalhado na Veja e que é autor do livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”. Sob o título “Sim, eu tenho preconceito”, ele escreveu um texto em defesa da elite branca de Cláudio Lembo e da moça que culpou os nordestinos pela derrota e sugeriu o afogamento deles como solução. É mais um autor “neocon” em busca de um nicho de mercado dominado por “oldcons”.
Pouco importa que, mesmo sem os votos do Norte-Nordeste, Dilma tivesse vencido as eleições do mesmo jeito, com mais de 1,3 milhão de votos de vantagem. A tese dos neocons é que os pobres, doentes e iletrados das “regiões mais atrasadas” ganharam dos sábios, saudáveis e abonados do Sul-Sudeste maravilha, o que para eles é inconcebível.
A segunda a entrar em cena foi a professora doutora Janaina Conceição Paschoal, apresentada ao público como professora associada (de quem?) de Direito Penal na gloriosa Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Na mesma linha, ela publicou o artigo “Em defesa da estudante Mayara” e colocou a culpa pela explosão do “racismo regional” em Lula.
Enquanto a oposição procura juntar os cacos e entender o que aconteceu, sem a participação do seu líder derrotado, que sumiu do mapa e fez apenas uma fugaz e infeliz aparição no Sul da França, o noticiário pós-eleitoral se concentra nas muitas crises entre os partidos aliados na disputa por cargos no novo governo e no superdimensionamento de problemas administrativos enfrentados pela administração federal.
Pelo jeito, boa parcela do eleitorado mais conservador continua sem lideranças na representação político-partidária e no movimento social, embora tenha mostrado sua força na recente eleição, o que leva bispos, poetas, pastores e setores da imprensa a exercer este papel cada vez com maior furor.
Como dizia um velho jornalista dos meus tempos de Estadão, o mestre Frederico Branco, ainda nos anos 60 do século passado: eles não aprendem, não esquecem e não perdoam.

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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil -CTB/Regional Sul da Bahia, juntamente com seus sindicatos filiados realiza nesta terça-feira, 16 de novembro, na Praça Adami, em Itabuna, manifestação pela apuração e punição para os culpados dos desmandos administrativos na Câmara dos Vereadores.

A partir das 14h30m, ocorre sessão para a leitura do relatório realizado pelo vereador Claudevane Leite (PT). A sociedade deve participar do evento como forma de pressão para que haja de fato investigação e pressione para que os culpados sejam punidos.

15 nov 2010

Bancários retornam para Itabuna

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Após dois dias de muita agitação e diversão em Porto Seguro, os bancários das excursões do Santander/Real, Bradesco e do Sindicato dos Bancários retornam para Itabuna a partir do meio dia de hoje, segunda-feira, 15 de novembro.

Alguns bancários curtiram a noite de ontem (sábado), na Ilha dos Aquários. Outros preferiram a animação do centro de Porto Seguro, Arraial D’Ajudas e do Lual do Axe Moi ou simplesmente foram jantar no Beco, lugar onde impera a boa comida ao som de música da melhor qualidade.

O Sindicato agradece a todos os bancários e amigos participantes da excursão da entidade e parabeniza a todos pelo sucesso do nosso passeio.

 

 

 

Caravanas do Banco Santander/Real e do  Bradesco além de mais uma excursão de bancários e amigos promovida pelo Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região agitam o fim de semana prolongado de Porto Seguro.

Mais de cem bancários e amigos estão desde a manhã de hoje (13/11) hospedados no Golden Dolphin Hotel, situado na Praia de Taperapuan e já visitaram a Cabana Axe Moi, que fica perto do hotel, curtindo o sol (tempo com chuva e sol) e a chuva, mas com o bom  alto astral, característica de quem chega na cidade.

Ao meio dia aconteceu a confraternização dos funcionários do Santander/Real com um divertido almoço na beira da piscina e o tradicional amigo secreto. Segundo Chico André, vice-presidente do Sindicato, a confraternização dos funcionários do Bradesco acontece na segunda-feira, também num almoço na beira da piscina.

Hoje a noite os ilustres visitantes curtirão a noite de Porto Seguro e da badalada Arraial D’Ajuda.

13 nov 2010

O ENEM vale. O Golpe caiu

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

O presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, acolheu recurso do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do Ministério da Educação, e sustou, na manhã desta sexta-feira, 12, liminar que impedia o instituto de dar prosseguimento ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. A interrupção do exame fora determinada pela juíza federal Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara do Ceará.


Gurgel de Faria atendeu o pedido formulado pelo Inep, responsável pelo Enem, na suspensão de antecipação de tutela nº 4208-CE. O magistrado ressaltou que a suspensão de um exame que envolve mais de três milhões de estudantes traria grandes transtornos aos organizadores e candidatos de todo o Brasil e que a alteração do cronograma do Enem repercutiria na realização dos vestibulares promovidos pelas instituições de educação superior que pretendem usar as notas do exame em seus processo seletivos. Portanto, havia risco de grave lesão à ordem administrativa.


O desembargador destacou, ainda, a possibilidade de um elevadíssimo prejuízo ao erário — aproximadamente R$ 180 milhões —, decorrente da contratação da logística necessária à realização de novo exame. Segundo ele, a decisão da juíza Karla Maia, baseada “em eventual irregularidade nas provas de menos de 0,05% dos candidatos, equivalente a dois mil estudantes”, prejudicaria todos os demais, o que afrontaria o princípio da proporcionalidade.


Assessoria de Comunicação Social, com informações da Assessoria de Imprensa do TRF da 5ª Região

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