Itabuna é uma cidade de tradição carnavalesca, seu primeiro carnaval foi em 1908, tempo em que o carnaval acontecia nas ruas do comércio. Na década de 90, Itabuna criou o primeiro carnaval antecipado do país, se tornando famosa como à cidade com o melhor carnaval do interior da Bahia.

O carnaval de Itabuna além de ser uma grande festa para os foliões é muito importante para a economia, movimenta o comércio e os serviços em geral. Infelizmente os últimos governos municipais não têm realizado a festa momesca, a única chama viva é a Lavagem do Beco do Fuxico, a qual ainda acontece graças ao esforço dos sindicatos e de alguns blocos tradicionais.

Este ano será lançado o bloco Movimento dos Sem Carnaval – MSC, que fará seu primeiro desfile com a participação dos sindicatos filiados à CTB, DCE – UESC e UJS no Beco do Fuxico nesta quinta-feira, a concentração será na av. Duque de Caxias às 15:00h.

O propósito é de se fazer um protesto de forma descontraída, mas com o intuito de pressionar as autoridades e a opinião pública pelo resgate da realização do carnaval antecipado de Itabuna.

Lembrando que a Lavagem do Beco do Fuxico será neste sábado a partir das 10:00h.

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, participou nesta terça-feira (15) do debate realizado na Câmara Federal, em Brasília, sobre o reajuste do salário mínimo para 2011. O dirigente foi duro ao se dirigir ao plenário e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmando que o projeto de desenvolvimento do país estará em jogo durante a votação que definirá o valor do benefício.

“Ou a presidenta Dilma aprofunda os caminhos já iniciados por Lula, ou o Brasil vai para a recessão. Temos que escolher entre o desenvolvimento ou a especulação”, afirmou Wagner Gomes, fechando a lista de representantes das outras centrais sindicais que também puderam discursar e se contrapor à proposta de R$ 545,00 defendida pelo governo.


Pressão

Dezenas de dirigentes sindicais compareceram à Câmara dos Deputados para pressionar os parlamentares. Os sindicalistas cobram da presidente Dilma Rousseff o cumprimento de promessa feita durante a campanha presidencial de que o mínimo teria aumento real neste ano, apesar da estagnação do PIB em 2009.
Eles estão esperançosos. “O que tínhamos que fazer, nós fizemos. Confiamos que os deputados irão votar a nosso favor” disse Oswaldo Lourenço, outro dirigente da CTB.

50 centavos

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, chamou a atenção dos deputados para a necessidade do aumento real. “Nós estamos convencidos de que é preciso aumentar o salário mínimo acima da inflação. Não é possível que um governo não dê um aumento nem de 50 centavos para os trabalhadores brasileiros”, disse Paulinho.
O deputado do PDT afirmou que o acordo assinado há quatro anos prevê uma política de valorização do salário mínimo e não de correção. “É isso que estamos pedindo de reajuste para o trabalhador. São R$ 15 por mês, R$ 0,50 centavos por dia”.
O secretário da UGT, Canindé Pegado, disse que o protocolo de intenções assinado com o governo em 2006 prevê uma reavaliação da política de valorização do salário mínimo em 2011. Ele afirmou que esta reavaliação seria feita

Desenvolvimento ou rentismo

Para o presidente da CTB, que falou após a exposição de Mantega, ficou claro que o que está por trás da questão do reajuste não é o fato de o Brasil ter dinheiro para isso ou não. Trata-se, segundo o sindicalista, de uma escolha de projeto para o país nos próximos anos. “Não se trata de discutir se há ou não acordo, mas sim se o país vai continuar se desenvolvendo ou se o país vai viver de aplicação em renda, em dinheiro de fora, sem privilegiar a produção”, disse.
Wagner Gomes lembrou também do modo como o governo federal enfrentou a crise financeira em 2009 – razão alegada por Mantega para o pequeno reajuste do mínimo em 2011. O dirigente cetebista quer que os trabalhadores recebam o mesmo tratamento que banqueiros e empresários obtiveram na ocasião. “O governo em 2009 injetou bilhões de reais para enfrentar a crise. O que pedimos hoje é algo parecido. Por que não antecipar ao menos 3% do reajuste do ano que vem para 2011?”, questionou.

Para o presidente da CTB o problema não é falta de dinheiro

O projeto de lei que fixa o piso em R$ 545 será votado nesta quarta-feira (16) na Câmara dos Deputados e depois será remetido ao Senado. Centenas de sindicalistas permanecerão em Brasília para acompanhar a votação.

De Brasília, Régia Vitória, com Portal CTB

 

A CTB e seus sindicatos filiados organizarão uma manifestação amanhã 16.02.11 na praça Adami, às 10:00h, pela correção do Salário mínimo e pela correção da Tabela do Imposto de Renda.

Esta é uma pauta que está sendo defendida por todas as Centrais sindicais e neste dia todas as Centrais realizarão atos simultâneos. Tendo em vista as últimas declarações do governo com relação a estes temas.

Francisco André coordenador da CTB declara que o momento do crescimento econômico experimentado pelo Brasil precisa refletir na política de valorização do salário mínimo, bem como pela correção da Tabela do Imposto de Renda e ainda contemplar com um justo aumento no índice de correção das aposentadorias superiores a um salário mínimo.

 

Reunidas na Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Regional Sul da Bahia), as entidades sindicais realizarão a Lavagem do Beco do Fuxico no dia 19 de fevereiro (sábado), na Rua Duque de Caxias, a partir das 14 horas. Toda estrutura está organizada com segurança, pontos de venda de comidas e bebidas para garantir uma grande festa para os bancários e amigos.

Os blocos Mendigos de Gravata (Sindicato dos Bancários) e Hora Extra (Sindicato dos Comerciários), juntamente com outras agremiações carnavalescas animarão o circuito do Beco do Fuxico, numa festa que já é tradição desde a não realização do Carnaval Antecipado de Itabuna pelas administrações do ex-prefeito Fernando Gomes e José Nilton Azevedo (ambos do DEM).

Com o tema “Pule o Carnaval com Saúde – Estadualização Já!”, numa alusão à luta pela estadualização do Hospital de Base de Itabuna, as camisas do bloco Mendigos de Gravata estão à venda por R$ 10,00 (dez reais).

Não fique de fora dessa festa. Compre sua camisa na sede do Sindicato dos Bancários e participe da Lavagem do Beco do Fuxico.

O tabuleiro político do Oriente Médio está em movimento desde 14 de janeiro, quando o ditador tunisiano Ben Ali foi obrigado a deixar o poder. A queda, dia 11, de Hosny Mubarak, no Egito, foi outro lance de enorme importância. Mas, é preciso ressaltar, não é ainda um xeque mate para os antipopulares regimes aliados dos EUA e de Israel no Oriente Médio e no Norte da África.
A queda de Mubarak indica na verdade o início do processo de mudanças mais radicais, expresso neste domingo (13) pela decisão da junta militar que passou a dirigir o Egito, de fechar um Congresso ilegítimo, suspender a Constituição e iniciar a construção, com as forças políticas que estiveram à frente dos protestos, da transição para a democracia, que deve durar pelo menos seis meses, tempo suficiente para que as forças políticas possam se organizar, definir programas e apresentar candidatos.
A imprensa fala em revolução no Egito, e a palavra é mesmo adequada para descrever os acontecimentos lá ocorridos desde o primeiro protesto de massas em 25 de janeiro. Foram 18 dias de ebulição cujo preço em vidas humanas foi muito alto. Fala-se em 300 mortos, o que dá uma média de quase 17 por dia. Esta é talvez a mais forte medida da disposição dos egípcios para avançar nas mudanças cujo móvel, lembra com razão o ex-chanceler brasileiro Celso Amorim, tem expressões fundamentais nas contradições internas do Egito (empobrecimento, desemprego, alta do custo de vida, entre outras questões) e o forte sentimento anticolonialista e nacionalista que anima os povos do Oriente Médio e que está vivo entre a juventude.
Nesse sentido, a queda de Mubarak, que abre caminho para as mudanças, tem o sabor inegável de uma derrota histórica dos EUA e de Israel na região, mesmo que a junta militar egípcia proclame a disposição de manter os repudiados tratados de paz com Israel e assegurar-lhe o fornecimento de gás (o Egito é responsável pelo fornecimento de quase metade do gás consumido em Israel). Não poderia ser de outra forma pois não cabe à junta tomar decisões de caráter estratégico, mas sim organizar a transição. Medidas de relações exteriores desse alcance caberão legitimamente ao governo que, respaldado pelo povo, terá a força moral necessária para determinar os rumos a seguir.
A disposição popular, nesse sentido, não arrefeceu e ela se manifesta desde mudanças nos hábitos cotidianos até a compreensão de que o país só vai mudar de fato quando assumir plenamente sua soberania. Os jornais estão cheios de frase fortemente indicativas dessa disposição. Por exemplo, comentando a forte queda no assédio às mulheres que andam sozinhas pelas ruas egípcias, e que era tolerado até então, o escritor egípcio Alaa al Aswany comentou que “a revolução torna as pessoas melhores”.
Mas torna também o povo mais determinado. Uma professora, Manal Ghannamy, militante dos protestos no Cairo, disse a um jornalista que “a luta não acabou porque temos ainda muitas reivindicações. Mudamos o regime, agora devemos tomar o caminho da democracia. Queremos solucionar nossos problemas internos: saúde, educação moradia, agricultura, emprego. Queremos um país aberto a todo o mundo. Queremos viver em paz com todos os países, inclusive com Israel”. Outro ativista, Mohamed Rida, disse que “não queremos ser governados pelo exército, mas daremos a ele o tempo necessário para fazer as reformas”.
É um sentimento popular em consonância com a principal força política e social do Egito, a Irmandade Muçulmana, que terá papel decisivo na formulação do futuro do país.
A revolução torna as pessoas melhores, disse Alaa al Aswany. E vai tornar o Egito melhor – é o que o povo pretende, e indicam declarações semelhantes às da professora Manal Ghannamy ou do ativista Mohamed Rida.
A mudança começou. E ela precisa ir até o fim, com a conquista da democracia e com a derrota da presença do imperialismo norte-americano e a ignominiosa convivência com o principal fator de perturbação da paz no Oriente Médio constituído pelos governos sionistas e agressores de Tel Aviv. O rumo da paz e da estabilidade depende agora deste outro passo que, ele sim, pode representar um xeque mate para os inimigos do povo da região.

Fonte: www.vermelho.org.br

O pano de fundo da batalha política em curso sobre o novo valor do salário mínimo é a política econômica conservadora, na opinião do presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes. “É em nome dela que se nega o aumento real”, argumenta o sindicalista em entrevista concedida na semana passada (9) ao “Vermelho”.
O dirigente sustenta que as centrais não vão recuar. “Já que a presidente Dilma fechou as portas à negociação do tema vamos pressionar o Congresso e intensificar a mobilização das bases”, afirmou. Hoje (15), os sindicalistas prometem realizar uma concentração no auditório Nereu Ramos da Câmara Federal, em Brasília, pelo mínimo de R$ 580 (o governo propõe R$ 545). No mesmo dia, o presidente da CTB vai se reunir com as bancadas do PSB e PCdoB no Congresso para esclarecer a posição das centrais e pleitear a solidariedade dos parlamentares à luta dos trabalhadores.

Confira a entrevista:

O que levou o governo a encerrar as negociações com as centrais sobre o salário mínimo?
Wagner Gomes: A avaliação que a CTB e também as outras centrais fazem é que a equipe econômica do governo Dilma prioriza o pagamento de juros em vez de investir na produção, no crescimento e na valorização do salário mínimo. Nós estamos convencidos de que a raiz do problema é este, ou seja, é a política econômica baseada no superávit primário, câmbio flutuante e juros altos que colide com as demandas dos sindicatos. Os juros consomem mais de um terço do orçamento público e como a verba é limitada o governo corta outras despesas para encher o bolso dos rentistas. O salário mínimo entra nesta conta, mas os problemas não ficam aí. A política econômica conservadora joga contra o desenvolvimento nacional e pode levar o país à estagnação.

E existe alternativa? Qual a proposta do movimento sindical?
WG: O governo, os economistas ligados ao sistema financeiro e a mídia dizem que não há alternativa, é este o pensamento dominante, a ideologia do mercado apresentada como verdade absoluta. Nós não concordamos. Sabemos que existem alternativas. É notório, por exemplo, que em muitos países a taxa de juros é bem mais baixa que no Brasil, que pratica os juros reais mais altos do mundo. A China e outras nações controlam o câmbio e o fluxo de capitais. A atual política econômica ainda tem um forte viés neoliberal e não é racional. A única explicação plausível para sua manutenção são os interesses da oligarquia financeira, pois ela privilegia os credores. Defendemos a mudança da política econômica, com redução das taxas de juros, fim do superávit primário, controle do câmbio e do fluxo de capitais, incluindo remessas de lucros e dividendos. Entendemos que a valorização do trabalho, e especialmente do salário mínimo, é essencial. A experiência dos últimos dois anos evidenciou o papel notoriamente positivo do aumento real do salário mínimo para o crescimento econômico. Todos reconhecem hoje que a valorização do mínimo contribuiu decisivamente para amortecer os impactos da crise mundial do capitalismo no Brasil, pois fortaleceu o mercado interno e compensou, em grande medida, a dramática queda das exportações.

Representantes do governo alegam que as centrais estão rompendo o acordo em torno da política de valorização do mínimo, que reajusta o salário de acordo com a evolução do PIB de dois anos atrás. Uma vez que não teve crescimento em 2009 não se justificaria aumento real.
WG: É uma cortina de fumaça. O problema não é o acordo, mesmo porque o ex-presidente Lula e a presidente Dilma prometeram pessoalmente às seis centrais que em 2011 haveria um aumento real do mínimo, apesar da estagnação do PIB em 2009. Este acordo verbal ocorreu durante a campanha, em São Paulo, no dia 13 de outubro de 2010, em São Miguel Paulista. A verdade é outra. É a política econômica conservadora que impõe cortes no orçamento e impede a valorização do salário mínimo [o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje redução de R$ 50 bilhões nos gastos públicos].
A política econômica conservadora não começou com Dilma, mas imaginávamos que o novo governo seria mais sensível à necessidade de mudança neste terreno. Infelizmente, não é o que se verifica.

Quais os próximos passos nesta luta?
WG: Uma vez que o governo fechou as portas à negociação vamos para o Congresso fazer a disputa política. Acredito que o salário mínimo é um divisor d´água e que não é apenas um problema sindical. A peleja em torno do seu valor em 2011 revela o caminho que o governo pretende seguir e com o qual não concordamos, somos contra. Nossa luta não se resume ao mínimo. Queremos uma política econômica que prioriza a produção, o desenvolvimento e a distribuição de renda. Batalhamos por um novo projeto nacional de desenvolvimento, com soberania, democracia e valorização do trabalho.
Hoje (15), a convite da deputada Ana Arraes (PSB-PE), debaterei o tema com a bancada do Partido Socialista na Câmara Federal. Depois pretendo conversar com os deputados do PCdoB. No mesmo dia, as seis centrais realizarão uma concentração no auditório Nereu Ramos para pressionar os parlamentares. Vamos intensificar o processo de mobilização e conscientização das bases, que já foi deflagrado com as paralisações promovidas pelos metalúrgicos de São Paulo. Uma coisa é certa. A luta continua. Não vamos capitular à pressão do Planalto.

Fonte: www.ctb.org.br

No 18º dia de protestos, o chefe do regime ditatorial do Egito, Hosni Mubarak, declarou a renúncia ao cargo de presidente, após 30 anos de permanência no cargo. O anúncio foi feito pelo vice-presidente do Egito, Omar Suleiman, que também apresentou sua renúncia.

O povo está em festa nas ruas do Cairo e em todo o país. As gigantescas manifestações populares abriram o caminho à democratização do país e mudanças sociais e políticas mais profundas.

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O desfecho é uma derrota não só do ditador como também, e principalmente, do imperialismo estadunidense e de Israel, que até ontem clamava ao mundo por apoio a Mubarak.

Os Estados Unidos se comportaram feito barata tonta ao longo dos últimos dias, com sinalizações contraditórias, mas sem nunca colocar em questão o apoio ao ditador, um velho e fiel aliado do império e de Israel.

Renúncia surpreende

Os milhares de manifestantes que estavam reunidos na praça Tahrir, no centro da cidade do Cairo, comemoraram a decisão. Uma multidão foi às ruas de várias cidades do Egito no início da noite no país, para festejar a decisão.

A surpreendente renúncia do ditador, que na noite de quinta-feira em um discurso à nação assegurava que se manteria no cargo até as eleições de setembro próximo, ocorreu no momento em que se encontrava com sua família no balneário de Sharm El-Sheikh, na costa do Mar Vermelho.

Até a semana passada, a repressão policial às manifestações causou a morte de pelo menos 300 pessoas — segundo um relatório não confirmado da ONU — e milhares de feridos, de acordo com fontes oficiais e médicas do país.

Uma explosão de protestos nesta sexta-feira (11) em rejeição ao “fico” do chefe do regime aparentemente fez com que os militares agissem e forçassem a queda de Mubarak e de seu vice-presidente.

Centenas de milhares de pessoas saíram às ruas ao longo do dia em várias cidades do país em protesto pela permanência de Mubarak na presidência. Manifestantes cercaram o palácio presidencial no Cairo e em Alexandria e cercaram também o edifício da TV estatal. Um governador de uma província do sul foi pbrigado a fugir diante das manifestações realizadas contra o poder vigente.

Este foi o dia das maiores manifestações do levante iniciado em 25 de janeiro, quando todos os setores da sociedade civil se uniram para ir às ruas em protesto contra a permanência de Mubarak.

“Diante das graves circunstâncias que o país atravessa, o presidente Mubarak decidiu deixar o cargo de presidente da república”, anunciou em tom grave na TV estatal o ex vice-presidente Suleiman. “Ele designou as o Conselho Supremo das Forças Armadas para dirigir de agora em diante o Estado”.

Com agências

Secretário Municipal de Saúde defende gestão participativa do Hospital de Base

O Movimento pela Estadualização do Hospital de Base de Itabuna promoveu audiência com o novo secretário municipal de Saúde, o técnico e professor de história, Geraldo Magela, no dia 09 de fevereiro, com o objetivo de tratar da situação do hospital. A reunião ocorreu no auditório Luis Sena, do Sindicato dos Bancários e contou com a participação de diversas entidades sindicais e do vereador Wenceslau Júnior (PCdoB).

Na audiência o secretário Magela discorreu sobre o plano de ação e revitalização do Hospital de Base Luis Eduardo Magalhães (HBLEM) com metas traçadas pela secretaria para o saneamento e correção dos desmandos administrativos verificadas nas gestões do HBLEM. O secretário não apóia a estadualização do Hospital e aposta no faturamento correto dos serviços prestados, principalmente as AIHs (Autorização de Internação Hospitalar) para que o aporte necessário seja garantido e o funcionamento adequado e manutenção do HBLEM sejam restabelecidos.

De acordo com o levantamento apresentado pelo secretário não é possível administrar o HBLEM tendo em vista o repasse de R$ 1,5 milhão do Governo do Estado. Segundo Magela, é preciso um aporte maior e significativo de recursos por parte da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para que o hospital ofereça as mínimas condições de funcionamento.

Atendimento digno aos usuários do SUS

O Movimento pela Estadualização do HBLEM apóia a iniciativa do novo secretário municipal de saúde no que diz respeito ao levantamento da situação do hospital e do plano de ação proposto. No entanto continua na luta pela estadualização, haja vista que os desmandos administrativos e gestões temerárias são a causa do sucateamento do HBLEM. Além disso, o município de Itabuna não vem repassando o valor que lhe é devido, o que contribui ainda mais para o caos instalado naquele hospital.

Segundo Jorge Barbosa, presidente do Sindicato dos Bancários e membro do Movimento pela Estadualização do HBLEM é imprescindível  a recuperação do Hospital de Base com atendimento digno aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o pleno funcionamento da atenção básica, a recuperação da média e alta complexidade e que os hospitais contratados cumpram seu papel assim como os municípios pactuados também estejam integrados ao sistema. “Para que o Hospital de Base possa oferecer um serviço de excelência e funcionar condignamente é preciso trabalhar em sintonia com os municípios pactuados”, defende Jorge.

úde defende gestão participativa do Hospital de Base O Movimento pela Estadualização do Hospital de Base de Itabuna promoveu audiência com o novo secretário municipal de Saúde, o técnico e professor de história, Geraldo Magela, no dia 09 de fevereiro, com o objetivo de tratar da situação do hospital. A reunião ocorreu no auditório Luis Sena, do Sindicato dos Bancários e contou com a participação de diversas entidades sindicais e do vereador Wenceslau Júnior (PCdoB). Na audiência o secretário Magela discorreu sobre o plano de ação e revitalização do Hospital de Base Luis Eduardo Magalhães (HBLEM) com metas traçadas pela secretaria para o saneamento e correção dos desmandos administrativos verificadas nas gestões do HBLEM. O secretário não apóia a estadualização do Hospital e aposta no faturamento correto dos serviços prestados, principalmente as AIHs (Autorização de Internação Hospitalar) para que o aporte necessário seja garantido e o funcionamento adequado e manutenção do HBLEM sejam restabelecidos. De acordo com o levantamento apresentado pelo secretário não é possível administrar o HBLEM tendo em vista o repasse de R$ 1,5 milhão do Governo do Estado. Segundo Magela, é preciso um aporte maior e significativo de recursos por parte da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para que o hospital ofereça as mínimas condições de funcionamento. (ESSA PARTE AQUI SE FICAR MELHOR COMO COLUNA PODE COLOCAR) Atendimento digno aos usuários do SUS O Movimento pela Estadualização do HBLEM apóia a iniciativa do novo secretário municipal de saúde no que diz respeito ao levantamento da situação do hospital e do plano de ação proposto. No entanto continua na luta pela estadualização, haja vista que os desmandos administrativos e gestões temerárias são a causa do sucateamento do HBLEM. Além disso, o município de Itabuna não vem repassando o valor que lhe é devido, o que contribui ainda mais para o caos instalado naquele hospital. Segundo Jorge Barbosa, presidente do Sindicato dos Bancários e membro do Movimento pela Estadualização do HBLEM é imprescindível a recuperação do Hospital de Base com atendimento digno aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o pleno funcionamento da atenção básica, a recuperação da média e alta complexidade e que os hospitais contratados cumpram seu papel assim como os municípios pactuados também estejam integrados ao sistema. “Para que o Hospital de Base possa oferecer um serviço de excelência e funcionar condignamente é preciso trabalhar em sintonia com os municípios pactuados”, defende Jorge.

Demonstrando mais uma vez descompromisso com os trabalhadores da área de saúde, a Prefeitura não cumpriu acordo firmado em reunião com o Sindserv para pagamento dos salários atrasados da categoria.

O gestor do HBLEM enviou no fim do mês de janeiro, comunicado ao Sindserv no qual se comprometia a pagar os salários atrasados referente ao mês de janeiro tão logo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) depositasse o valor devido, que segundo o ofício do HBLEM seria no dia 07 de fevereiro. Até agora nada. Além disso, os trabalhadores do setor não receberam o vale transporte, o que tem gerando revolta e insatisfação no meio ambiente de trabalho.

“Esperamos que a Prefeitura pague imediatamente os salários dos servidores. A categoria não agüenta mais tanta mentira desse governo que a cada dia se afunda na crise de credibilidade perante a sociedade itabunense”, afirma Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv

De acordo com o Diário Oficial da União de 03 de fevereiro de 2011, o Sindserv- Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Itabuna recebeu o Registro Sindical concedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Registro Sindical assegura ao Sindserv o direito de estabelecer dissídios coletivos e de assinar acordos com validade jurídica na data base. Além disso, a entidade sindical poderá utilizar a prerrogativa do substituto processual, que lhe garante o poder para entrar com ações judiciais em nome da categoria sem precisar de procurações e/ou mandatos, expediente fundamental na defesa dos interesses coletivos, ou seja, outorga poder ao sindicato para proteger direitos dos seus representados.

Para Karla Lúcia, presidenta do Sindserv, o registro sindical concedido pelo Ministério do Trabalho é uma das maiores vitórias conseguidas nesses dois anos de luta na defesa dos direitos dos funcionários e servidores municipais. “Essa medida vem reforçar na diretoria do sindicato a combatividade, a coragem e a imensa vontade de continuar lutando pela consolidação dos direitos já conquistados e ampliação de mais direitos para a categoria”, comemorou.

Leia abaixo trecho do Diário Oficial da União onde consta o registro sindical do Sindserv:

Ministério do Trabalho e Emprego

GABINETE DO MINISTRO

DESPACHOS DO CHEFE DE GABINETE

Em 26 de janeiro de 2011

Registro Sindical

O Chefe de Gabinete do Ministro do Trabalho e Emprego, no uso de suas atribuições legais e com fundamento na Portaria 186, publicada em 14 de abril de 2008, e na Nota Técnica RES Nº.216/2010/DICNES/CGRS/SRT/MTE, resolve conceder o registro ao Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Itabuna -SINDSERV – BA, n°. 46204.002799/2010-63, CNPJ 16.428.781/0001-50, para representar a categoria profissional dos servidores públicos municipais do poder Executivo e do poder Legislativo, servidores do quadro permanente ou temporário da administração pública direta e Indireta, suas autarquias e fundações, com abrangência municipal e base territorial no município de Itabuna – BA. Para fins de anotação no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais – CNES, resolve excluir a categoria profissional dos servidores públicos municipais do poder Executivo e do poder Legislativo, servidores do quadro permanente ou temporário da administração pública direta e Indireta, suas autarquias e fundações de Itabuna – BA da representação do UNSP-SINDICATO NACIONAL – Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Civil do Brasil, n°. 4000.004348/89-11, CNPJ 33.721.911/0001-67, conforme determina o art. 25 da portaria 186/2008.

Karla Lúcia presidenta do Sindserv comemora registro sindical