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“Se em 2002 a esperança derrotou o medo, em 2010 o amor pelo Brasil derrotará o ódio”, com essas palavras Dilma Rousseff, candidata à Presidência da República, comentou os ataques e os boatos criados pelo candidato José Serra e seus apoiadores, em um grande comício com a participação das centrais sindicais e entidades dos movimentos populares, na noite nesta sexta-feira (15), no bairro de São Miguel Paulista, zona leste da cidade.

Durante o evento, que reuniu milhares de pessoas, os presidentes e representantes das centrais sindicais CTB, CUT, CGTB, Força Sindical, Nova Central e UGT passaram às mãos de Dilma, a Agenda da Classe Trabalhadora, documento aprovado na 2ª Conclat, com as reivindicações de trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

“Olhem a nossa volta… Temos aqui diversos representantes dos movimentos populares. E ao lado do Serra, quem está? Os empresários! Agora, ele diz que é do povo. Mas qual representante do povo está ao lado dele? Nenhum. Apenas a mídia, que alimenta suas mentiras”, enfatizou Wagner Gomes, presidente da CTB, ao fazer uso da palavra.

Para Gomes, o principal canal de disseminação das calúnias criadas pela oposição é a mídia golpista, que no objetivo de tirar um governo popular do poder faz campanha dia e noite para Serra. “É a mídia que está tentando transformá-lo num candidato popular, ela o construiu”.

Estiveram presentes ao lado de Dilma, além do presidente Lula, os senadores Aloysio Mercadante e Eduardo Suplicy, a recém-eleita senadora Martha Suplicy, a deputada Luiza Erundina e o vereador Netinho de Paula, entre outros parlamentares.

Liberdade religiosa

Contrariando a onda de boatos de caráter religioso, no palco ao lado de Dilma, marcaram presença pastores evangélicos e padres, que abriram o comício com um louvor fazendo questão de prestar seu apoio à candidata e demonstrar que também estão ao seu lado.

“Estamos aqui para provar que não fazemos acordo com a mentira. Fazemos pacto de fé. E não somos poucos, somos muitos”, revelou o padre Julio Lancelot, ao comentar que ali estavam também pastores de outros países como México e Bolívia.

Todos os presentes criticaram em suas falas a campanha adversária por estimular o ódio. Opinião reforçada por Dilma. “Não nos interessa a discussão sobre crenças, religiões, convicções pessoais, porque o Estado é laico”.

Em seu discurso Dilma frisou o que estará em jogo no próximo dia 31 de outubro. “Nesse dia decidiremos o futuro do país, de cada mulher, criança ou idoso. O futuro da população. Vamos ter que escolher entre dois caminhos. O primeiro é aquele que pôs comida da mesa dos mais pobres, deu à população carente a oportunidade de comprar um fogão, uma geladeira. Gerou mais de 14 milhões de empregos. O outro, é aquele que governa para poucos, para as elites. O governo privatista, que quer entregar o Pré-sal às mãos do capital internacional”, revelou a candidata que destacou os principais programas sociais criados nos anos do governo Lula, que propiciaram a melhora das condições de diversas famílias do campo e da cidade.

“Quando criamos o luz para todos pensamos na mãe e seus filhos que moram em comunidades afastadas ou no campo. No pescador que precisa de um geladeira para conservar sua pesca. Quando criamos o Minha casa, minha vida pensamos em lares, nas famílias que precisam de um teto para se fortalecerem. É para esses que governamos, pois um governo só vale quando é capaz de zelar por todos e, em especial, pelos mais necessitados. E não para apenas um terço da população, mas sim para 190 milhões”.

Em sua fala, Dilma mais uma vez reforçou a força que uma mulher tem para conduzir um país. “Vou provar que uma mulher sabe governar. Quero honrar todas as mulheres!”, concluiu.

 

Muito mais em menos tempo

Último a falar e ovacionado pela população presente, o presidente Lula fez duras criticas à postura dos adversários. “É uma vergonha a campanha do nosso adversário em ataque à companheira Dilma Rousseff. É uma vergonha o preconceito contra mulher”, afirmou o presidente.

Lula lembrou que não é de hoje que enfrentam a ferocidade da oposição. O presidente relembrou os ataques que sofreu, desde 1982, quando foi candidato em São Paulo. “Nós já conhecemos essa história, não é a primeira vez que nós somos atacados”, disse.

“Até que, de tanto eles mentirem, o povo resolveu dizer ‘chega’. E era contra o [José] Serra. Foi exatamente contra ele que o povo gritou ‘chega de mentira’”, afirmou o presidente acrescentando: “Eles estão fazendo numa campanha, mentindo e difamando, na perspectiva de que o povo ainda acredite e eles possam ganhar eleições”, disse.

Lula lembrou que nunca foi feito tanto, como nos últimos 8 anos para a população carente. “Nunca um governo criou tantas universidades federais, tanto emprego com carteira assinada. Nunca houve esse índice de aumento salarial em acordo com o movimento sindical. Antes eles falavam mal do bolsa-família. Agora dizem que vão dar até 13º do benefício”, afirmou indignado.

Para o presidente os opositores falam muito e fazem muito pouco. “Falar, eles falam. Mas não fazem. Para eles, os pobres que se lasquem!”, alertou ao afirmar: “Nós que lutamos para o Brasil subir ladeira acima, não vamos permitir que o país desça “serra” abaixo. O Brasil teve a coragem de dar uma oportunidade a um torneiro mecânico. Agora, elegerá a primeira mulher presidente deste país: Dilma Roussef para o Brasil continuar crescendo!”, concluiu que foi aclamado pelos milhares de homens, mulheres e crianças presentes.

Cinthia Ribas – Portal CTB

Lula e Dilma em ato das centrais sindicais em São Paulo

 

Carta enviada a Lula, pela isonomia

 

Salvador, 07 de outubro de 2010.

 

Ao Exmo. Sr. Luis Inácio Lula da Silva

 

M.D. Presidente da República

 

Há alguns anos os empregados dos bancos públicos lutam pela isonomia de direitos e salários entre novos e antigos funcionários. O marco das perdas tem origem na política de desmonte das instituições públicas implementada pelo governo FHC, e situa-se nos anos de 1995 e 1996, respectivamente através das resoluções 9 e 10 do Departamento das Estatais do Ministério do Planejamento, que determinaram reduções salariais e supressão de direitos como a licença prêmio e o anuênio.

 

Até hoje as diretorias dos bancos públicos – Caixa, Banco do Brasil e Banco do Nordeste do Brasil -, alegam que o Departamento das Estatais não autoriza a isonomia, mantendo assim a injustificável distorção entre os bancários. Alguns avanços foram conquistados, mas ainda insuficientes, especialmente diante da alta rentabilidade e lucratividade que os bancos vem apresentando.

 

O problema apresenta contornos ainda mais graves na medida em que a diferenciação de direitos atua como um desestímulo aos novos empregados, altamente qualificados, em sua maioria, com graduação superior, mestrado e até doutorado, cujo potencial fica evidentemente comprometido.

 

Vale ressaltar que são esses bancários que atuam como operadores das políticas públicas do Governo Federal, na linha de frente de programas da mais alta importância para as transformações sociais em curso no Brasil, a exemplo do Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, FGTS, Agricultura Familiar, Micro Crédito etc.

 

Os novos empregados precisam ser valorizados, através do restabelecimento completo da isonomia, que vai atuar como o devido reconhecimento ao trabalho desses bancários que contribuem cotidianamente para o cumprimento de todas as metas do governo.

 

Neste momento, em que estão em curso as negociações da campanha salarial, a categoria bancária vem reivindicar de V.Exa. um posicionamento que revogue as duas resoluções supra-citadas, restabelecendo a isonomia, questão que interessa não apenas aos bancários mas a toda a sociedade.

 

 

Euclides Fagundes

Presidente do Sindicato da Bahia

 

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

 

15 out 2010

Trabalhador emociona Lula

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

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15 out 2010

As duas caras de Serra

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

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Em plena campanha salarial, comerciários de Itabuna lutam para chegar a uma proposta que atenda aos interesses dos trabalhadores do setor, já que apresentada pelo sindicato patronal causou a insatisfação da categoria.

Para o Sindicato dos Comerciário de Itabuna (BA), a porposta está aquém do crescimento do comércio, que vem batendo recordes de vendas com os governos Lula e Wagner. “Vale ressaltar que os patrões não apresentaram proposta de funcionamento do comércio no período natalino”, afirmou o sindicato em nota publicada.

Valorização

Como acontecem todos os anos, a queda de braço entre as representações dos trabalhadores e patronal na defesa de seus interesses foi acirrada nesta primeira reunião.

De acordo com os sindicalistas, o debate travado pela Comissão de Negociação sobre a necessidade de valorização dos trabalhadores, irritou o gerente de uma grande loja de confecções situada na Avenida Cinquentenário que retirou-se da negociação de forma grotesca e mal educada.

Após ouvir a proposta do segmento patronal e por considerar que a mesma não atende às expectativas de valorização da categoria, o Sindicato dos Comerciários manteve a proposta aprovada em assembléia pela categoria.

Em relação aos direitos sociais, como auxílio-creche e redução da jornada para office boy,  por exemplo, o segmento patronal ainda vai avaliar e apresentar contra-proposta na próxima rodada de negociação, que ocorre nesta quinta-feira 14, às 19, na sede do Sindicom.

Veja na tabela abaixo a proposta de reajuste do sindicato patronal e compare com a pauta apresenta pelo Sindicato dos Comerciários.

 

Nível Função Proposta do Sindicato dos Comerciários Proposta Patronal
I Empregados que exercem as funções de Office Boy, faxineiro, carregador, copeiro(a), empacotador e entregador. R$ 565,00 R$ 535,00
II Caixa R$ 630,00 R$ 571,00
III Subgerentes, Gerentes, Encarregados e Assemelhados R$ 950,00 R$ 737,70
IV Empregados que exercem as funções: Balconista, Atendente, Vendedor e Demais Funções. R$ 610,00 R$ 558,00

Fonte: Sindicato dos Comerciários de Itabuna (BA)

 

Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), o presidenciável tucano José Serra ficou com média final de 3,75 durante a votação na Constituinte de 1988 em questões relativas aos trabalhadores. Num quadro comparativo publicado nesta quarta (13), ele está atrás de Fernando Henrique Cardoso com média final 5 e Lula que tirou nota máxima, 10.

Serra se absteve em questões como direito de greve, jornada de trabalho de 40 horas, aviso prévio proporcional e estabilidade do dirigente sindical.

Mai tarde, entre 1993 e 1994, quando os deputados faziam a revisão constitucional, Serra deixou ainda mais clara sua opção pelo lado patronal.

Segundo o diretor do Diap, Antônio Augusto de Queiroz, ele apresentou uma proposta de modelo de organização sindical e negociação que prejudicava os trabalhadores.

“A proposta de José Serra, além de instituir a pluralidade, ou seja, autorizar a criação e funcionamento de vários sindicatos numa mesma categoria, ainda faculta ao empregador escolher com o qual deseja negociar, numa postura totalmente patronal”, disse Antônio Queiroz em artigo publicado no site do Diap.

O diretor do Diap ressaltou ainda que o candidato apoiou o projeto de flexibilização da CLT, “os direitos trabalhistas devem ser negociados entre patrões e empregados, cabendo àqueles escolherem com que entidade sindical de trabalhadores negociar.”

Lembrou a relação tumultuada do candidato quando foi governador de São Paulo com as entidades sindicais. “Os professores da rede pública e os policiais civis, fortemente reprimidos em seus movimentos, que o digam.”

Não esqueceu de pontuar que no Governo FHC, Serra foi ministro do Planejamento quando foram realizadas as reformas administrativas e previdenciária, que suprimiram mais de 50 direitos dos servidores.

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A bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo concedeu entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (13) para revelar novas suspeitas de casos de corrupção envolvendo o chamado “homem-bomba” do PSDB, o engenheiro Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto. Integrande do grupo do agora senador eleito Aloysio Nunes Ferreira, Preto era homem de confiança dos tucanos paulistas até que foi acusado de sumir com quatro milhões de reais do “caixa 2″ da campanha de Serra.

As maracutais envolvendo o ex-presidente da Dersa, Paulo Preto, já eram bastante conhecidas nos bastidores do mundo político. Matérias da revista Veja (clique aqui para ler) e da revista IstoÉ (leia aqui) já tinham trazido à tona graves suspeitas sobre o engenheiro que ocupou cargos de grande importância no governo paulista na gestão do então governador José Serra (PSDB). Mas o nome de Paulo Preto foi jogado sob holofotes mais intensos depois que a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, durante o debate da Rede Bandeirantes, no último domingo (10), citou o desvio de R$ 4 milhões do caixa de campanha de José Serra. O dinheiro teria sido arrecadado por Paulo Preto junto a empreiteiras e depois sumido.

Durante o debate e no dia seguinte, o candidato José Serra disse que não conhecia Paulo Vieira de Souza, mas depois voltou atrás. Nesta terça-feira (12), durante evento em Aparecida do Norte, Serra saiu em defesa do ex-presidente da Dersa e disse que ele é inocente e também que já foi eleito o Engenheiro do Ano.

Denúncias sufocadas pelos tucanos

Com o nome de Paulo Preto ganhando espaço na mídia, a bancada do PT resolveu reapresentar algumas denúncias envolvendo não só Paulo Vieira de Souza mas também o ex-governador José Serra e o atual presidente da Dersa, José Max Reis Alves.

As denúncias de tráfico de influência, desvio de dinheiro público e improbidade administrativa endossam a representação que os deputados petistas devem encaminhar nesta quinta-feira à Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo. São denúncias que já circularam pela Assembléia Legislativa de São Paulo mas foram sufocadas pela maioria governista aliada aos tucanos.

Agora, com o assunto ocupando a pauta eleitoral, os deputados petistas têm esperança que as denúncias sejam finalmente investigadas.

Paulo Preto tem estreitas ligações políticas e pessoais com Aloysio Nunes Ferreira Filho (foto ao lado), ex-secretário da Casa Civil de São Paulo e senador eleito pelo PSDB em São Paulo. Vieira de Souza e Aloysio se conhecem há mais de 20 anos. Quando, no ano passado, o tucano sonhou em ser o candidato de seu partido ao governo de São Paulo, Vieira de Souza foi apresentado como seu “interlocutor” junto ao empresariado. A proximidade entre os dois é tão grande que a família dele contribuiu para que o ex-secretário comprasse seu apartamento.

Trajetória repleta de episódios nebulosos

“Trata-se de uma trajetória repleta de episódios nebulosos”, disse o líder da Bancada do PT, Antonio Mentor, em referência a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto.

Segundo Mentor, antes de sair da Dersa, no final de 2009, Preto foi ainda acusado de favorecimento na indicação da própria filha, a advogada Priscila Arana de Souza Zahran, para o Escritório Edgard Leite Advogados Associados, que defende a Dersa e as mesmas construtoras que deveriam ser fiscalizadas pela estatal, no Tribunal de Contas da União e Tribunal de Contas do Estado.

Deputado eleito e presidente do PT Estadual, Edinho Silva, destacou o acesso a informações privilegiadas que a advogada tinha, ao atuar em um escritório que atendia empreiteiras fiscalizadas por se próprio pai. “É evidente o conflito de interesses”, explicou Edinho.

As empreiteiras atendidas pelo escritório onde trabalha a filha do ex-presidente da Dersa atuaram nas principais obras viárias do Estado, como o Rodoanel, a Nova Marginal e a extensão da Avenida Jacu-Pêssego. Paulo Vieira de Souza era o responsável, por exemplo, por autorizar o pagamento a estas empreiteiras.

“O contrato mais emblemático refere-se à extensão da Avenida Jacu-Pêssego. Nós, da Bancada do PT, fomos até a Dersa, por causa das desapropriações que a obra iria provocar. Paulo Preto foi acintoso, violento e ameaçador”, relatou o deputado Adriano Diogo.

Festa de R$ 1 milhão e ameaça a padre

O estilo do ‘tocador de obras’ do ex-governador José Serra também aparece nas festas que ele promove. “A festa de aniversário que ele realizou em março de 2009, na Casa das Caldeiras, custou R$ 1 milhão, e teve direito até a camelos e odaliscas”, denunciou o líder da Bancada do PT.

O deputado Adriano Diogo relatou ainda um episódio que mostra o estilo truculento do tucano Paulo Preto. Segundo Diogo, durante uma reunião para tratar dos interesses de centenas de famílias que estavam ameaçadas de despejo por causa das obras da avenida Jacú Pêssego, Paulo Preto lançou ameaças e grosserias contra o padre Franco Torresi, que estava na reunião como representante das comunidades ameaçadas de perder suas casas. “O Paulo Preto nos recebeu a contra-gosto e foi super grosseiro. Contou que durante o governo FHC ocupou cargos na área penitenciária e dirigindo-se ao padre Torresi fez um comentário em tom de ameaça. Disse que se tivesse conhecido o padre na época da ditadura, teria o colocado no pau (de arara, instrumento de tortura) e o padre não estaria ali enchendo o saco”, relatou Diogo.

A fama de arrogante e truculento de Paulo Preto é confirmada por um ilustre tucano. O atual governador de São Paulo, Alberto Goldman, chegou a escrever um e-mail a José Serra reclamando do estilo de Paulo Preto. Na mensagem, Goldman diz que o ex-diretor da Dersa é incontrolável, “vaidoso” e “arrogante”.

Vínculo com o esquema PC Farias

A representação da Bancada do PT pede a instauração de um inquérito civil público para apurar os indícios de irregularidades.
A representação dos deputados petistas também pede à Procuradoria investigação sobre o atual presidente da estatal, José Max Reis Alves, que já integrava a diretoria da DERSA na gestão de Paulo Vieira de Souza e foi acusado de participar do Esquema PC Farias, a máfia que atuou durante o Governo Collor, no início da década de 90.

Esta é a segunda representação que a Bancada do PT envia à Justiça sobre o ‘caso Paulo Preto’. O primeiro pedido de investigação, formulado em maio de 2009, está vinculado à Operação Castelo de Areia da Polícia Federal. “Estive reunido na semana passada com o Procurador (Fernando Grella Vieira) e o caso tramita em segredo de Justiça”, explicou o deputado Antonio Mentor.

Fonte: www.vermelho.org.br

 

14 out 2010

Termina a greve dos bancários

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Em assembléia, realizada na noite desta quarta-feira (13/10), no auditório do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, os bancários avaliaram a nova proposta apresentada na segunda-feira (11/10) pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e decidiram pela volta ao trabalho, a partir de hoje, nos bancos da rede privada, no Banco do Brasil, Caixa Econômica e no Banco do Nordeste.

Durante a assembléia muitos bancários ressaltaram a unidade da categoria e o amadurecimento dos bancários na participação ativa durante o movimento grevista.

Também foi defendido pelos presentes a importância da continuação da luta pela garantia das conquistas e consolidação dos direitos dos trabalhadores, através do empenho dos bancários na campanha da candidata Dilma Roussef  para presidente do Brasil.

 

A candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, mantém a dianteira na preferência do eleitorado neste segundo turno, aponta nova pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta quarta-feira. O levantamento, primeiro realizado pelo instituto na segunda etapa da eleição presidencial, dá a Dilma 48% das intenções de voto, contra 40% registrados pelo adversário tucano José Serra.

Brancos e nulos totalizaram 6%, mesmo índice de indecisos. Se forem considerados somente os votos válidos, Dilma tem 54,5%, enquanto Serra ficaria com 45,4%. O número exclui da conta tanto os votos em branco ou nulos, quanto os indecisos. Esta última fatia do eleitorado, entretanto, ainda pode migrar para um ou outro candidato até a data da eleição.

A pesquisa Vox Populi/iG contou com 3.000 entrevistas, realizadas entre os dias 10 e 11 deste mês, em 214 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 1,8.

A pouco menos de três semanas da eleição em segundo turno, a avaliação positiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva somou 78%. Na amostra, 17% consideraram o desempenho de Lula regular e 4% o avaliaram negativamente. Não souberam ou não responderam 1% dos entrevistados.

Debate

O levantamento mediu também o impacto do último debate entre presidenciáveis, realizado no último domingo pela Band. Entre os entrevistados, 22% disseram ter assistido ao debate, enquanto 77% disseram não ter visto o programa. Entre os que não assistiram, 39% disseram ter ouvido falar do debate e 60% não ouviram falar.

Entre os que assistiram ou tomaram conhecimento do debate, 37% disseram acreditar que Dilma saiu vitoriosa do confronto. Outros 32% deram a Serra a vitória no debate, enquanto 31% não souberam ou não responderam.

Os dados confirmam a tese dos especialistas que dizem que o eleitor tende sempre a achar que seu candidato foi melhor no debate. A proporção entre os que acham que Dilma venceu e os que acham que Serra foi o vencedor coincide com o volume de eleitores de cada um.

Ibope

O instituto Ibope também trouxe novos números sobre a disputa presidencial nesta quarta-feira (13). Segundo o Ibope, Dilma Rousseff tem 53% dos votos válidos contra 47% de José Serra. Quando considerados os votos totais, Dilma aparece com 49% e Serra com 43%. Nulos e brancos são 5% e indecisos 3%. A pesquisa Ibope foi encomendada pela Rede Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”e está registrada no TSE sob o número 35669/2010 . Foram entrevistadas 3010 pessoas entre 11 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Datafolha

O Datafolha divulgado no último sábado (9) foi a primeira pesquisa do segundo turno para a disputa presidencial. Nela, a candidata do PT tem vantagem de 7 pontos percentuais em relação a José Serra. Dilma aparece com 48% das intenções de voto e o tucano com 41%.

Considerando os votos válidos, que excluem votos em branco e nulos, a diferença entre os dois candidatos é de 8 pontos percentuais – Dilma te 54% e Serra 46%. A pesquisa, publicada pela Folha de S.Paulo, foi realizada na sexta-feira, dia 9 de outubro, com 3.265 entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pesquisas

As pesquisas de intenção de voto não são um instrumento infalível de aferição do desempenho dos candidatos na corrida presidencial. Elas são ferramentas que ajudam a mostrar o que pode acontecer no cenário eleitoral. No primeiro turno, o último tracking Vox Populi/Band/iG dava a Dilma 53%, se considerada apenas a conta de votos válidos. Serra, de acordo com a pesquisa, tinha 30% dos votos válidos e Marina Silva (PV), 16%.

Levantamento Datafolha, que errou menos entre os institutos, divulgado logo antes do pleito dava à petista 50% dos votos válidos, contra 31% de Serra e 17% de Marina. Já a pesquisa de boca de urna do Ibope dava à petista 51% dos votos válidos, contra 30% de Serra e 17% de Marina. Dilma, no entanto, saiu da eleição com 46,9% dos votos válidos, Serra teve 32,6% e Marina 19,3%.

Saiba mais sobre segundo turno: www.vermelho.org.br