15 dez 2010

Artigo contra bancários sai da CLT

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado
O presidente Lula sancionou lei suprime o artigo 508 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que previa que o bancário com dívidas poderia ser demitido por justa causa.
Para o autor da proposta, o deputado federal Geraldo Magela (PT-DF), o artigo vai de encontro com a Constituição Federal, pois fere o princípio da isonomia – tratamento igual para todos – e contraria o direito da privacidade.
Mais uma vitória para a categoria, pois a atitude se caracteriza também como assédio moral, um dos principais problemas enfrentados dentro das agências bancárias. (O Bancário)
14 dez 2010

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Adaptação de imagens as quais traçam um paralelo entro o regime Nazista e o regime Sionista. Criado na ocasião do Dia Internacional em Solidariedade ao Povo Palestino

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wz5kATAYIRQ&feature=player_embedded]

A nudez explícita da diplomacia(?) americana via Wikileaks, o reconhecimento do Estado Palestino pelo Brasil, Argentino e Uruguai e a sinalização de alguns países europeus, Espanha, Portugal e França, da necessidade da nação palestina livre e soberana para 2012, são alguns fatos animadores e impressionantes neste final de ano para considerar.

As peças se movem em um cenário de nova ordem emergente e da queda , política, econômica e moral dos Estados Unidos, lenta e gradual, mas contínua.

O Estado Palestino terá, a meu ver, chances promissoras de se consolidar com a superação das premissas ideológicas e culturais do império americano, com seu desprestígio internacional e o recrudescimento das posições em blocos contrários aos  interesses norte americanos no oriente médio e nas demais fronteiras de conflito mundiais.

O mundo dá provas, segundo a opinião pública mundial, de querer desembarcar nesta nova ordem, tendo o Estado Palestino, como pano de fundo dessa conjuntura que se anuncia.  A emergência do protagonismo do sul também configura uma mudança significativa no movimento das peças deste jogo.  Quando Brasil, Índia, África do Sul e China, somado a Rússia, começaram a tratar em bloco seus interesses comuns, nos campos políticos, comericiais e diplomáticos, outras vozes puderam ser ouvidas nas negociações multilaterais.  Lula acertou ao privilegiar as relações comerciais e diplomáticas do Brasil pelo viés sul-sul, tanto por isso outro tanto por sua liderança no continente americano, pode ser considerado um dos grandes artifíces dessa nova construção global.  Salvo reviravoltas e o velho jeito americano de resolver suas crises, este caminho pode-se consolidar o mais breve possível.

O que o Wikileaks revela e todo dia há uma avalanche de “novidades” sobre os bastidores da atuação política dos Estados Unidos em todos os continentes do mundo, reforça o quanto o mundo ainda corre sério risco de, a pretexto de preservar a “democracia e a liberdade”, presenciar atos golpistas mundo afora, patrocinados pelo governo americano e seus propósitos de “ocupação cultural” pela força.
A ruína do império é requisito para a consolidação da nova ordem mundial, os aliados europeus estão abalados por crises econômicas profundas e de difícil solução.  O patrocínio da política belicista pode se esgotar se o cenário de crise e mal estar social, que se abatem sobre Portugal, Espanha, Itália, Grécia e Irlanda, por exemplo, continuarem.  O contágio pode atingir as robustas economias francesa, inglesa e alemã, desta maneira, o provisionamento financeiro pode escassear, redirecionando tais recursos para aplacar as crises do sistema econômico, para, enfim, conter a desaprovação da opinião pública destes países.
O custo econômico e político da manutenção das ações subterrâneas é muito alto, como o preço que Tony Blair e os trabalhistas ingleses tiveram que pagar no episódio da invasão ao Iraque.

A América Latina, salvo algumas exceções, se unifica politicamente e afina o discurso continental nos ambientes de negociação internacional.  Brasil, Argentina, Venezuela, Equador, Bolívia, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Cuba formam um bloco consistente.
Que contexto promissor pode ser este?
De certo o planeta passa por radicais mudanças, caminha para reformas multilaterais importantes, mas de qualquer forma, o momento, os movimentos dissonantes e os novos protagonistas, já evidenciam esta ordem emergente, seja qual for, de fato, sua intensidade e alcance.  A prosperidade desta nova cena necessitará da permanência de médio-longo prazo, em destaque e na liderança de governos emergentes, das atuais políticas dissonantes e altenativas acerca dos interesses comuns dos que não eram ouvidos por aqueles que não se interessavam em ouvir.
Se esta nova ordem significará a salvação do planeta ou apenas, e tão somente, a superação (ou substituição) desta velha ordem que impera atualmente e rui por fadiga de suas estruturas de sustenção, são outros 500 (anos?)…

Leia mais: http://palavras-diversas.blogspot.com

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Após percorrer os primeiros 16 quilômetros da Ferrovia Transnordestina e participar da assinatura de contratos de outros trechos da obra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (13) que a Região Nordeste não pode mais ser vista como a “escória” do país.

Em discurso em Missão Velha, no Ceará, Lula citou as obras de transposição do Rio São Francisco como exemplo de sucesso do seu governo. “A transposição era um desejo de dom Pedro [Primeiro]. E nem dom Pedro conseguiu fazer, nem ele, que era imperador, filho do rei. Foi preciso vir o Lula, filho da dona Lindu, para fazer”.

Lula disse que parte do atraso dos indicadores sociais e econômicos do Nordeste em relação ao restante do país se deve à classe política da região. “Uma parte da elite do Nordeste era colonizada, tinha a cabeça que pensava pelo Rio de Janeiro e São Paulo, não pensava nos nordestinos”.

O presidente disse que os investimentos feitos no Nordeste nos últimos anos não tiraram recursos de outros estados do país e que era preciso trabalhar para reduzir as diferenças regionais, com fortalecimento da infraestrutura e das condições de crescimento da economia local.

“Não era justo que o Nordeste continuasse a ser tratado como se fosse a escória deste país. Não queremos mais ser exportadores de servente de pedreiro para São Paulo. A gente não quer ser só pedreiro, a gente quer ser engenheiro, a gente quer ser médico”.

Edição: Vinicius Doria

 

14 dez 2010

Las cartas de los diplomáticos del imperio

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Por Manuel Zelaya – ex-presidente deposto de Honduras por forças dos EUA

Se ha revelado un nuevo bochorno de la política exterior norteamericana. Esta vez sobre mi persona como Presidente Constitucional de Honduras, en las que no reflejan mi personalidad, sino más bien se dedican a hacer acusaciones criminales y temerarias que constituyen delito de difamación y calumnia, y constituyen uma afrenta a la dignidad del pueblo de Honduras.
Há pasado más de un año;  largos 18 meses desde el golpe de estado en que los grupos de extrema derecha en Honduras, supuestos amigos y socios de “USA”,  tomaron  el poder en el país. Es curioso que hasta ahora no hayan sido capaces de demostrar ni un solo vínculo con el crimen organizado, ni de la conexión de este con  Cuba, Nicaragua y Venezuela, en los supuestos
actos de corrupción que cometí durante mi mandato.
El autor de la aberración es Charles Ford, supuesto diplomático, que aquí se rebela como embustero  e instigador, y pone al descubierto la naturaleza oculta  de la diplomacia norteamericana para los países del mundo, ya que fungía como embajador norteamericano en Honduras cuando asumí la primera magistratura del país.
Este es el mismo embajador que me exigía  uma visa de asilo diplomático para el terrorista Luis Posada Carriles; el mismo  que decía en los médios públicamente que el presidente Chávez tenia negocios sucios y corruptos com este servidor; el mismo que, cuando gané la Presidencia, me entregó una lista con las personas que debía nombrar en mi gabinete, y que, desde luego, se
enfurecía con mis negativas.
Es el mismo que me acompañó a la Casa Blanca para atender una cita con el Presidente Bush, con parte de mi  gabinete, donde Bush despotricaba contra el presidente de Venezuela Hugo
Chávez y atacaba  mi   amistad con este. El mismo que durante toda mi gestión, se dedicó a defender los fraudes de las trasnacionales norteamericanas del petróleo en Honduras, algo que extrañamente omite en este cable, así como se abstiene de mencionar  las cosas por lãs que teníamos altercados y problemas.
Em estas acusaciones graves y sin fundamento del embajador FORD,  llenas de escarnio contra mi personalidad  como jefe de estado,  se dejan al trasluz los métodos antojadizos que usan los diplomáticos, de la auto proclamada democracia más antigua del mundo,  como la mentira, la manipulación, que se usan en  forma malintencionada, para justificar  los crímenes y asaltos
al poder  que impulsan a lo largo y ancho del mundo. El cable del señor Ford, hecho público por Wikileaks, y comentado por todos los medios del mundo, además de ofensivo, muestra la forma en que los Estados Unidos, en su condición  imperial,  fabrica sus enemigos.
Mediante la descalificación personal, buscan estigmatizar a quienes luchamos con dignidad e independencia, contra  lãs prácticas de sometimiento a que está acostumbrada la diplomacia de Estados Unidos de Norte América.
Esta desfachatez en sus acciones,  que los pone en evidencia, a ellos más que a quienes ofenden y acusan, no les faculta, como presuntos  “salvadores” del mundo acusando a los presidente de los países,  de locos, megalómanos, mitómanos, erráticos, corruptos,  y siniestros, especialmente a los que no les obedecen   En esto podemos identificar un patrón, y no debería extrañarnos que sigan saliendo este tipo de perfiles.
Debe llamarnos poderosamente la atención, que las palabras de Ford, hayan sido las mismas que  publicaron por tres años y medio, quienes me atacaron permanentemente desde Washington, desde la FUNDACION Arcadia,  dirigida por   Otto Reich y Robert  Carmona y que
siguen usando  quienes conspiraron y ejecutaron el Golpe de Estado en Honduras.
Este documento hace gala de cinismo cuando, sin empacho alguno, afirma que ellos
intervienen sobre las personas designadas en los  gabinetes de gobierno, hablan con cardenales,
y encuentran cosas sospechosas hasta en actos públicos, como cuando  manifiesta este señor embajador,  que en mi discurso sobre la plataforma del Navío USS o algo así,  “a pesar”  de que resalté las buenas relaciones comerciales con el imperio, no escatime esfuerzo para enaltecer la gesta contra el invasor Norte Americano   William Walker” ; filibustero que invadió tierra nicaragüenses y hondureños, y que fue fusilado y enterrado en el puerto de Trujillo, en Honduras.;  entonces el que para ellos es un héroe, para nosotros es un bandolero que refleja la injerencia y la intromisión de grupos de Estados Unidos  en nuestras naciones desde el siglo XIX.
En su nota, Ford tiene un lapsus mental y omite mencionar mi intención de aprovechar comercialmente el aeropuerto de Palmerola, base militar norteamericana desde la que se han fraguado miles de conspiraciones, muchas de ellas fatales, que se halla clavada en el corazón mismo de nuestro territorio, y cuya última obra siniestra fue el Golpe de estado del 28 de Junio de 2009. Su perfidia lo lleva a omitir su participación de boicot contra mi iniciativa, y
su apoyo a las fuerzas más reaccionarias del país que argumentaban a favor de Tocotín,
uno de los diez aeropuertos más peligrosos del mundo; y es que a Charles Ford,
al imperio, no les interesa la seguridad ni el progreso de nadie, solo sus bases militares para salvaguardar sus dominios.
Me conoce y respalda todo el pueblo hondureño; no me arrepiento de ninguna de mis
acciones,  de lo que impulse e hice  como presidente. Pienso que ellos estaban  muy preocupados por mis niveles de aceptación, y porque alcanzaba los mejores resultados de la historia de Honduras, en materia de crecimiento económico, entre 6 y 7 % anual sostenido, ambiental y social; por primera vez se reducía la pobreza,  en mucho gracias a Petrocaribe y la ALBA
datos que se  pueden verificar  en las estadísticas de la CEPAL y el Banco Mundial.
Les preocupaba que en un año de trabajo con Chávez y Lula obteníamos apoyo para proyectos, que nos costaría unos diez años conseguir con los Estados Unidos. Les afectaba que fuera el único presidente que aprobaba una ley de trasparencia, para eliminar los documentos confidenciales en el gobierno, lo que afectaba directamente la estructura de sometimiento lacayo que el imperio mantiene en el país,  y el único en la historia reciente que dejó  todos el respaldo para justificar el gasto hasta el último centavo, en manos públicas y de los organismos contralores.
No sabíamos que el cardenal le susurraba al oído mis asuntos ancestrales;  se le olvidó decirle a Ford que mi família prevaleció por más de 400 años (como lo deja claro el mismo embajador) gracias a sus extraordinarias relaciones con el pueblo, y que al llegar a la presidencia de la república yo disponía de un legado de muchas generaciones y un patrimonio rural producido por el trabajo de centurias del que conocen todos los hondureños, así como un enorme acervo intelectual y político heredado de los más ilustres hijos de la patria.
Manifiesta el pro cónsul su desprecio a nuestra cultura y nuestras costumbres, diciendo
que nos comportábamos como animales para  “mezclarnos” con la clase árabe. Algunas cosas no las puede entender un bárbaro, sin ninguna cultura,  este es el caso; somos generaciones que se remontan a la colonia española, hoy convertidos  en una orgullosa identidad latino americana,
mixta, indígena y negra.   ¿Por qué degradar la relación afectiva de mis hijos a simples componendas? Así se comporta el imperio; nosotros somos humanos y respondemos a valores y princípios que ellos no entenderían ni en dos siglos más.
Dice Ford que hay que “salvar” lo que se pueda del sistema hondureño; dice que yo estoy dispuesto a hacerme el mártir, pretendiendo dejar un legado inconcluso, bajo el argumento de que me lo impidieron fuerzas poderosas, que no se pueden nombrar. El pueblo conoce que hemos desenmascarado una y otra vez dichas fuerzas, en mis propios discursos en la Naciones Unidas, y en todos los foros, a través de nuestra lucha continua. No es el martirologio al que ellos me han sometido, al derrocarme y ahora  por medio del destierro; es la lucha del pueblo en resistencia,  es un legado, es la fuerza moral y libertaria de nuestros hombres y mujeres por construir una nueva historia;  que estrechez de mente la que denota este embajador para justificarse ante sus superiores después de su fracaso en Honduras, al no podernos someter. Por su papel desestabilizador fue enviado al comando sur donde aún permanece y desde donde fraguó y ejecutó el GOLPE DE ESTADO.
Es imposible dejar de lado que textualmente me considera enemigo de los intereses
de Estados Unidos y  reprocha mis actos soberanos y dignos. Actos que ratifico totalmente al tiempo que expreso mi amistad y admiración por el pueblo americano ni de su país,  al tiempo que me proclamo anti imperialista, lucha en la que preferiría morir que doblegarme.  Reprocha mis nombramientos en la ONU y expresa enfado porque no renunciamos a tomar las decisiones de estado, a pesar de  sus maquiavélicas manipulaciones, asociado con  toda una oligarquía, banda de mercenarios que no dejaron nunca de conspirar para evitar que me acercara al
pueblo y aportara un sentido de patria y de lucha que ha de dar al traste con sus acciones entreguistas.
Cuando el subsecretario de estado John Dimitri Negroponte, junto al embajador Ford, en Washington, me reprochaban que estaba nombrando a un comunista ante las Naciones Unidas, el ex rector de la Universidad Nacional Autónoma de Honduras, y señalaban que él no tenía visa
americana por terrorista, les reclamé enérgicamente la violación al estatuto de ese organismo internacional,  y  me vi obligado a elevar una firme protesta  ante la Casa Blanca para
conseguir que estos señores estancados en la guerra fría, sectarios, fundamentalistas, entendieran que el mundo ha cambiado y que Estados Unidos también tiene que cambiar .
Cable de falsedades, igual a muchos que antes sirvieron para justificar guerras y  la masacre de niños, mujeres y ancianos en varias partes del planeta; calumnias, degradación y grosería
utilizados para allanar el camino hacia la barbarie y la explotación de un sistema que no tiene  límites, más que los que dictan  desde siempre  las trasnacionales, antes  bananeras y hoy financieras y petroleras, contra mi pueblo.  Esta notas del embajador solo sirven para dejar el destino de mi patria en las manos de quienes han perdido el honor y la dignidad, para humillarse ante los intereses subalternos,  No cabe duda, el problema es el mismo, el método el mismo, el motivo el mismo, las prácticas  pérfidas  y cobardes que sacrifican generaciones por
sus pingues negocios.
Podría seguir abordando una por una las opiniones del señor Ford, y resaltando mi
imagen al desmentir sus embustes, pero pienso que el problema de fondo es otro; este documento pone de relieve a los gestores del golpe de Estado; nos indica que estaba pensando el imperio en mayo de 2008; nos deja claro que el Golpe de Estado no es casual, que fue preparado, y que ellos también conspiraron, y desde cuando se aprestaban a derrocarme y
destruir la democracia en Honduras.
Em este cable de Ford, está la historia del Golpe de Estado; para ellos es imperdonable que en la década de los ochenta, levantara mi voz contra los ejércitos irregulares de contra revolucionarios  centro americanos, siendo diputado   ante la asamblea nacional,   exigiendo explicaciones porque  agredían  desde nuestro territorio a países hermanos, como Nicaragua y el
Salvador, donde cometían un brutal genocidio,  mientras nuestra querida patria Honduras era utilizada como un portaaviones por los norteamericanos.   Al imperio no le interesa mi vida personal, pero la destruye con tal de evitar que mi accionar político coadyuve a la liberación de mi pueblo.
Al final que lo diga Charles  Ford; que lo diga el imperio, norte americano solo me engrandece como ser humano, como político y como actor del siglo XXI, y hace más grande e invencible la lucha del pueblo hondureño, que sigue resistiendo el retorno de las castas militares a la vida cívica de nuestra Nación, así como el fuego asesino e intenso de criminales de aquí y de allá,
movidos por el mismo titiritero de siempre, ese que un día debe detenerse a pensar que es mejor convivir con nosotros, que intentar robarnos lo que nos pertenece.
Uma vez más, vemos las acciones de Estados Unidos como policía del mundo; tribunales
de la santa inquisición del siglo XXI,  más descarada y sanguinaria  que ninguna otra en la historia de la humanidad; hoy vemos que ni el imperio ni los golpistas, que violan  todos los derechos humanos, no tienen doble moral, ni moral alguna, solo funcionan en base a
estándares, a parámetros, a números, a intereses.
Seguiré luchando  contra esta brutal y siniestra fuerza que niega la revolución del pensamiento y la solidaridad para imponernos la barbarie, y la infamia   que no ceja ni un instante en su empeño por sojuzgarnos y esclavizarnos.

José Manuel Zelaya Rosales
Presidente Constitucional   2006 – 2010

 

14 dez 2010

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

O comediante Marcelo Adnet, em seu programa Comédia MTV, ironiza parcela do eleitorado de José Serra nas Eleições 2010 que se destacou por suas opiniões preconceituosas.[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jrUVle5wdPY]

14 dez 2010

WIKILEAKS & ELEIÇÕES BRASILEIRAS

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Folha – 13/12/2010
Serra prometeu às petroleiras americanas mudar as regras do pré-sal, caso
vencesse as eleições. É o que mostra telegrama do Wikileaks

“Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações
não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo
funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora
de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira
norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama
As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de
petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do
então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB), a promessa de que
a regra seria alterada caso ele vencesse.

É isso que mostra telegrama diplomático dos EUA de dezembro de 2009 obtido pelo
site WikiLeaks (www.wikileaks.ch). A organização teve acesso a milhares de
despachos.

A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do
WikiLeaks.
Leia mais
http://www1.folha.uol.com.br/poder/844645-petroleiras-americanas-eram-contra-novas-regras-para-pre-sal.shtml

Outro lado:

Folha
Serra não é achado para comentar caso
A Folha tentou fazer contato ontem com José Serra e não conseguiu uma resposta
até o fechamento desta edição.
Segundo ex-assessores do tucano, ele não conta atualmente com uma assessoria de
imprensa.
Uma ex-assessora informou um endereço eletrônico para contatá-lo. A Folha enviou
mensagem para o ex-governador, mas não obteve resposta.Outro ex-assessor disse
que uma secretária pessoal de Serra informou que, ontem à tarde, ele estava
viajando dos Estados Unidos para o Brasil

Fonte: Clovis Libanio 3º Setor

A eleição do Conselho de Usuários do Saúde Caixa acontecerá de 13 a 17 de dezembro. Dentre as oito chapas que concorrem, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e seus sindicatos filiados apóiam a Chapa 2 – Movimento pela Saúde, que conta com a participação do companheiro Alex Livramento, representante da CTB.

A eleição será pelo sistema de comunicação da Caixa, no endereçowww.gesad.mz.caixa/eleicao. Os aposentados deverão dirigir-se a uma agência do banco para votar, no horário normal de funcionamento da respectiva unidade, ou utilizar-se do serviço 0800-726-8068. A votação será nominal, não sendo permitido representante legal. Cada eleitor poderá votar uma única vez, em uma única chapa.

Conselho de Usuários - O Conselho de Usuários é composto de cinco participantes titulares e seus respectivos suplentes, todos indicados pela Caixa, e cinco participantes titulares e seus suplentes eleitos, com mandatos de 36 meses. O Conselho de Usuários é autônomo e tem como objetivo acompanhar a qualidade do programa Saúde Caixa e oferecer à Caixa subsídios ao aperfeiçoamento da gestão e dos benefícios, de acordo com as normas e legislação em vigor, sem contudo alterar a estrutura do programa e formato de custeio. As reuniões ordinárias ocorrem a cada três meses.

Leia mais: www.feebbase.com.br

 

A consulta sobre o acordo para a utilização do superávit do Plano 1 da Previ começa nesta quinta-feira, dia 9, e vai até o dia 15. O acordo foi negociado com o Banco do Brasil pelos diretores eleitos da Caixa de Previdência e pelas entidades do funcionalismo do BB. Os associados da ativa votam pelo Sisbb e os aposentados e pensionistas pelo 0800-729-0808. A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e os seus sindicatos filiados indicam o voto Sim pela aprovação do acordo.

O acordo do superávit beneficia 33.732 funcionários da ativa e 67.722 aposentados/pensionistas pertencentes ao plano 1 da Previ. Conforme o instrumento, está prevista destinação de aproximadamente R$ 7,5 bilhões da reserva especial aos associados, sendo que cada um deverá receber de imediato 2,4 benefícios. No caso dos benefícios temporários, o pagamento deverá ser feito enquanto durar a reserva, prevista para durar até seis anos.

Veja abaixo as conquistas do acordo:

1. Criação de um benefício temporário correspondente ao percentual de 20% sobre o complemento de aposentadoria ou pensão ou de 20% sobre o benefício projetado, para os funcionários da ativa.

2. Criação de um benefício mínimo temporário no valor correspondente à diferença entre 70% e 40% da Parcela Previ (PP).

3. Contabilização de dois fundos previdenciários de igual valor – um a favor dos associados e outro a favor do Banco do Brasil – constituídos pela reserva especial do Plano 1 apurada em dezembro de 2009, para posterior utilização.

4. Incorporação dos benefícios especiais criados em 2007, na destinação anterior da reserva especial – benefício especial de remuneração (aumento do teto de contribuição e benefício de 75% para 90%) e benefício especial de proporcionalidade.

5. Continuidade da suspensão de contribuições por mais três anos.

A partir de janeiro de 2011 será iniciado processo de negociação com o BB para debater a revisão do Plano 1, quando também estará em pauta o fim do voto de Minerva no Conselho Deliberativo.

Somente depois da consulta os benefícios temporários serão aprovados pelos órgãos competentes (Previ, BB, Ministérios do Planejamento e Fazenda e Superintendência Nacional da Previdência Complementar, a Previc) e implantados.

Acesse aqui O Espelho Nacional em pdf com todas as informações sobre o acordo e veja por que ele é vantajoso para 100% dos associados do Plano 1 – da ativa, aposentados e pensionistas.

Leia mais: www.feebbase.com.br

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, assegurou neste domingo (12) que o modelo socialista de desenvolvimento é a única solução para os problemas sociais e ambientais existentes no planeta. Para o presidente, o drama humano vivido em seu país nas últimas semanas, devido aos estragos das fortes chuvas em 14 estados, demonstra a necessidade da implantação desse sistema.

“Agora mais do que nunca estamos obrigados à redistribuição da questão humana no econômico e no social, o que implica no aprofundamento da revolução democrática: a aceleração da marcha para o socialismo, que é a solução para estes dramas”, advertiu, nas Líneas de Chávez.

Em sua publicação dominical, o estadista considerou que os danos sofridos por milhares de venezuelanos é o resultado da desigualdade ainda presente. ”Reitero: o que sofremos não é conseqüência de uma má jogada por parte da natureza. É conseqüência direta da injustiça que reina sobre a Terra, e que afeta, em especial, aqueles que menos têm a ver ou menos têm provocado esta corrente de calamidades: aos mais pobres, aos nossos povos”, apontou.

As chuvas deixaram dezenas de milhares de prejudicados e estragos severos na infra-estrutura viária e habitacional de estados como Falcón, Zulia, Miranda e o Distrito Capital. Chávez qualificou como uma tragédia o impacto causado pelas inclemências do tempo e reiterou as medidas tomadas para superá-lo.

Ao falar sobre a situação do país, pediu que se atue com rapidez e eficácia, superando o burocratismo. “Tenho empunhado o chicote e a espada para travar uma batalha contra velhos vícios e as nefastas práticas burocráticas”, disse o dirigente, que convocou a população a se somar a esses esforços.

Fonte: Prensa Latina