Dois dias depois da entrada em Trípoli dos contrarrevolucionários apoiados pelo imperialismo, o exército líbio detém o controle de “pequenas” áreas da cidade, de acordo com informações divulgadas pelos representantes das forças amotinadas. Já os rebeldes estariam presentes em 95% de toda a cidade.

Ao mesmo tempo em que se discute o que fazer com o presidente Muamar Kadafi no momento em que ele for encontrado pelas forças leais ao Ocidente, os líderes das nações que insuflaram o conflito reconhecem seus fantoches como os novos governantes do Estado norte-africano rico em petróleo.
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Franklin Lamb: Acabaram com Kadafi… ou com a Líbia?
Em uma coletiva concedida nesta segunda-feira em Benghazi, epicentro dos protestos e reduto opositor localizado no leste do país, o chefe do Conselho Nacional de Transição (CNT), Mustafa Abdul Jalil, confirmou que a região de Bab al-Aziziya – área onde Kadafi estaria resistindo – e as áreas ao redor do complexo ainda não estão sob controle da oposição em Trípoli.
“Não podemos dizer que os rebeldes detêm o controle completo (da capital)”, disse, acrescentando que “o real momento da vitória será quando Kadafi for capturado”. De acordo com o representante do CNT no Reino Unido, Mahmoud Nacua, a oposição controlaria “95% da capital”, sem oferecer no entanto qualquer evidência para isso, já que as forças amotinadas não superariam em número as tropas regulares do exército líbio.

Guerra de mentiras

O chefe do CNT confirmou a prisão no domingo de dois filhos de Kadafi: Saif al-Islam e Mohammed. Só que a TV Al-Arabiya anunciou que o terceiro filho de Kadafi, Saadi, cuja prisão havia sido anunciada no domingo, foi preso na verdade nesta segunda-feira. Mais tarde, a Al-Jazira informou que o exército ajudou Mohammed, o filho mais velho, a escapar da prisão domiciliar em que era mantido.
Os soldados do exército invadiram o lugar em que ele era mantido prisioneiro e o libertaram após confrontos com os amotinados, disse a emissora catariana.
Potências do Ocidente pressionam o líder líbio para que aceite sua derrubada depois de seis meses de guerra civil. “Muamar Kadafi e seu regime precisam reconhecer que seu governo chegou ao fim”, trombeteou o presidente Barack Obama na noite de domingo.

Leia matéria completa clicando no link abaixo:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=162080&id_secao=9

23 ago 2011

HOSPITAL TEM FANTASMAS ESTRANGEIROS

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Chega-nos uma confidência, tendo por referência o baú da tesouraria do Hospital de Base [de Itabuna]. Apenas como amostragem, foram encontrados fantasmas nacionais e internacionais. Um, de Coimbra, recebia uma “ajuda” de 3 mil reais. Outro, nacional graduado no âmbito profissional, um “adjutóro” de 12 mil.

Há gente que percebe da instituição 30 mil para atender à população e hoje enfrenta a nova gestão do FASI até com ameaças. Não para trabalhar, mas para ver se não perde a “boquinha” de ganhar sem suor e esforço.

Como é lindo viver quando se tem padrinho bom!

Fonte: Revelação da coluna De rodapés e de achados, d´O Trombone e http://www.pimenta.blog.br/

Em 1994, na ocasião da implantação do plano real, o governo criou um índice de indexação da moeda, a Unidade Real de Valor – URV, com o objetivo de controle da inflação. Mas, colateralmente, gerou passivos nos vencimentos dos trabalhadores. No caso dos servidores públicos, a perda foi de até 11,98%. De lá para cá, aqui na Bahia, foi corrigida a distorção para os magistrados, membros do Ministério Público e do Tribunal de Contas, funcionários da Assembleia Legislava, e, com muita luta, em 2006, serventuários da Justiça, após intensa mobilização do SINPOJUD.
Os servidores do Poder Executivo, das áreas como Agricultura, Saúde, Educação, Segurança, Fazenda, Cultura, Administração, dentre outras, não tiveram o seu direito reconhecido pelo governo. No entanto, a justiça baiana vem confirmando a legitimidade do pleito à URV, dando ganho de causa como nos processos do SINDSAÚDE e da APLB. Em instância superior, o processo da AFPEB – Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia (nº 14002922624-2, impetrado na 7ª Vara da Fazenda Pública), que representa o funcionalismo em geral, está no Supremo Tribunal Federal- STF, aguardando julgamento do processo similar de companheiros do Rio Grande do Norte, sob o nº 561836-RN, em vistas do relator Ministro Luiz Fux.
Portanto, é, no mínimo, suspeita, a opinião do secretário da Administração, Manoel Vitório, que classificou, na edição do Jornal Atarde do dia 23/05/2011, a URV como miragem, demonstrando falácia, pois, inclusive, ele próprio recebeu a URV, beneficiando-se da luta dos trabalhadores do Judiciário, de onde ele também é funcionário. Outra mentira do senhor Manoel Vitório, é prolatar que as entidades estão alimentando uma ilusão, chegando ao cúmulo de negar que o governo tem dados técnicos sobre o assunto, ignorando as diversas reuniões dos Grupos de Trabalho, compostos pela própria SAEB e pela PGE.
A luta pelo pagamento da URV continua com mobilizações das categorias, a exemplo dos médicos veterinários, com participação na  Assembleia do Movimento pela URV, dia 25/08, às 9h, no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários (ladeira dos Aflitos), quando será definido um dia estadual de luta.

Aproveitaremos para discutir as mudanças no PLANSERV, há muitas dúvidas e não vamos admitir perdas na qualidade de nosso plano e nem aumentos exagerados nos valores cobrados aos servidores.

URV NA RUA, A LUTA CONTINUA CUSTE O QUE CUSTAR!!

Fonte: Sindicato dos Médicos Veterinários da Bahia – SINDIMEV-BA

sindimev@sindimev.org.br  – www.sindimev.org.br

 

 

Lucro dos Bancos – 2010 e 2011. COMPARE:

 

Primeiro Semestre (Em R$ mil)

Banco

2010

2011

Variação

Itaú Unibanco

6.399.142

7.132.508

11,46%

Banco do Brasil

5.076.256

6.289.715

23,90%

Bradesco

4.508.024

5.487.428

21,73%

Santander

3.529.251

4.153.914

17,70%

Caixa

1.667.684

2.274.721

36,40%

Safra

512.239

584.933

14,19%

Total

21.692.596

25.923.219

19,50%

 

Após uma série de protestos nas redes sociais e no Youtube, a empresa alemã de cosméticos Nivea retirou sua nova campanha “Re-civilize yourself” (Recivilize-se, em tradução livre) do ar. A peça mostrava um negro com o cabelo curto e supostamente “arrumado” jogando fora a cabeça de um negro com um penteado afro.

A campanha, iniciada no Facebook, rapidamente ganhou notoriedade na rede e gerou uma série de protestos. Na página da Nivea no site de relacionamentos, usuários ainda discutem se a peça foi realmente racista ou se tudo não se trata de um “exagero” dos ativistas negros.

Em nota no Facebook, a empresa se desculpou e admitiu o erro. “Obrigado pelo carinho por nos dar sua opinião sobre o recente anúncio do Nivea For Man ‘Re-Civilize Yourself’. Esse anúncio foi impróprio e ofensivo. Nunca foi nossa intenção ofender ninguém, e por isso estamos profundamente arrependidos. Esse anúncio nunca será usado novamente. Diversidade e igualdade de oportunidades são valores fundamentais de nossa empresa”, disse a companhia.

 Publicado no Jornal do Brasil

Pesquisa CNT/Sensus sobre popularidade do governo apura pela primeira vez o peso da blogosfera como fonte de informação. Dos entrevistados, 16% dizem recorrer a blogs de notícias “sempre” e 12%, “às vezes”. “Números são muito expressivos”, diz analista. Quase 20% da população pretende ter acesso à internet em até 12 meses.

André Barrocal – Carta Maior

BRASÍLIA – Os blogs de notícias são uma fonte de informação permanente para 16% dos brasileiros, cerca de 21 milhões dos 135 milhões de eleitores que estavam aptos a votar na eleição do ano passado. Outros 12% da população recorrem à blogosfera “às vezes”, o equivalente a 16 milhões de eleitores.
Os dados fazem parte de uma pesquisa periódica sobre a popularidade do governo feita pelo instituto Sensus a pedido da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A mais recente edição foi divulgada na última terça-feira (16/08). Foi a primeira vez que o levantamento tentou descobrir os hábitos dos brasileiros na internet.
“A blogosfera tem sido crescentemente uma fonte de informação. Vinte milhões de eleitores usando a internet para se informar sempre é muita coisa”, disse à Carta Maior o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. “Eu, por exemplo, aposentei o jornal escrito.”
A pesquisa buscou apurar também a penetração das três redes sociais mais populares no Brasil, as quais funcionam de alguma forma como fonte de informações ou meio de fazê-las circularem. Entre os entrevistados, 27% declararam que têm Orkut, 15%, que têm Facebook e 8%, Twitter.
Para Ricardo Guedes, de maneira geral, os números revelam uma penetração “muito expressiva” das redes sociais.
A CNT informou, por meio da assessoria de imprensa, que a inserção deste tipo de assunto na pesquisa não teve nenhuma razão especial. Segundo Ricardo Guedes, é importante ter a dimensão do peso da blogosfera e das redes sociais porque elas cada vez mais ajudam a formar a opinião das pessoas e dos eleitores.
De acordo com a pesquisa, 25% dos brasileiros (33 milhões de eleitores) dizem usar a internet “diariamente”, enquanto 10% utilizam “alguns dias por semana”. Há ainda 19% que disseram que não tem internet nem em casa, nem no trabalho, mas que pretendem ter nos próximos 12 meses.

Fonte: http://www.cartamaior.com.br


19 ago 2011

Sacola furada

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

 

 

© Rich Carey/Shutterstock.com

Estudo encomendado por empresa química ignora tempo de decomposição do plástico e supõe que o destino das sacolas descartáveis seja apenas o aterro sanitário ou a reciclagem.

por Thaís Herrero # em Da redação

É difícil falar sobre sacolas plásticas sem esbarrar em interesses, seja das indústrias petroquímicas ligadas à fabricação da matéria-prima, seja de quem as condenam. No meio desse debate ficam os consumidores, que precisam decidir se colocam as compras na sacolinha descartável – que depois pode acomodar o lixo – ou se levam a sacolona de pano ou plástico mais durável, que podem ser reutilizadas centenas de vezes, minimizando a produção de lixo no planeta.

Para abordar o assunto, o Instituto Akatu lançou o estudo Ecoeficiência das sacolas de supermercado, encomendado pela Braskem – produtora de resina termoplástica, matéria prima para as sacolas – e desenvolvido pela Fundação Espaço Eco que, por sua vez, é uma entidade vinculada à empresa química Basf.

No estudo, que analisou oito tipos de sacola, concluiu-se que as de plástico são mais “ecoeficientes” que as demais alternativas em diversas situações.

Nas palavras da diretora-presidente da Fundação Espaço ECO, Sonia Chapman: “Por um lado, sacolas descartáveis de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações que os consumidores têm maior volume de compras, maior frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo maior, que garanta o reuso das sacolas plásticas para o descarte desse lixo. Por outro lado, sacolas retornáveis de tecido ou de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações em que os consumidores têm menor volume de compras, menor frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo menor, com baixa compra de sacos para condicionar o lixo”.

© JonMilnes/Shutterstock.com

Lacunas
Esse panorama, no entanto, merece ressalvas. O estudo não incluiu entre os fatores de impacto ambiental o tempo de decomposição de cada um dos materiais, principal preocupação daqueles que se opõem às sacolas plásticas. Os pesquisadores levaram em conta o que acontece com os produtos – da produção ao descarte – apenas no período de um ano.

“Não consideramos todo o ciclo porque ninguém sabe exatamente quanto tempo a sacola de plástico demora pra se decompor. E só trabalhamos com dados oficiais”, diz Emiliano Graziano, gerente de ecoeficiência da Fundação Espaço Eco.

Embora o tempo de decomposição do plástico seja objeto de controvérsia, não existe nenhuma estimativa que não se componha em séculos.

Leia matéria completa clicando no link abaixo:

http://www.globalgarbage.org/praia/2011/08/16/sacola-furada/

Ao abordar o assunto “revoltas populares na Inglaterra” a entrevistadora da BBC de Londres insiste que os tumultos violentos foram realizados por jovens desordeiros no que é advertida pelo entrevistado, o escritor e jornalista negro Darcus Howe que pede respeito para os jovens marginalizados na Inglaterra.

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Responder os novos desafios para o protagonismo da classe trabalhadora e a consolidação de um projeto que venha responder as demandas da categoria dos servidores públicos municipais. Este é o objetivo da FETTRAM (Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras no Serviço Público Municipal da Bahia), entidade que foi fundada em Salvador no último dia 12 de agosto, no Hotel Monte Pascoal.

A iniciativa da federação é fruto de um amplo debate entre os trabalhadores e trabalhadoras do setor. “Essa construção foi motivada pela mudança política, sobretudo neste momento que se apresenta um quadro mais favorável à luta dos trabalhadores”, avalia Marlucia Paixão, da Comissão Pró – fundação, que enfatiza ainda que a entidade foi criada para garantir conquistas e o fortalecimento da organização do funcionalismo público.

Marlúcia Paixão, ex-vereadora e ex-presidenta do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, foi eleita para a diretoria da FETTRAM - Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras no Serviço Público Municipal da Bahia

“ O nosso projeto deve ser compreendido como uma iniciativa diferente, que veio preencher uma lacuna e que vai ser  materializado através de um esforço plural e democrático de vários segmentos de trabalhadores e trabalhadoras, independentes e em aliança com diversas forças políticas que atuam no movimento sindical baiano. Houve esse tempo todo muita inércia e falta de representatividade para a categoria”, argumenta Marlúcia Paixão.

Karla Lúcia, presidenta do Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv) foi eleita para a diretoria da FETTRAM

Para a servidora municipal de Itabuna, Karla Lúcia de Oliveira, a fundação da FETTRAM é uma vitória porque significa uma organização dos trabalhadores  do serviço público municipal. “Esse primeiro momento vai representar muito, ninguém imagina. A Bahia vai dar uma sacudida. Queremos depois trazer outros sindicatos do serviço público, para que a gente possa crescer ainda mais, e lutando sempre por conquistas maiores para a categoria, que agora vai se sentir representada.”

Durante a assembléia de fundação os presentes debateram sobre atualidade do sindicalismo, além de elegerem a diretoria e os membros do Conselho Fiscal e aprovarem o Plano de lutas.

Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv eleita para a diretoria da FETTRAM

Na extensa pauta de lutas da Federação está também um desafio, que é a convocação de um Congresso Estadual, participativo e democrático, entre os dias 04 e 05 do mês de novembro.  Para o evento, previamente convocado estão previstas discussões sobre a organização dos servidores municipais no estado; regulamentação da Organização Sindical no Serviço Público; Convenção 151 da OIT; Direito de Greve; Negociação Coletiva; Plano de Carreira; Estatuto dos Servidores Públicos; Lei de Responsabilidade Fiscal; Plano de Lutas, entre outros assuntos de interesse da categoria.

Fonte: CTB-BA

Representantes das quatro centrais sindicais (CTB, NCST, Força e UGT) apresentaram ao Governo do Estado, no dia 12/8, uma proposta de implantação de um piso salarial regional de R$650,00 para os trabalhadores baianos.

O cálculo do valor teve como referência os pisos salariais já adotados nos estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Paraná. As centrais foram recebidas pelo secretário estadual do Trabalho, Nilton Vasconcelos.

Para aprofundar a discussão, o secretário Nilton sugeriu a criação de um grupo de trabalho composto por representantes dos setores que deverão ser impactados com o novo piso salarial regional. Ele defende a participação do patronato, secretarias de Estado como Fazenda, Administração e Indústria e Comércio, União dos Prefeitos da Bahia,  Assembléia Legislativa e o Dieese.
Os pisos salariais aprovados por outros estados têm tido formatações diferentes. Em geral, não se aplicam ao setor público, e procura proteger categorias profissionais que não tem acordo coletivo. “Boa parte dos acordos coletivos, inclusive, se não todos eles, já pratica pisos salariais acima do salário mínimo nacional. De modo que o tema é pertinente e merece atenção do Governo do Estado”, observou o secretário do Trabalho.

A proposta de implantação do piso salarial regional foi apresentada por Adilson Araujo (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras), Nilson Bahia (Força Sindical), José Ramos (Nova Central), Rubem Claudiano (União Geral dos Trabalhadores) e José Ribeiro (Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil) que estavam acompanhados de Ana Georgina Dias, representante do Dieese na Bahia.

O surgimento dos pisos salariais regionais (estaduais) se deu em um contexto econômico nacional recessivo, no final da década de 90, onde, na impossibilidade de aumentos reais do salário mínimo pelo governo federal, foi permitido aos governos estaduais elevar os salários de determinadas ocupações para que, devido a não existência de acordos ou convenções coletivas de trabalho, pudessem ter algum ganho real, já que os mesmos tinham os seus rendimentos ligados ao mínimo nacional. Este piso foi permitido a partir da Lei Complementar Federal Nº 103, de 2000.

Com informações da Comunicação da Setre