21 jul 2011

Falta de segurança no Calixto Midlej

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Trabalhadores e trabalhadoras do Hospital Calixto Midlej, da Santa casa de Misericórdia de Itabuna, lotados no laboratório, banco de sangue e demais unidades do anexo denunciam que após a desativação da guarita do estacionamento e a remoção do vigilante estão inseguros, principalmente no turno noturno. Alguns furtos já ocorreram e até agora a direção da referida unidade hospitalar não tomou nenhuma providência.

Será que estão aguardando a ocorrência de uma tragédia para dignarem-se a contatar um vigilante e reativar a guarita?

Trabalhadores tem direito a segurança e respeito!

21 jul 2011

Relações homoafetivas: avanços e resistências

Autor: riccardus | Categoria: Não categorizado

Ainda é preciso construir o espaço psíquico para tolerar a diferença

por Maria Consuêlo Passos*

duas amigas, pastel sobre papel, henri toulouse-lautrec, século xix, coleção particular

“… mas daquilo que desconhecemos em nós mesmos, e, exatamente por isso, repudiamos aquele que é diferente, depositamos nele algo de “maldito”, algo de que tentamos nos libertar. Se levarmos em conta essa inflexão, precisamos encarar a homofobia como uma impossibilidade de aceitação do que há em nós, como a rejeição de uma parte negada e temida de nós mesmos”.

Há algumas semanas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou a lei que regulamenta a união estável entre pessoas do mesmo sexo, tornando-a, do ponto de vista legal, equivalente à de casais heterossexuais. Isto significa a validação no plano jurídico de várias conquistas civis: o direito à herança do companheiro, ou companheira, pensão alimentícia em caso de separação, possibilidade de fazer declaração conjunta do imposto de renda e – um passo fundamental – o direito à adoção de filhos, o que antes era permitido apenas a um dos membros do casal.

A medida modifica o contexto nebuloso e enigmático das relações homoafetivas, conferindo a elas caráter de legitimação jurídica, o que não é pouco quando se trata da vida conjugal e familiar, em grande medida regulada por diretrizes do Estado. Entretanto, é preciso ter cautela em relação a esses ganhos, já que as transformações psicossociais engendradas nestes mesmos parâmetros jurídicos exigem um processo lento e contínuo de superação de resistências e preconceitos. Essa constatação nos leva a antever um longo e difícil tempo de tensões e conflitos até que seja possível o reconhecimento social de qualquer tipo de escolha amorosa e de constituição de família – desde que essa escolha não negue a responsabilidade ética de respeitar o direito do outro, um código fundamental da convivência humana.

Não é possível ignorar, por exemplo, as dificuldades enfrentadas há várias décadas, quando os casais heterossexuais conquistaram o direito de se separar e constituir novas famílias. Nessa época – assim como agora em relação aos direitos recém-conquistados pelos homossexuais – havia não só muitos preconceitos que fragilizavam moralmente aqueles que de forma legítima buscavam saídas para os casamentos infelizes, mas também muitos estigmas -recaíam sobre os filhos, vistos como problemáticos. Não raro, eram dirigidos a essas crianças e adolescentes presságios de adoecimentos morais e psíquicos. Passados vários anos, estamos hoje muito longe da confirmação de tais vaticínios, embora seja possível reconhecer que a separação dos pais pode resultar em maior ou menor sofrimento para os filhos, dependendo da maneira como os desenlaces conjugais são vividos e resolvidos.

Face à legalização da união estável entre casais homossexuais, uma pergunta não para de reverberar: o que este ganho jurídico pode mudar, do ponto de vista psicossocial, na vida dos casais e famílias até então envoltos em estigmas, violências e proibições morais de exercer seus legítimos direitos de constituir relações amorosas e viver com as pessoas que escolheram para reinventar a vida?

Leia matéria completa clicando no link abaixo:

http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/relacoes_homoafetivas_avancos_e_resistencias_2.html

*Maria Consuêlo Passos psicanalista de casal e família, doutora em psicologia social, pesquisadora de temas de família e desenvolvimento humano, docente do programa de pós-graduação em psicologia clínica da Universidade Católica de Pernambuco.

Camila Vallejo, 23, admite que sua beleza acaba ajudando na exposição dos reclamos estudantis (Claudio Reyes-31.mai.2011/Efe)

Piercing de argola no nariz, olhos turquesa de Chico Buarque e charme irresistível, Camila Vallejo, 23, virou musa e uma das principais lideranças da Primavera Árabe dos estudantes chilenos.

A beleza da jovem transformou-se em um dos atrativos de eventos e debates do movimento, como a reportagem da Folha pôde presenciar ontem em teatro de Santiago.

Durante discurso de Camila, a sala ficou lotada. Na saída, pedidos de fotos. Na rua, elogios até de senhores admirados com o vigor estudantil.

“É normal esse assédio”, comenta à Folha Vallejo, calma e atenciosa –diferente do agito de antes de discursar.

Estudante de geografia da Universidade do Chile, ela preside desde novembro a confederação de estudantes da instituição, um dos colegiados responsáveis por reclamar reformas na educação chilena e ponta de lança dos protestos que estouraram nas ruas do país há dois meses.

Nascida em Santiago, Camila é filiada ao Partido Comunista, como os pais, e milita em causas sociais desde os 18 anos. Admiradora do ex-presidente Salvador Allende, afirma venerar o presidente da Bolívia, Evo Morales.

A jovem cruza os dedos para responder que, agora, não tem pretensão política –também falta idade, já que no Chile, para ser deputado, é preciso ter mais de 35 anos.

Sobre ter se tornado musa dos protestos, conta, sem modéstia, que já esperava. “A sociedade chilena é muito machista. Aí surge uma mulher bonita, que vai debater, e ninguém aceita isso muito bem.”

Camila admite que sua beleza acaba ajudando na exposição dos reclamos estudantis. Ela só detesta falar que, sim, está namorando.

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/946639-lider-estudantil-se-converte-em-musa-de-protesto-no-chile.shtml

Lixão em Itabuna: a exemplo de Salvador o Poder Público deveria discutir com a sociedade civil organizada o problema ambiental provocado pelos lixões em Itabuna visando adequação à Política Nacional de Resíduos Sólidos

Até 2014, todos os municípios do Brasil deverão dispor adequadamente dos seus rejeitos, eliminando inteiramente a utilização de “lixões”. Os municípios também deverão implantar, de forma compartilhada, programas de coleta seletiva e sistemas de compostagem, para transformar resíduos sólidos orgânicos em adubos. Enquanto isso, empresas serão obrigadas a realizar a logística reversa, assumindo a responsabilidade pelo destino final das embalagens de seus produtos. Todas estas determinações estão previstas na nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, que será discutida nesta quinta-feira, 21 de julho, das 14 às 19 horas, na sede do Sistema Fieb, em Salvador, durante o Seminário Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos.
Realização da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, com patrocínio da Bahia Mineração, o evento vai colocar na mesa de debates representantes do poder público (prefeitura, Governo do Estado, Ministério do Meio Ambiente), empresas e cooperativas de catadores de lixo. O objetivo é refletir sobre os desafios da implantação da nova política. Na ocasião, também serão conhecidos os vencedores do 9º Prêmio Fieb de Desempenho Ambiental, que reconhece empresas que se destacaram na implantação de programas ambientais.

 

Fonte: http://jornalsportnews.blogspot.com

O Secretário Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos participa nesta quinta-feira, 21/7, no Campus II da Unime, a partir das 8 horas, da Conferência Municipal de Emprego e Trabalho Decente. O objetivo é promover um amplo debate sobre as temáticas de políticas públicas de trabalho, emprego e proteção social.

A Conferência Municipal de Emprego de Trabalho Decente de Itabuna, será norteada pelos seguintes eixos temáticos:

I – Princípios e Direitos;

II – Proteção social;

III – Trabalho e Emprego

IV – Fortalecimento dos atores tripartites e do dialogo social.

 

A programação da Conferencia será a seguinte:

Palestra sobre Trabalho Decente  com  Arielma Galvão (Pedagoga, Especialista em Gestão Pública e Assessora Técnica da Assessoria Especial da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – SETRE).

10h Abertura oficial da Conferencia –

 

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil(CTB/Regional Sul da Bahia) juntamente com dirigentes sindicais do Sindserv (Servidores Municipais), Bancários e Comerciários, realizou mais uma manifestação em apoio aos trabalhadores do Hospital de Base Luis Eduardo Magalhães (HBLEM) frente à ameaça de terceirização dos serviços divulgada pela imprensa local.
“Estamos aqui para dizer a todos que terceirização significará a demissão em massa dos trabalhadores contratados do Hospital de Base, além da precarização e sucateamento dos serviços”, denunciou Jorge Barbosa, presidente do Sindicato dos Bancários e coordenador da CTB.
O protesto teve início às 06 horas da manhã de hoje com o objetivo de mobilizar os servidores e funcionários para a luta contra o caos administrativo, político e financeiro instalado no Hospital de Base, contra a terceirização e a favor da estadualização em forma de cessão para que a Secretaria Estadual de Saúde (SESAB) administre o HBLEM por um prazo estipulado em acordo com a Prefeitura de Itabuna.

Reunião com a SESAB ontem - Pelo que se ouviu ontem em reunião com o superintendente da Secretaria Estadual de Saúde (SESAB), Dr. Andrés Alonso, foi que a administração do HBLEM seria repassada para uma empresa espanhola em forma de terceirização. Por outro lado, o secretário municipal de Saúde propôs uma administração compartilhada entre o Estado e o Município com o retorno da gestão da média e alta complexidade.
Segundo Dr. Andrés Alonso, a proposta do governo do Estado é de estadualização do HBLEM,o que não é aceito pelo prefeito José Nilton Azevedo(DEM). 

“O SINDSERV teme a situação dos trabalhadores caso essa proposta de terceirização dos serviços do Hospital de Base seja levada adiante pelo prefeito José Nilton Azevedo e pelo governador Jacques Wagner. A terceirização desempregará e reduzirá os salários dos trabalhadores”, pontuou Karla Lúcia, presidenta do Sindserv.

SINDSERV – SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ITABUNA

FILIADO À CTB

 A Polícia Civil do Pará anunciou nesta quarta-feira (20) que o assassinato do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo Silva, ocorrido em Nova Ipixuna (PA) em abril deste ano, foi motivado por disputa de terra.

Segundo a polícia, o mandante do assassinato foi José Rodrigues Moreira, 42. E os executores foram Lindonjonson Silva Rocha, 29, e Alberto Lopes do Nascimento, 29, conhecido como “Neguinho”. A Justiça até agora não atendeu aos pedidos de prisão.

Os principais indícios contra os acusados são testemunhos de pessoas que conversaram com os executores antes e depois do crime, uma máscara de mergulho usada por Lindonjonson e um acidente de moto em que este se envolveu antes do crime.

Uma das testemunhas contou ter conversado com os executores dois dias antes do crime, quando eles estiveram no local da execução. Pouco minutos depois do assassinato, a pessoa foi abordada novamente pela dupla, que pediu informação sobre a estrada.

Polícia Federal descobre "condomínio" de madeireiras ilegais em Rondônia

Segundo o delegado Sílvio Maués, diretor de Polícia do Interior, o tempo decorrido entre o crime e o pedido de informação sobre a estrada é muito próximo da simulação feita durante a investigação.

Ele também apontou que durante o diálogo, Lindonjonson instruiu a testemunha sobre como obter o seguro DPVAT porque também já havia sofrido um acidente e recebido o valor. A informação estava registrada na Polícia.

Outro elemento que incrimina o executor é uma máscara de mergulho usada durante o crime. Ela é usada na mineração, atividade explorada pela família do acusado, pois um barco utilizado para esses fins foi encontrado no terreno de José Rodrigues.

“Entendemos que esclarecemos o crime. Juntamos elementos que demonstraram a dinâmica do assassinato. Indiciamos os três por homicídio duplo triplamente qualificado por causa do uso de arma de fogo, emboscada e motivo fútil”, disse Maués.

As conclusões da Polícia Civil do Pará ainda não convenceram o juiz de Marabá, Murilo Simão, a determinar a prisão dos acusados. Já foram feitos três pedidos, o último deles no último dia 14, baseado na conclusão do inquérito.

O primeiro pedido de prisão foi feito no início de junho deste ano, contra o mandante. Era apenas temporária. Na segunda vez, foi incluído o irmão de José Rodrigues, e, agora, com definição de prisão preventiva, o segundo executor.

Para o juiz, havia necessidade de mais indícios, mas para o delegado que presidiu o inquérito, Humberto de Melo Junior, a máscara, a ocorrência sobre o acidente de moto e o reconhecimento dos retratos falados já são o bastante.

Para o Ministério Público Estadual, os pedidos também já ensejavam as prisões. O delegado Sílvio Maués disse que se o juiz negar novamente, só cabe ao MPE contestar a decisão no Tribunal de Justiça do Estado.

Leia mais: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/20/policia-do-para-divulga-nome-de-tres-acusados-por-morte-de-extrativistas.jhtm

Oscar Pistorius vence os 400 metros e bate o recorde pessoal com 45s07, em Lignano, na Itália

O atleta biamputado Oscar Pistorius, 24, conseguiu fazer o tempo necessário para disputar os Jogos Olímpicos de Londres, ano que vem, e o Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, em agosto próximo.

O sul-africano que usa próteses de fibra de carbono nas duas pernas correu os 400 metros em 45s07 nesta terça-feira, em Ligano, na Itália, batendo seu recorde pessoal que era de 45s61 (o índice necessário era de 45s25).

Como comparação, o tempo de 45s07 daria ao atleta a quinta colocação na Olimpíada de Pequim, em 2008. O recorde mundial é do americano Michael Johnson, com 43s18, batido em 1999.

Com quatro medalhas de ouro na Paraolimpíada (três em Pequim-08 e uma em Atenas-04), Pistorius se tornou o primeiro amputado a conseguir classificação para um Campeonato Mundial. Para Londres-12, apesar do índice, ele ainda depende de seleção do comitê olímpico da África do Sul.

“Sinto algo surreal ao ter o tempo de qualificação A na mochila para os Jogos Olímpicos do ano que vem. Obrigado a todos pelo apoio”, escreveu o sul-africano em sua conta no Twitter. “Não pude dormir de tão feliz”, completou.

HISTÓRICO

Pistorius ganhou notoriedade ao ganhar o direito de lutar por uma vaga na Olimpíada de Pequim após decisão favorável da CAS (Corte Arbitral do Esporte).

Antes, sua participação estava vetada pela Associação Internacional das Federações de Atletismo, porque suas próteses de fibra de carbono, conhecidas como Cheetah Flex-Foot, supostamente dariam a ele uma vantagem competitiva diante de atletas sem deficiência.

O sul-africano Oscar Pistorius compete nos 400 metros na República Tcheca, em maio passado

Apesar de ter obtido o direito de competir nos Jogos Olímpicos, Pistorius não obteve o índice necessário para participar do evento e tampouco foi convocado pela África do Sul para integrar o revezamento do país na disputa do 4 x 400 m.

O sul-africano compete na categoria T44 (amputados abaixo do joelho em apenas um perna), mesmo fazendo parte da T43 (amputados abaixo do joelho nas duas pernas). Além dos 400m, Pistorius também conquistou o ouro paraolímpico nos 100 m e 200 m rasos, ambas na categoria T44.

Nascido sem o perônio –osso que conecta o joelho ao calcanhar– nas duas pernas, Pistorius teve que amputá-las sob o joelho quando tinha somente 11 meses de idade.

Com France Presse

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/946135-sul-africano-biamputado-faz-indice-para-correr-mundial-e-olimpiada.shtml

Por Jorge Barbosa*

 

 

 

 

 

 

Na discussão acerca de uma solução para os problemas da saúde em nosso município, uma análise superficial expõe interesses espúrios pairando sobre nós. Na reunião ocorrida no dia 19/7, na FTC com representantes dos conselhos municipal e estadual de Saúde, da Sesab e da secretaria municipal de Saúde, além de políticos da cidade e dirigentes sindicais, mais uma vez perdurou o impasse.

A Sesab reafirmou a proposta de estadualização do Hospital de Base, a secretaria municipal de Saúde apresentou a proposta de administração compartilhada e reivindicou mais uma vez o retorno da gestão da média e alta complexidade.

Quanto à perda da gestão da média e alta complexidade, o município perdeu devido a inadimplência junto aos fornecedores e a denúncias de corrupção. É bom enfatizar que os recursos continuam sendo enviados ao município e que quem determinou a perda da gestão foi o Conselho Estadual de Saúde e não a Sesab. Além disso, para credenciar-se ao retorno da gestão da plena, o município deve apresentar a otimização dos serviços prestados pela atenção básica, ou seja, os postos de saúde, o que não vem acontecendo.

Em relação ao Hospital de Base, o município mantém a mesma idéia: mais recursos do governo do Estado. Contudo, não se propõe a investir mais que R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) mensais nem exercer uma reforma administrativa que corrija as distorções objeto de diversas denúncias.

A secretaria de Saúde do Estado (SESAB) argumenta que seria irresponsabilidade com os recursos públicos, injetar mais dinheiro em uma estrutura que não demonstra transparência. Enquanto isso, a administração municipal continua fazendo o discurso vazio do falso patriotismo, ou seja, que o governo do Estado quer “tirar” o HBLEM do município de Itabuna, uma estrutura criada com os recursos públicos municipais, além do terrorismo de afirmar que a estadualização levaria o desemprego aos servidores do hospital.

Por outro lado, não é através da possível terceirização da administração clínica e hospitalar que chegaremos à efetiva competência e eficiência na gestão do SUS, muito pelo contrário, terceirização significa sempre degradação das condições de trabalho via redução de custos com pessoal. Outrossim, é um atestado de incapacidade ao gestor público, que como alternativa a perene má administração e corrupção dos agentes públicos é obrigado a recorrer ao privado para administrar o bem público.

O que está por trás disso é a visão de se enxergar nos instrumentos da administração pública, sobretudo, as unidades de saúde “cabos eleitorais”, noutras palavras, a utilização do assistencialismo e clientelismo político através da facilitação de consultas, exames e cirurgias para os apaniguados desse ou daquele candidato. Infelizmente, tal prática é utilizada por quase todos os partidos políticos e seus respectivos agentes. Servindo-se da carência do povo para manter as mesmas estruturas arcaicas e corruptas com o patrimônio do próprio povo.

Cabe compromisso, competência e responsabilidade para buscarmos uma solução mesmo que parcial para o Hospital de Base e a saúde de Itabuna. Não podemos continuar convivendo com uma saúde debilitada e agonizante em nosso município.

Estadualização SIM. Não como panacéia, mas como uma caminho para o atendimento digno aos usuários do SUS.

  • Jorge Barbosa, é presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região e coordenador da CTB/Regional Sul da Bahia

Luiza Trajano iria para Secretaria da Micro e Pequena Empresa (Carlos Cecconello - 13.ago.10/Folhapress)

O nome da empresária Luiza Trajano, proprietária da rede de lojas Magazine Luiza, é cogitado pela presidente Dilma Rousseff para assumir a futura Secretaria da Micro e Pequena Empresa.
Ligada diretamente à Presidência da República, a secretaria tem status de ministério e sua criação ainda depende de aprovação de projeto de lei encaminhado ao Congresso em março.
O nome de Trajano foi citado pela própria presidente após solenidade recente no Planalto, na qual a empresária esteve presente.
Em conversa com assessores, Dilma comentou que ela seria “um bom nome” para a pasta, que, além de micro e pequena empresas, deve cuidar de economia solidária.
Segundo a Folha apurou, ainda não houve um convite à empresária, só uma avaliação de Dilma em reunião com sua equipe indicando que ela vai analisar o nome para a secretaria, criada inicialmente para atender uma conveniência política.
Dilma queria nomear para o posto o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), abrindo vaga para que seu suplente, o então presidente do PT, José Eduardo Dutra, assumisse a vaga no Senado.
Só que o senador não aceitou a pasta, e Dutra acabou ficando, na época, na presidência do PT. A manobra era uma forma de recompensar o petista, que foi um dos coordenadores da campanha de Dilma à Presidência.
A estrutura do ministério não agradou aos setores que cuidam de economia solidária, atualmente vinculada ao Ministério do Trabalho.
A alegação é que há diferenças entre os setores da micro e pequena empresa e o da economia solidária. O primeiro lida com trabalho assalariado e visa ao lucro, o segundo usa o trabalho associativo e cooperativo, em que todos dividem os lucros.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br