28 mar 2018

Bancos fecham 1.042 vagas em fevereiro de 2018

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A versão dada pela grande mídia conservadora sobre o atual momento do Brasil está bem distante da realidade. Basta analisar os dados do setor bancário para comprovar. Os empregos continuam sumindo. Nos bancos, foram fechados 1.042 postos de trabalho em fevereiro.

Como janeiro registrou saldo de positivo de 652 vagas, no acumulado do ano, as organizações financeiras reduziram em 390 o número de empregos. Entre 2016 e 2018, apenas quatro meses tiveram desempenho positivo.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que a Bahia ocupa a terceira posição entre os estados que mais cortaram vagas nos dois primeiros meses do ano, 76 no total. À frente aparecem Rio de Janeiro, com menos 184 postos, e Paraná (-90).

Os bancos múltiplos com carteira comercial – BB, Bradesco, Itaú e Santander – eliminaram 424 vagas em janeiro e fevereiro. Já a Caixa, que abriu um plano de demissão voluntária, extinguiu 13 postos de trabalho no período.

Mesmo diante das boas previsões para a economia, a pesquisa mostra um cenário inverso. Detalhe: o setor bancário é o mais lucrativo do país, em 2017, ano de crise profunda, a lucratividade passou dos R$ 65 bilhões. Ainda assim, não contribuem para a geração de emprego e renda.

Fonte: O Bancário

28 mar 2018

Bancária continua sentindo discriminação no bolso

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A bancária encontra muitas dificuldades ao longo da vida profissional, desde o momento em que ingressa na agência até nas oportunidades de progredir na carreira e de obter reajuste igual ao dos homens. E isso independe da escolaridade.

Os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, mostram que as mulheres admitidas nos bancos nos dois primeiros meses do ano receberam, em média, R$ 3.378,25. Já o salário inicial dos trabalhadores do sexo masculino foi de R$ 4.509,98. Diferença de 25,1%.

A discriminação segue por toda carreira e os dados de desligamentos ajudam a elucidar. As mulheres demitidas tinham remuneração média de R$ 5.573,07. Já os homens, R$ 7.147,27.

Fonte: O Bancário

28 mar 2018

Na eleição da Funcef, vote Chapa do Participante

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A eleição da Funcef está chegando e o participante não pode deixar de votar. Esse é o momento de mudar os rumos no fundo de pensão dos empregados da Caixa. O pleito que elege diretores e conselheiros acontece entre os dias 2 e 4 de abril, portanto, na próxima semana.

O cenário é delicado. Diversas propostas ameaçam direitos dos verdadeiros donos da Funcef – os empregados da Caixa. E é ao lado de gente de confiança e com compromisso que o participante deve caminhar. É por isso que o Sindicato da Bahia apoia a Chapa do Participante.

Vale destacar que os integrantes são historicamente comprometidos com a defesa do fundo de pensão. Aliás, de toda a Caixa, sob forte ataque do governo Temer.

No caso do contencioso, principal responsável pelo déficit da Funcef e um problema que o banco tenta transferir aos empregados, a Chapa do Participante se compromete em cobrar da patrocinadora através de negociação ou por meio judicial. Diferentemente de outras chapas, que mostram alinhamento com a direção da empresa.

O mesmo acontece com o quebra de paridade no equacionamento do déficit do REG/Replan Não Saldado, medida que atende apenas aos interesses da Caixa. A Chapa do Participante vai tentar anular o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). Por tudo isso, não há dúvidas. A melhor opção é andar lado a lado com quem realmente luta pelos interesses dos empregados.

Fonte: O Bancário

28 mar 2018

Governo quer justificar desmonte da Petrobras

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Não é novidade que o governo Temer tem realizado diversas manobras para acabar com o patrimônio nacional. Pesquisadores e petroleiros acreditam que as análises do balanço financeiro da Petrobras em 2017 estão sendo utilizadas como subsídio para acelerar o desmonte da estatal.

Os especialistas apontam que o suposto prejuízo de R$ 446 milhões no ano passado não é tão grave quanto vem sendo repercutido. Tudo para justificar as diversas tentativas de privatização.

Outros pesquisadores alertam que a Lava Jato cria o pano de fundo de uma Petrobras quebrada por conta da corrupção. O déficit é fabricado justamente para reforçar o motivo de a estatal ser vendida.

As medidas tomadas após a Lava Jato são muito mais danosas à empresa do que o suposto envolvimento dos gestores nos casos de corrupção, ou os déficit contábeis. É o que afirma o diretor técnico do INEEP (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustível), Rodrigo Leão.

Para reforçar o desmonte, cerca de 25 mil trabalhadores saíram da Petrobras, através de planos de demissão voluntária. Além de ao menos 150 mil terceirizados.

Fonte: O Bancário

27 mar 2018

Bancos fecham 1.042 vagas em fevereiro de 2018

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A versão dada pela grande mídia conservadora sobre o atual momento do Brasil está bem distante da realidade. Basta analisar os dados do setor bancário para comprovar. Os empregos continuam sumindo. Nos bancos, foram fechados 1.042 postos de trabalho em fevereiro.

Como janeiro registrou saldo de positivo de 652 vagas, no acumulado do ano, as organizações financeiras reduziram em 390 o número de empregos. Entre 2016 e 2018, apenas quatro meses tiveram desempenho positivo.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que a Bahia ocupa a terceira posição entre os estados que mais cortaram vagas nos dois primeiros meses do ano, 76 no total. À frente aparecem Rio de Janeiro, com menos 184 postos, e Paraná (-90).

Os bancos múltiplos com carteira comercial – BB, Bradesco, Itaú e Santander – eliminaram 424 vagas em janeiro e fevereiro. Já a Caixa, que abriu um plano de demissão voluntária, extinguiu 13 postos de trabalho no período.

Mesmo diante das boas previsões para a economia, a pesquisa mostra um cenário inverso. Detalhe: o setor bancário é o mais lucrativo do país, em 2017, ano de crise profunda, a lucratividade passou dos R$ 65 bilhões. Ainda assim, não contribuem para a geração de emprego e renda.

Fonte: O Bancário

27 mar 2018

Bancária continua sentindo discriminação no bolso

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A bancária encontra muitas dificuldades ao longo da vida profissional, desde o momento em que ingressa na agência até nas oportunidades de progredir na carreira e de obter reajuste igual ao dos homens. E isso independe da escolaridade.

Os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, mostram que as mulheres admitidas nos bancos nos dois primeiros meses do ano receberam, em média, R$ 3.378,25. Já o salário inicial dos trabalhadores do sexo masculino foi de R$ 4.509,98. Diferença de 25,1%.

A discriminação segue por toda carreira e os dados de desligamentos ajudam a elucidar. As mulheres demitidas tinham remuneração média de R$ 5.573,07. Já os homens, R$ 7.147,27.

Fonte: O Bancário
27 mar 2018

Na eleição da Funcef, vote Chapa do Participante

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A eleição da Funcef está chegando e o participante não pode deixar de votar. Esse é o momento de mudar os rumos no fundo de pensão dos empregados da Caixa. O pleito que elege diretores e conselheiros acontece entre os dias 2 e 4 de abril, portanto, na próxima semana.

O cenário é delicado. Diversas propostas ameaçam direitos dos verdadeiros donos da Funcef – os empregados da Caixa. E é ao lado de gente de confiança e com compromisso que o participante deve caminhar. É por isso que o Sindicato da Bahia apoia a Chapa do Participante.

Vale destacar que os integrantes são historicamente comprometidos com a defesa do fundo de pensão. Aliás, de toda a Caixa, sob forte ataque do governo Temer.

No caso do contencioso, principal responsável pelo déficit da Funcef e um problema que o banco tenta transferir aos empregados, a Chapa do Participante se compromete em cobrar da patrocinadora através de negociação ou por meio judicial. Diferentemente de outras chapas, que mostram alinhamento com a direção da empresa.

O mesmo acontece com o quebra de paridade no equacionamento do déficit do REG/Replan Não Saldado, medida que atende apenas aos interesses da Caixa. A Chapa do Participante vai tentar anular o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). Por tudo isso, não há dúvidas. A melhor opção é andar lado a lado com quem realmente luta pelos interesses dos empregados.

Fonte: O Bancário

27 mar 2018

Com Temer, dívida pública vai a R$ 3,58 trilhões

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A situação econômica brasileira segue complicada com a gestão desastrosa do governo Temer. A DPF (Dívida Pública Federal), que inclui o endividamento interno e externo, subiu 1,53% e chegou a R$ 3,528 trilhões em janeiro para R$ 3,582 trilhões em fevereiro. Os dados são da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.

O estoque da DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal interna) teve aumento de 1,50%. Passou de R$ 3,405 trilhões para R$ 3,456 trilhões, em função da emissão líquida no valor de R$ 28,91 bilhões, e pela apropriação positiva de juros, R$ 22,41 bilhões.

No caso da DPFe (Dívida Pública Federal Externa), captada do mercado internacional, teve alta de 2,23% sobre o estoque registrado em janeiro, encerrando o mês de fevereiro em R$ 125,59 bilhões (US$ 38,70 bilhões), sendo R$ 112,92 bilhões (US$ 34,80 bilhões) referentes à dívida mobiliária e R$ 12,66 bilhões (US$ 3,90 bilhões), à dívida contratual.

O valor da dívida pública pode subir daqui para o final do ano. Segundo o PAF (Plano Anual de Financiamento), o valor pode fechar entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões.

Fonte: O Bancário
27 mar 2018

Lei trabalhista reduz poder de compra do cidadão

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A reforma trabalhista de Temer tem mostrado rapidamente a verdadeira face. O poder de compra do brasileiro cai de forma brusca, devido a avalanche de empregos informais. Só em 2017, foram criados 1,8 milhão de postos de trabalho informais. Por outro lado, foram perdidas 685 mil vagas com carteira assinada.

Um dado ruim, pois a renda média dos trabalhadores informais, inclusive os pequenos empreendedores, chega a ser a metade daqueles com trabalho formal, aponta pesquisa da empresa do consultoria Pastore.

Segundo o levantamento, a reforma trabalhista menospreza a segurança que a carteira de trabalho dá ao consumidor em decisões de consumo. Desta forma, explica-se a queda brusca nas vendas do varejo. A expectativa para este ano não é nada boa. A projeção de crescimento para 2018 é de apenas 2,5% e para o primeiro trimestre, de 1%.

A pesquisa mostra ainda que no fim do ano passado só houve movimentação de consumo devido a liberação de R$ 44 bilhões do FGTS, parte do valor foi para as compras. Em dezembro passado, o Brasil havia perdido 12,3 milhões de empregos formais e gerado 26,4 milhões de subempregos. Outros 4,4 milhões desistiram de procurar trabalho.

Fonte: O Bancário

27 mar 2018

Bancos e governo atacam a saúde dos bancários

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A Febrabran (Federação Brasileira dos Bancos) e o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) firmaram um acordo que dá ao empregador acesso aos bancários afastados, para a realização de reabilitação profissional e retorno ao trabalho. Absurdo.

O acordo deixa o funcionário exposto e à mercê das empresas. O governo Temer não está nem aí e os bancos têm histórico de prejudicar os empregados. A lista é grande. Demissão de empregados adoecidos, restrição de acesso a benefícios previdenciários e imposição de obstáculos à políticas públicas de proteção à saúde.

Para os empregados, a realidade nas agências é de sobrecarga de trabalho e cobrança de metas, que acarretam nos altos índices de adoecimento da categoria.

As LER/Dorts são responsáveis por cerca de 30% dos afastamentos dos funcionários. É evidente que os bancos não estão dispostos a investir em prevenção de doenças ocupacionais. A única preocupação é com o lucro.

Como o INSS também é custeado pelos trabalhadores, o movimento sindical considera a articulação ilegal. A implementação de políticas previdenciárias é submetida à gestão democrática, como está previsto no artigo 194 da Constituição Federal.

Fonte: O Bancário