O acordo bianual dos bancários 2016/2018, que significou reajuste salarial de 2,75% em 2017, foi essencial para garantir os direitos em um período de fortes retrocessos e demissões nas empresas. Por da convenção os trabalhadores terão todos os direitos mantidos até 1º de setembro de 2018, data-base da categoria.

Vale a pena destacar dos itens assegurados. PLR (Participação nos Lucros e Resultados), inclusive com isenção ou valor menor do imposto de renda sobre o benefício, licença-paternidade de 20 dias e maternidade de 180 dias, abono-assiduidade, verba de requalificação e os vales (alimentação, refeição e 13ª cesta).

Tudo isso somado às proteções trabalhistas sobre jornada de trabalho, salários, saúde ocupacional, segurança e combate ao assédio moral. As conquistas garantidas após 31 dias de greve nacional em 2016 são importantes, sobretudo diante do atual cenário de retrocesso.

O resultado das campanhas salariais deste ano mostra o quanto o trabalhador é penalizado com as políticas do governo Temer. Apenas 38 categorias tiveram ganho real entre 0,51% e 1%, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

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bancario entre os que tiveram ganho.html

Fonte: O Bancário

27 set 2017

Mais de 150 milhões de crianças exploradas

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

No mundo, 152 milhões de crianças estão em atividade de trabalho. Do total, 64 milhões são meninas e 88 milhões, meninos. A cada 10 crianças de 5 e 7 anos, uma é vítima de exploração. Quase metade exerce trabalho perigoso e coloca em risco a saúde, segurança e desenvolvimento moral.

O tempo de trabalho pode passar de 43 horas por semana, aponta estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho). A estatística pode ser ainda maior, pois os dados entre as atividades consideradas crime não são exatos em diversos países.

O maior índice de exploração infantil está na África (72,1 milhões), seguido pela área do Pacífico da Ásia (62 milhões), Europa e Ásia Central (5,5 milhões, juntos). Nas Américas, são 10,7 milhões de crianças trabalhando e nos Estados Árabes, 1,2 milhões.

Por setor, a OIT destaca que a maioria explorada está na agricultura, 70,9 milhões em todo o mundo. Depois aparecem, serviços (17,1 milhões) e indústrias em geral (11,9 milhões).

Fonte: O Bancário

27 set 2017

Bancos reduzem número de caixa eletrônico

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os principais bancos em atividade no Brasil estão reduzindo os caixas eletrônicos, um dos principais canais utilizados pelos clientes. Segundo o Banco Central, no primeiro semestre de 2017, o número de terminais próprios do Itaú, BB e Santander registrou queda em relação ao mesmo período de 2016.

No Itaú, são menos 814 máquinas, o Banco do Brasil diminuiu 4.539 equipamentos enquanto o Santander, 517. Ao todo, segundo o BC, houve redução de 6.431 máquinas no primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2016.

O único que apresentou crescimento foi o Bradesco. No entanto, a alta ocorreu devido à incorporação dos caixas do HSBC.

Por outro lado, os terminais eletrônicos do Banco 24Horas, responsáveis pela execução das transações de várias organizações, apresentaram crescimento de 10% no primeiro semestre de 2017. Aumento de 1.874 unidades.

Fonte: O Bancário

27 set 2017

Caixa divulga lucro recorde. E a PLR?

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

No início do mês, o boletim do Sindicato dos Bancários da Bahia, O Bancário já havia divulgado que o lucro da Caixa para o primeiro semestre seria recorde e ultrapassaria a casa dos R$ 4 bilhões. Agora, mais de 20 dias depois, o banco anunciou oficialmente que o ganho chegou aos R$ 4,1 bilhões. Mas o que na verdade os empregados querem saber é quando será feito o crédito da PLR (Participação nos Lucros e Resultados).

A data-limite prevista na Convenção Coletiva de Trabalho é 30 de setembro, ou seja, neste sábado. No entanto, a Caixa, único banco que ainda não pagou o benefício, silencia.

A expectativa é que a divulgação do balanço venha com notícias sobre a PLR. É direito e os 90 mil empregados que sofrem com a sobrecarga diária de trabalho merecem respeito.

Crescimento

O crescimento no lucro líquido foi de 69,2% em relação a igual período do ano passado. A carteira de crédito subiu R$ 715,9 bilhões e a imobiliária, R$ 421,4 bilhões.

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Lucro da Caixa é de R$ 4 bilhões. Recorde

Na Caixa, aumenta a pressão pela PLR

Fonte: O Bancário

27 set 2017

População pobre paga mais impostos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A arrecadação tributária brasileira é extremamente injusta. No país, mais de 50% do que se arrecada é originário dos tributos sobre o consumo. Apenas 20% vem da renda e menos de 4% do patrimônio. Sendo assim, o pobre é o mais penalizado, pois gasta boa parte da renda em consumo.

Isso porque, o rico consegue converter a renda em patrimônio e como no Brasil as grandes fortunas não são taxadas, o topo da pirâmide social escapa de pagar impostos. Por isso, a necessidade da reforma tributária. É inaceitável que os pobres sigam penalizados enquanto rico, que pode pagar, é beneficiado.

Importante lembrar que foi em 1995, portanto no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, que as rendas originárias de distribuição de lucros e dividendos e juros de capital foram isentas do imposto de renda.

A sonegação é outro problema. Os desvios de dinheiro público e a lavagem de dinheiro prejudicam o bem-estar social. Para se ter ideia, somente no ano passado, o país deixou de arrecadar R$ 500 bilhões em impostos, aponta o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional.

Fonte: O Bancário

22 set 2017

Brasil registra cerca de 11 mil suicídios por ano

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Cerca de 11 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no Brasil. De acordo com o primeiro boletim epidemiológico sobre suicídio, divulgado na quinta-feira (21/9) pelo Ministério da Saúde, entre 2011 e 2016, 62.804 pessoas tiraram suas próprias vidas no país, 79% delas são homens e 21% mulheres. A divulgação faz parte das ações do Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção ao suicídio.

A perda de diagnóstico dos casos de suicídio tem se perdido. Das 1,2 milhão de mortes, em 2015, 17% tiveram causa externa. Dessas 40% são registradas por causas não determinadas. São cerca de 10 mil mortes que foram por causa externa, violenta, mas não sabe porquê.

No Brasil, os idosos, de 70 anos ou mais, apresentaram as maiores taxas, com 8,9 suicídios para cada 100 mil habitantes. A população idosa vem aumentando e eles sofrem bastante com doenças crônicas, depressão e abandono familiar. O índice alto de suicídio entre idosos é observado no mundo todo.

Os dados apontam que 62% dos suicídios foram causados por enforcamento. Entre os outros meios utilizados estão intoxicação e arma de fogo. A proporção de óbitos por suicídio também foi maior entre as pessoas que não têm um relacionamento conjugal, 60,4% são solteiras, viúvas ou divorciadas e 31,5% estão casadas ou em união estável.

Tentativas de suicídio

As notificações de lesões autoprovocadas tornaram-se obrigatórias a partir de 2011 e elas seguem aumentando. Entre 2011 e 2016, foram notificadas 176.226 lesões autoprovocadas; 27,4% delas, ou seja, 48.204, foram tentativas de suicídio.

As tentativas de suicídios são mais frequentes em mulheres. Das 48.204 pessoas que tentaram tirar a própria vida entre 2011 e 2016, 69% era mulheres e 31% homens. A proporção de tentativas de suicídio, de caráter repetitivo também é maior entre as mulheres. Entre 2011 e 2016, daqueles que tentaram suicídio mais de uma vez, 31,3% são mulheres e 26,4 são homens.

O meio mais utilizado nas tentativas de suicídio foi por envenenamento, 58%. Seguido de objeto pérfuro-cortante, 6,5%; enforcamento, 5,8%.

Fatores de risco e proteção

Entre os fatores de risco para o suicídio estão transtornos mentais, como depressão, alcoolismo, esquizofrenia; questões sociodemográficas, como isolamento social; psicológicas, como perdas recentes; e condições incapacitantes, como lesões desfigurantes, dor crônica e neoplasias malignas. No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que tais aspectos não podem ser considerados de forma isolada e cada caso deve ser tratado de forma individual.

Segundo o Ministério da Saúde, a existência de um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) no município reduz em 14% o risco de suicídio. Na análise feita, é o único fator de proteção ao suicídio. Existem hoje no Brasil 2.463 Caps em funcionamento.

Os casos acontecem em quase todo país, mas Região Sul concentrou 23% dos suicídios, entre 2010 e 2015. O alto nível de renda, pouca desigualdade social e baixo índice de pobreza são características de municípios que concentram mais suicídios.

Mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida por ano no mundo. Por isso, em 2013, a Organização Mundial da Saúde desenvolveu um plano de ações em saúde mental que pretende reduzir em 10% da taxa de suicídio até 2020.

O boletim epidemiológico sobre suicídio está disponível na página do Ministério da Saúde. A pasta também disponibiliza materiais de orientação para jornalistas, profissionais de saúde e população geral.

Como setembro foi intitulado um mês para o combate ao suicídio, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe está apoiado a Campanha “Setembro Amarelo” com o objetivo de alertar a categoria bancária e a sociedade sobre a realidade desta delicada situação e suas formas de prevenção.

Fonte: Portal CTB

O engenheiro florestal Paulo Barreto, um dos autores do estudo sobre o desmatamento na Amazônia, desmente o discurso que o presidente ilegítimo Michel Temer fez na Assembleia Geral das Nações Unidas na terça-feira (19).

“Os dados que o Imazon (instituto de pesquisa sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia) mede mensalmente podem indicar uma tendência. Portanto, é possível que o desmatamento caia. Mas não podemos dizer 20% porque não temos a precisão que essa afirmação exige”, afirma Barreto à BBC Brasil.

“Trago a boa notícia de que os primeiros dados disponíveis para o último ano já indicam diminuição de mais de 20% do desmatamento naquela região. Retomamos o bom caminho e nesse caminho persistiremos”, disse Temer na ONU.

De acordo com Barreto, a informação apresentada por Temer não é oficial. “Os dados do governo ainda não foram divulgados e parece que o presidente está comparando dados oficiais do ano passado com os nossos, de agora, sendo que as metodologias são totalmente diferentes”. Para ele, “o governo está fazendo coisas que vão gerar aumento futuro no desmatamento”.

Rosmarí Barbosa Malheiros, secretária de Defesa de Meio Ambiente e Saneamento, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ataca os projetos do governo federal porque “prejudicam a agricultura familiar e a população mais pobre do campo e da cidade”.

Além de “não dar nenhuma importância ao desenvolvimento de uma economia sustentável, visando o bem-estar de todas e todos”, diz. Com isso, “a tendência é de aumentar e muito a degradação do meio ambiente no país todo, mas principalmente na Amazônia e suas riquezas naturais”.

Tanto que ocorreu nesta terça, em Brasília, um seminário sobre as políticas socioambientais do governo com a participação do movimento #resista – que reúne cerca de 150 entidades ambientalistas, do campo, indígenas e de direitos humanos. “Nós queremos o fim dos projetos que acabam com as limitações para a exploração de nossas terras, seja por mineradoras, madeireiras ou outras empresas”, diz Malheiros.

Confira o manifesto do #resista aqui.

A manifestação em defesa da Amazônia e do meio ambiente aconteceu na Praça dos Três Poderes, justamente para “protestar contra o discurso falacioso de Temer que tentou passar a impressão de que a agenda socioambiental está melhorando no Brasil. Na realidade, os dados mostram que “o desmatamento na Amazônia aumentou 58% em 2016” afirma a secretária da CTB.

“O Congresso Nacional aprova leis que só atendem aos interesses do capital, incentivando o desmatamento e a destruição da biodiversidade. Nós, da agricultura familiar, temos experiências interessantes que comprovam que é possível sim produzir alimentos de forma sustentável, preservando o meio ambiente e sua biodiversidade, além de gerar desenvolvimento para o território e renda para a sua população”, explica Malheiros, que também é secretária de Meio Ambiente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Fonte: Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Beto Barata/Presidência da República

Após dois dias de julgamento, por 10 votos a 1, o STF decidiu na quinta-feira (21/9) pelo envio imediato à Câmara dos Deputados da segunda denúncia apresentada pelo ex-procurador-geral da República (PGR) Rodrigo Janot contra o presidente Michel Temer. A partir de agora, cabe à Casa decidir sobre autorização prévia para que a Corte julgue o caso, conforme determina a Constituição.

Para esta quinta, faltavam os votos dos ministros Marco Aurélio, Celso de Mello e da presidente do STF, Cármen Lúcia. Na véspera, o placar da votação ficou em 7 votos a 1 pelo envio. O único voto contrário foi do ministro Gilmar Mendes.

O entendimento do Supremo contraria pedido feito pela defesa de Temer, que pretendia suspender o envio da denúncia para esperar o término do procedimento investigatório, iniciado pela PGR, para apurar ilegalidades no acordo de delação da JBS, além da avaliação de que as acusações se referem a um período em que o presidente não estava no cargo.

Os ministros seguiram entendimento do relator do caso, ministro Edson Fachin. Na sessão desta quarta-feira (20), foi formada maioria de votos no sentido de que cabe ao Supremo encaminhar a denúncia sobre o presidente diretamente à Câmara dos Deputados, sem fazer nenhum juízo sobre as acusações antes da deliberação da Casa sobre o prosseguimento do processo no Judiciário.

Nos dois dias de julgamento, os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Tofofli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Celso de Mello e presidente, Cármen Lúcia, acompanharam o voto de Fachin.

Em voto proferido na sessão de quarta-feira, o ministro Gilmar Mendes foi o único a divergir, e votou pela devolução da denúncia à PGR. Para Gilmar, as acusações se referem ao período em que Temer não estava no cargo e o caso não pode ser enviado à Câmara dos Deputados.

Sobre conversa gravada por Joesley Batista com o presidente Temer, durante encontro no Palácio do Jaburu, em março, Mendes defende que a gravação pode ser ilegal por haver indícios de que foi instigada pelo ex-procurador Marcello Miller, acusado de fazer “jogo duplo” a favor da JBS, durante o período em que esteve no cargo, antes de passar a trabalhar em um escritório de advocacia que atuou para a empresa.

Próximos passos

Com a chegada da denúncia ao STF, a Câmara dos Deputados precisará fazer outra votação para decidir sobre a autorização prévia para prosseguimento do processo na Suprema Corte.

O Supremo não poderá analisar a questão antes de uma decisão prévia da Câmara. De acordo com a Constituição, a denúncia apresentada contra Temer somente poderá ser analisada após a aceitação de 342 deputados, o equivalente a dois terços do número de parlamentares que compõem a Casa.

A autorização prévia para processar o presidente da República está prevista na Constituição. A regra está no Artigo 86: “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade”.

O prosseguimento da primeira denúncia apresentada pela PGR contra o presidente, pelo suposto crime de corrupção, não foi autorizado pela Câmara. A acusação estava baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada de executivos da J&F.

Fonte: Jornal do Brasil via Feebbase

22 set 2017

Banco Santander quer lucrar com a crise

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O Santander aumentou o lucro para R$ 4,615 bilhões no primeiro semestre de 2017. Um recorde em seis meses. Mas, nada é suficiente para o tamanho da ganância do banco espanhol. Agora, a empresa capitaliza a venda da máquina de cartões Getnet da forma mais desrespeitosa possível. O slogan da campanha é “Empreendedor. Esta é a sua nova carteira de trabalho”.

Ou seja, o banco quer pegar carona na crise para que milhões de desempregados (atualmente são mais de 14 milhões), forçados a empreender em busca de rendimento, adquiram a máquina de cartões da empresa.

E piora. A relação com a nova carteira de trabalho vem da precarização que será imposta com a nova lei trabalhista, apoiada claramente em declarações do presidente da empresa, Sérgio Rial, porque reduz os custos ao retirar direitos históricos conquistados pela categoria bancária.
Falência

Importante saber que, no Brasil, ser empreendedor não é tão fácil como parece. Os dados mostram. De cada 10 empresas, seis não sobrevivem após cinco anos de atividade, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No ano passado, as falências decretadas subiram 14,7% e os pedidos de recuperação judicial cresceram 49,4%. Tudo errado.

Fonte: O Bancário

22 set 2017

País não possui política contra desperdício

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Enquanto o governo Temer se preocupa em aprovar medidas que impõem perdas aos brasileiros, as políticas de combate ao desperdício de alimentos ficam na geladeira. Atualmente, quase 30 projetos de lei tramitam na Câmara Federal com o objetivo de diminuir as perdas.

No entanto, divergências em torno de alguns pontos impedem o avanço das propostas. Apesar de existirem alternativas que preveem a punição do produtor ou distribuidor de alimentos contra o desperdício, o problema não será resolvido com políticas punitivas.

De acordo com especialistas, o ideal é difundir mais campanhas educativas e debate sobre mudanças culturais e de comportamento.

No dia 24 deste mês, a Caisan (Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional) realiza uma reunião para apresentar o levantamento das propostas legislativas e deve ser consolidado o relatório que aponta a diretriz na construção da política nacional de combate ao desperdício.

Fonte: O Bancário