13 jul 2018

Bradesco no limite da superexploração

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A exploração da classe trabalhadora pelo patronato faz parte dos pilares do sistema capitalista, tão propalado e endeusado pela burguesia e seus agentes. Contudo, o que se passa com a categoria bancária, beira a superexploração através da cobrança intermitente pelo cumprimento das metas e, em algumas situações, de verdadeiro assédio.

Não é a toa que cresce o número de trabalhadores acometidos por doenças psicossomáticas, quando uma enfermidade, física ou não, tem seu princípio na mente (ansiedade, tensão, úlceras, gastrites e etc,) e psicológicas, relativa à relação com o mundo, a nível familiar, laboral e/ou social (depressão, síndrome do pânico, síndrome do esgotamento profissional).

Não que seja exclusividade do Bradesco, mas o sistema de controle exercido pelo banco de Osasco está levando muitos bancários, notadamente os gerentes relacionados às vendas e captação, ao total estresse.

As cobranças são diárias e periódicas. O expediente começa geralmente com uma audioconferência, no início da tarde há ligações, no final da tarde, novas cobranças.

Tal procedimento é desumano e, certamente, poderá levar vários colegas ao esgotamento físico e mental, ao afastamento do trabalho com possíveis impactos psicológicos permanentes.

Os bilionários lucros auferidos pelos bancos (mais de R$70 bilhões em 2017) é, também, resultado da brutal exploração dos trabalhadores bancários.

Exigimos respeito, dignas condições de trabalho e qualidade de vida!

Fonte: Ascom Seeb Itabuna

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