13 jul 2018

No Bradesco, agência cheia, trabalho precário

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os bancos não estão nem aí para o caos nas agências. A preocupação é apenas com o lucro. Para isso, fazem tudo. Demitem, fecham unidades, exploram bancários e clientes em tudo o que podem. A sobrecarga de trabalho e as filas são diárias e não há agência boa.

O Bradesco de Brotas e da avenida Sete de Setembro, em Salvador, são dois bons exemplos. Constantemente, o Sindicato dos Bancários da Bahia recebe denúncias sobre o descaso. A demanda é extremamente alta e a espera, sem fim. As cadeiras estão sempre lotadas e as filas se comparam a caracóis.

Enquanto isso, o lucro cresce. No primeiro trimestre de 2018, o banco lucrou R$ 4,4 bilhões. No mesmo período, cortou 1.215 postos de trabalho. Em 12 meses, completados em março, 4.708 agências fecharam as portas. A lógica seria outra. Contratar e ampliar o número de unidades, afinal a cartela de clientes aumenta.

Mas, o lucro do Bradesco só vai para o alto escalão. Se ligue nas cifras. Apenas 96 executivos do banco receberam nada menos do que R$ 6,5 milhões em 2017. Diante do descaso, o Sindicato entrou em contato com a empresa e aguarda há mais de três meses uma reunião, sem êxito. Um desrespeito total.

Fonte: Seeb Bahia via Feebbase

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