29 mai 2015

29/05 – Dia Nacional de Paralisações e Manifestações Trabalhadores de Itabuna paralisam transito e bancos contra a terceirização e medidas do ajuste fiscal

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

No Dia Nacional de Mobilização contra a terceirização e outras ameaças aos direitos dos trabalhadores realizado pelas centrais sindicais neste dia 29 de maio houve protestos em várias partes do país com fechamento de lojas do comércio, bancos e empresas, além de paralisações em rodovias e dos transportes coletivos.

Em Itabuna, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Regional Sul da Bahia) juntamente com sindicatos filiados realizou manifestação a partir das 4 horas da madrugada em frente à fábrica da Trifil, às 5 horas em frente a Penalty, as sete horas em frente à CODETI no bairro São Caetano, das 10hàs 11h30m fechamento das transversais em frente a ponte Marabá com paralisação dos ônibus e do transito. Logo após, bancários e demais trabalhadores realizaram manifestação em frente à agência Grapiuna da Caixa Econômica Federal, na Praça Adami. Os bancos ficaram fechados até as 13 horas.

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região, Jorge Barbosa, foi mais uma oportunidade para os trabalhadores pressionarem o Congresso Nacional a rever as medidas que retiram direitos da classe trabalhadora, como o projeto de lei  que libera as empresas para terceirizar todos os setores e precarizar as condições de trabalho, além de denunciar as medidas do ajuste fiscal do governo Dilma que reduz direitos sociais. “Nossa luta vai continuar e se preciso for realizaremos uma greve geral”, pontuou Barbosa.

O Dia Nacional de Paralisação também serviu para que os trabalhadores protestassem contra a corrupção, punição para os envolvidos em escândalos com dinheiro público, em defesa da Petrobrás, assim como hipotecou apoio à luta dos professores em todo o Brasil e em defesa da democracia. Os manifestantes também denunciaram a votação realizada pelo Congresso nacional que aprovou o financiamento privado e empresarial para as campanhas eleitorais.

Crédito: Sintratec

“Essa reforma política capitaneada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha é um retrocesso e significa que as empresas irão escancaradamente eleger seus representantes de maneira ainda mais significativa, o que certamente prejudicará os interesses da classe trabalhadora”, pontuou Jorge Barbosa.

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