Índice dos que consideram o governo regular fica em 23%. Instituto ouviu 2.771 pessoas nos últimos dias 21 e 23 de junho. Aprovação do governo Temer cai para 7% Aprovação do governo Temer cai para 7%

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste sábado (24) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República,

- Michel Temer (PMDB): Ruim/péssimo: 69%
- Regular: 23%
- Ótimo/bom: 7%
- Não sabe: 2%

O Datafolha ouviu 2.771 pessoas nos dias 21 e 23 de junho de 2017. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em abril, a pesquisa anterior do Datafolha sobre a aprovação do governo Temer apontou que 9% o consideravam bom ou ótimo; 61% o consideravam ruim ou péssimo; e 28% avaliavam o governo como regular.

Renúncia e impeachment
O Datafolha questionou os entrevistados sobre o que seria mais benéfico para o país, considerando a crise política e a recuperação da economia: a saída de Temer ou sua permanência. Os resultados foram os seguintes:

- Favoráveis à saída: 65%
- A favor da permanência: 30%

O instituto de pesquisa também perguntou quanto a uma possível renúncia de Temer. As respostas foram as seguintes:

- Defendem a renúncia: 76%
- Contrários à renúncia: 20%
- Não souberam responder: 4%

Considerando um cenário em que não há a renúncia de Temer, o Datafolha perguntou a opinião dos entrevistados quanto à abertura de um processo de impeachment. Os resultados obtidos foram:

- Apoiam o impeachment: 81%
- Rejeitam o impeachment: 15%
- Não souberam responder: 4%

No caso de Temer vir a deixar o cargo, o instituto questionou qual a opinião dos entrevistados sobre a forma de escolha de um novo presidente e chegou às seguintes conclusões:

- Defendem eleições diretas: 83%
- Defendem eleições indiretas feitas pelo Congresso: 12%
- Não souberam responder: 5%

Fonte: O Globo via Feebbase

Na próxima quinta-feira, 29 de junho, completam-se sete anos do assassinato do casal Paulo Colombiano e Catarina Galindo, ocorrido em Salvador. Desde então, a família aguarda o julgamento dos acusados, que continuam soltos, apesar de já terem sido identificados pela Polícia. É para protestar contra a morosidade da Justiça, que familiares e os amigos do casal realizam um grande protesto nesta quinta-feira (29), às 9h, em frente ao Tribunal de Justiça, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

Colombiano e Catarina foram assassinados a tiros quando chegavam em casa, no bairro de Brotas, na noite do dia 29 de junho de 2010. As investigações da Polícia apontaram os empresários e irmãos Claudomiro e Cássio Ferreira Santana como mandantes dos assassinatos, que teriam sido cometidos por três funcionários: Adaílton de Jesus, Edilson Araújo e Wagner de Souza. Os irmãos são sócios da MasterMed, empresa do ramo de planos de saúde, que possuía um contrato com o Sindicato dos Rodoviários, onde Colombiano era tesoureiro.

A análise dos contratos do sindicato feita por Colombiano o levou a concluir que a MasterMed havia aplicado uma fraude milionária na entidade de trabalhadores e essa teria sido a motivação do crime, ainda segundo as investigações.

Em 2014 a Justiça já havia pronunciado, em primeira instância, que os acusados iriam a júri popular, mas três anos depois a sessão de julgamento ainda não foi marcada. A decisão também excluiu Cássio do júri popular, sob alegação de insuficiência de provas, mas a família contestou a decisão e recorreu.

No momento atual o processo se encontra nas mãos da juíza revisora Rita de Cassia Magalhães, após a conclusão dos trabalhos do relator Pedro Guerra neste mês de junho. Somente depois do exame pela juíza, sem prazo previsto de duração, é que teremos a convocação de uma turma do Tribunal de Justiça, que vai se pronunciar se os acusados irão ou não a júri popular. Após essa fase, caberão ainda novos recursos, o que indica uma longa batalha pela frente.

Nesse ritmo de chicanas jurídicas e de lentidão do judiciário, os assassinos vão ganhando tempo sem pagar pelos crimes, enquanto a família amarga o sentimento de impunidade.

Fonte: CTB-BA via Feebbase

27 jun 2017

Crise amplia afastamento do trabalho por ansiedade

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

As concessões de auxílio-doença por transtornos de ansiedade cresceram 17% em quatro anos -de 22,6 mil, em 2012, para 26,5 mil, em 2016, segundo dados da Secretaria de Previdência. No período, a União pagou R$ 1,3 bilhão aos usuários afastados do trabalho.

Duas em cada dez pessoas são afastadas do trabalho por medo do futuro, palpitações, insônia, falta de ar, sensação de paralisia, sintomas de ansiedade. A doença já é a segunda maior causa de afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, categoria que também abrange depressão, esquizofrenia e problemas relacionados ao uso de drogas. Fica atrás apenas da depressão, que responde por três em cada dez concessões do benefício.

Especialistas apontam a crise econômica, entre os fatores para o aumento dos afastamentos por ansiedade.

Setor bancário
O transtorno mental é uma das principais causas de afastamentos do trabalho no setor bancário, superando os casos de LER/Dort, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base em informações do INSS. Em 2013, foram 5.042 afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, totalizando 27% do total de afastamentos. Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo somam 4.589 casos e representam 24,6% das causas de afastamentos.

Os dados apontam que as condições de trabalho, principalmente nas agências bancárias, são fatores de risco para a saúde dos funcionários. A manipulação de grandes quantias de recursos por muitas horas também é uma das causas de estafa dos trabalhadores e um dos motivos que levou à redução da jornada da categoria para seis horas e à proibição da abertura dos bancos aos sábados. Um projeto que tramita no Senado visa acabar com a proibição do trabalho aos sábados (leia mais sobre o assunto).

A proporção dos casos de transtornos mentais entre os bancários é muito maior do que entre trabalhadores de outros setores no Brasil, devido a pressão e o assédio moral que sofrem pelo cumprimento de metas. Muitas vezes, os bancários somente conseguem afastamento após recorrer à Justiça para comprovar que o quadro tinha ligação com o trabalho.

Fonte: Contraf via Feebbase

27 jun 2017

Salvador receberá o Congresso Nacional do BNB

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Nos dias 7 e 8 de julho Salvador receberá o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do BNB. As etapas estaduais já estão acontecendo e os sindicatos deverão se organizar para a escolha dos delegados.

Na Bahia, o encontro estadual aconteceu no último sábado (17/6) e assuntos como, ponto eletrônico, assédio moral, segurança e saúde do trabalhador foram abordados, sendo amplamente pontuados pelos que estavam presentes com o intuito de obter a melhor forma de levar para o congresso.

Apesar de o acordo coletivo ter validade de dois anos (2016|2018), a luta da categoria não termina. Há muitas pendências no BNB, como o PCR (Plano de Cargos e Remuneração), isonomia de tratamento, dignidade previdenciária, saúde, condições de trabalho, estrutura das agências, trabalho gratuito, quadro de pessoal e convocação dos aprovados em concurso.

O caminho é mobilizar, no melhor significado do dicionário: “Convocar insistentemente pessoas a tomarem parte de atividade social, política etc., com determinação e garra”. O momento exige de todos a máxima participação e a máxima unidade.

Fonte: Feebbase

27 jun 2017

Rebeca Serravalle, presente!

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A Bahia amanheceu mais triste no sábado, 24 de junho, com o falecimento de Rebecca Costa Serravalle. A advogada e sindicalista faleceu na madrugada, depois de anos de luta contra um câncer de mama.

Empregada da Caixa e advogada, Rebecca foi a primeira diretora do Departamento da Mulher do Sindicato dos Bancários da Bahia, onde deixou um legado de luta e atuação, tornando a questão de gênero forte entre as bancárias

Na APCEF, foi diretora Administrativa e Jurídica e membro da Executiva dos Empregados da Caixa onde sempre foi destaque na luta.

Definida pelos amigos como uma mulher incrível e guerreira incansável, liderou diversas lutas em defesa dos direitos da mulher. Trabalhou também como advogada de entidades de trabalhadores e trabalhadoras, sempre ao lado da classe que se dispôs a defender.

Neste momento de tristeza e pesar, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe se solidariza com os familiares e amigos de Rebeca, que estará presente em todas as lutas dos bancários e bancárias do Brasil.

Rebeca Serravalle, presente!

Fonte: Feebbase

27 jun 2017

Maioria é contra reforma trabalhista

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Quase que a totalidade das 135,2 mil pessoas que votaram através da consulta pública referente à reforma trabalhista, pelo e-cidadania na página do Senado Federal, são contra a proposta de Michel Temer. Ao todo, 129,5 mil não concordam com a medida. Apenas 5,7 mil são a favor.

Temer já havia amargado uma derrota durante a votação do tema na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Mas, nesta quarta-feira (28/06), a reforma trabalhista deve ser apreciada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Depois, segue para o plenário da Casa.

A pressão das ruas deve crescer. A greve desta sexta-feira (30/06) é uma ótima oportunidade de os trabalhadores mostrarem que são contra a política neoliberal imposta pelo governo Temer a mando do mercado.

Fonte: O Bancário

27 jun 2017

Reforma de Temer traz prejuízo a 100 mi

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Levantamento realizado pela juíza Vanessa Vieira de Melo, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, denota que aprovação da reforma da Previdência trará prejuízo a 100 milhões de pessoas, e atualmente, 30% dos recursos creditados não vão para pagamento de aposentadorias e benefícios. Parte do valor é destinado para pagar juros da dívida ativa, cujos credores são os bancos.

As empresas recebem duas vezes. De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a cada R$ 5,00 pagos, R$ 1,00 é destinado às organizações financeiras, que já recebem 23,2% dos recursos referentes à dívida ativa.

Magistrado do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Flávio Roberto Ferreira de Lima, criticou empresários e os programas de refinanciamento de dívidas (Refis). Criado pelo governo Temer, o refinanciamento somado à liberação de crédito do BNDES para estados e municípios, além do alongamento de dívidas, compromete os recursos da União em R$ 769 bilhões.

Fonte: O Bancário

27 jun 2017

Sindicato é contra trabalho sábado

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A situação dos bancários que já é ruim, com muita sobrecarga, pode piorar. O projeto de lei do senador baiano Roberto Muniz (PP/BA) quer que as agências abram aos sábados. A iniciativa fere a legislação federal e a Convenção Coletiva de Trabalho.

O PLS 203/2017 apresentado na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) vai passar pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) e CTFC (Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor) em caráter terminativo, ou seja, sem a necessidade da aprovação no plenário do Senado. Depois, segue para a Câmara Federal.

A categoria está indignada. O PLS não teve debate público e, mesmo assim, quer passar por cima de conquistas históricas como o descanso semanal remunerado do sábado e a jornada de seis horas. O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, destaca que as empresas precisam contratar e não penalizar ainda mais o funcionário.

“O Sindicato sempre defendeu que os bancos ampliem o tempo de atendimento aos clientes, desde que haja duas equipes diariamente contratadas. Mas, as empresas se recusam e, ao invés de elevar os postos de trabalho, demitem. O país não vai se desenvolver aniquilando direitos trabalhistas”.

O entendimento é de que se há, por parte do senador, interesse em melhorar a vida do consumidor, deveria propor projetos que combatam os altos juros praticados pelos bancos, e não tirando direitos históricos dos bancários. Trabalhar aos sábados pode significar mais pressão, mais sobrecarga e mais adoecimento.

Fonte: O Bancário

27 jun 2017

Congresso do Banco do Brasil em defesa dos públicos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Em meio ao cenário político-econômico hostil aos trabalhadores e às instituições públicas brasileiras, entre sexta-feira (30/06) e domingo (02/07) ocorre o 28º CNFBB (Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil). Ao todo, 355 delegados se reúnem, em São Paulo, para discutir o tema Contra o desmonte: Unidade e Resistência.

A Bahia será representada por 21 bancários. A demanda para o encontro é grande. Entre as pautas, ato em defesa dos bancos públicos e o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos bancos públicos.

Os quatro grupos de trabalho, que serão formados durante o encontro, abordam o desmonte do BB e aumento de tarifas; digitalização e precarização do emprego; carreira e igualdade de oportunidades; terceirização e pejotização. No domingo (02/07), último dia do Congresso, ocorre uma plenária e os trabalhadores vão definir as resoluções das demandas.

Fonte: O Bancário

27 jun 2017

Sexta-feira, o Brasil vai parar. Greve geral

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Fora Temer, abaixo as reformas e Diretas Já! São os gritos de guerra que estão sendo esperados pelas ruas de todo o Brasil no próximo dia 30 de junho. O país vai parar. Em Salvador, além das paralisações dos trabalhadores, inclusive bancários, acontece uma grande caminhada à tarde, no Centro da cidade.

Diante do agravamento da crise econômica e política e dos escândalos de corrupção do governo Temer (PMDB), a expectativa é de o movimento supere a greve geral do dia 28 de abril, quando milhares de trabalhadores cruzaram os braços em todo o Brasil.

Além da luta contra as reformas trabalhista e da Previdência, que penalizam o povo, as mobilizações pelo Fora Temer e por eleições diretas ganham mais força nas manifestações do dia 30.

“O momento exige resistência e luta contra as propostas de Temer que põem fim a direitos consagrados dos trabalhadores brasileiros. Está claro que a sociedade é contra esse governo é só com luta iremos barrar os retrocessos que a agenda neoliberal de Temer impõe ao país”, destaca o presidente da CTB, Adilson Araújo.

Fonte: O Bancário