21 jun 2019

Mais 3,3 milhões estão desempregados no país

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Mais 3,3 milhões estão desempregados no país]

Mais de 3,3 milhões de pessoas estão desempregadas há mais de dois anos, aponta estudo do Ipea (instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O alto índice é a prova mais forte de que a reforma trabalhista só quebrou os brasileiros, diminuiu o poder de compra e estagnou a economia. 

O número de desempregados chegou a crescer 42,4% nos últimos quatro anos. As mulheres representam a parcela maior de desempregados no país, 28,8%, seguido dos homens com 20,3%.

Dos 507.140 novos postos de trabalho abertos de novembro de 2017 a abril deste ano, 58.630 foram para trabalho intermitente 19.765 para trabalho parcial. Ou seja, salários menores e menos direitos. 

O trabalhador tem de ter, no mínimo, dois empregos para fechar as contas no fim do mês, já que nessas modalidades só recebem pelos dias trabalhados. Absurdo.

Fonte: O Bancário

21 jun 2019

Justiça para os funcionários do Banco Itaú

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Justiça para os funcionários do Banco Itaú ]

Mais uma conquista fruto do trabalho do Sindicato da Bahia, através do Departamento Jurídico. A entidade entregou os cheques referentes ao pagamento da segunda parcela do processo (0000415 2010 05 0033). O valor é da ação sobre a PLR e a gratificação semestral aos funcionários do Itaú licenciados por doença ocupacional.

O processo beneficiou 12 bancários e uma das contempladas foi Ana Lúcia Tavares, empregada do Itaú por 31 anos. “O Sindicato assumiu com todos o compromisso muito importante e sério nas lutas e conquistas de direitos que temos por lei”. Aposentada desde 2016, ela destaca que ser sindicalizada faz toda diferença.  

Para Francisca Oliveira, o empenho e a dedicação do Sindicato e da Federação da Bahia e Sergipe foram fundamentais para a vitória. “Agradeço especialmente pela conquista no processo referente à PLR e gratificação semestral para os licenciados por doença ocupacional”, ressaltou ela que foi bancária por 32 anos.

Há quase 34 anos como empregado do Itaú, André Rocha também faz questão de agradecer o trabalho do Sindicato que resultou na vitória na Justiça. A entrega dos cheques contou as presenças dos diretores das duas entidades.

Fonte: O Bancário

21 jun 2019

Substitutivo da Previdência ainda é perverso

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Substitutivo da Previdência ainda é perverso]

O substitutivo da reforma da Previdência está longe de ser bom ao cidadão. A medida continua perversa. Mesmo com a retirada de pontos negativos, como o regime de capitalização, outros itens prejudiciais aos trabalhadores estão mantidos. 

O texto mantém o aumento da idade mínima para a aposentadoria urbana. Dois anos para mulheres, de 60 para 62 anos, e cinco para os homens, passando de 60 para 65 anos. O tempo mínimo de contribuição foi fixado em 20 anos para homens e 15 anos para mulheres.

O substitutivo também manteve a redação da proposta do governo Bolsonaro que propõe fixar a aposentadoria compulsória por idade para os servidores públicos aos 70 ou 75 anos, porém retirou o ponto que joga para a lei complementar. O que, na prática, seria mais fácil de aprovar. 

Ainda mantém as regras diferenciadas para os professores, que facilita o governo acabar com a regra especial da categoria. Por estes motivos, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social reforça posicionamento contrário ao substitutivo e promete intensificar a mobilização e articulação contra o texto.  

Mudanças
No novo texto, estados e municípios ficam de fora da reforma e a nova regra para abono salarial garante o pagamento aos trabalhadores com renda até R$ 1.364,43.

Antes, o benefício era restrito a quem recebia até um salário mínimo.   Além disso, houve recuou na alteração do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e nas mudanças na aposentadoria rural.

Fonte: O Bancário

21 jun 2019

Novas tecnologias ameaçam emprego bancário

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Novas tecnologias ameaçam emprego bancário]

A expansão de novas empresas que ofertam serviços financeiros pode ser considerada uma ameaça aos bancários. As chamadas fintechs apostam na desbancarização, que consiste em acessar os dados dos clientes que estão fora dos bancos por conta da informalidade ou alguma restrição cadastral para abrir uma conta em instituições financeiras.

Nas agências, os bancários são pressionados a vender produtos, ofertar serviços e aumentar a cartela de correntistas para aumentar o lucro dos bancos. Pelas manchetes de sites especializados no mercado financeiro, os banqueiros não estão gostando do avanço das empresas como a NuBank, conhecida por oferecer cartão de crédito sem cobrança de anuidade. 

Com autorização do Conselho Monetário Nacional do Banco Central, as fintechs intermediam serviços financeiros, como empréstimos e cartões com custo baixo para lojistas e consumidores, via aplicativo virtual.

As empresas não podem abrir conta corrente ou poupança, mas têm autorização de acessar os dados dos clientes em outras instituições financeiras para conseguir prestar os serviços que são autorizadas. Uma ameaça ao emprego dos bancários.

Fonte: O Bancário

21 jun 2019

Governo Bolsonaro atende pauta ruralista. Erro

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Governo Bolsonaro atende pauta ruralista. Erro]

Desde que assumiu o poder, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não esconde de que lado está. E não é o do povo. Em um semestre de gestão, o governo já atendeu diversos pontos da pauta ruralista. 


Em janeiro, a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) enviou ao Ministério do Meio Ambiente uma lista com reivindicações, a exemplo de afrouxamento das regras para o licenciamento ambiental, alterações na legislação das unidades de conservação, que permitam subtração da área original e revisão da composição, competências e perfil dos conselheiros do Conama. O Conselho Nacional de Meio Ambiente define as estratégias e políticas a serem adotadas pelo governo na área ambiental. 


A pauta, que conta com 12 pontos, ainda inclui criação de núcleos de conciliação, cujo objetivo é dificultar a autuação em casos de crime ambiental. Se for efetivada a multa, haverá possibilidade de descontos e parcelamento, de acordo com a conveniência do infrator. 


Agora, quase seis meses depois, 50% dos pedidos já foram atendidos. Enquanto isso, o país segue mergulhado na crise, que atinge em cheio a camada mais pobre da sociedade. 

Fonte: O Bancário

Sem dar trégua ao desmonte da legislação trabalhista, o governo Jair Bolsonaro autorizou a ampliação permanente, abrangendo 78 setores da economia, para que funcionários possam trabalhar aos domingos e feriados civis e religiosos; norma abrange, entre outros setores, o comércio, a indústria, os transportes em geral, a educação e a cultura

Sem dar folga para o trabalhador, governo autoriza trabalho permanente em domingos e feriados

Sem dar trégua ao desmonte da legislação trabalhista, o governo Jair Bolsonaro autorizou a ampliação permanente, abrangendo 78 setores da economia, para que funcionários possam trabalhar aos domingos e feriados civis e religiosos; norma abrange, entre outros setores, o comércio, a indústria, os transportes em geral, a educação e a cultura

Agência Brasil – Está em vigor a partir de hoje (19) a norma da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, que amplia para 78 os setores da economia com autorização permanente para que funcionários possam trabalhar aos domingos e feriados civis e religiosos. A portaria que dispõe sobre a medida está publicada na edição desta quarta-feira (19) do Diário Oficial da União.

Nessa terça-feira (18), o secretário Rogério Marinho informou, por meio da rede social Twitter, que havia assinado a portaria. Segundo ele, a norma abrange, entre outros setores, o comércio, a indústria, os transportes em geral, a educação e a cultura.

Atualmente, 72 setores da economia têm autorização para que os funcionários trabalhem aos domingos e feriados. A portaria publicada hoje inclui mais seis setores: indústria de extração de óleos vegetais e de biodiesel; indústria do vinho e de derivados de uva, indústria aeroespacial, comércio em geral, estabelecimentos destinados ao turismo em geral e serviços de manutenção aeroespacial.

De acordo com o secretário, os empregados que trabalharem aos domingos e feriados terão folgas em outros dias da semana. Marinho disse ainda que a nova norma preserva os direitos trabalhistas e que a autorização permanente facilitará a criação de empregos.

“Com mais dias de trabalho das empresas, mais pessoas serão contratadas. Esses trabalhadores terão suas folgas garantidas em outros dias da semana. Respeito à Constituição e à CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”, postou o secretário na rede social.

Setores com a autorização:

Indústria

1) Laticínios; excluídos os serviços de escritório.

2) Frio industrial, fabricação e distribuição de gelo; excluídos os serviços de escritório.

3) Purificação e distribuição de água (usinas e filtros); excluídos os serviços de escritório.

4) Produção e distribuição de energia elétrica; excluídos os serviços de escritório.

5) Produção e distribuição de gás; excluídos os serviços de escritório.

6) Serviços de esgotos, excluídos os serviços de escritórios.

7) Confecção de coroas de flores naturais.

8) Pastelaria, confeitaria e panificação em geral.

9) Indústria do malte; excluídos os serviços de escritório.

10) Indústria do cobre eletrolítico, de ferro (metalúrgica) e do vidro; excluídos os serviços de escritório.

11) Turmas de emergência nas empresas industriais, instaladoras e conservadoras de elevadores e cabos aéreos.

12) Trabalhos em curtumes; excluídos os serviços de escritório.

13) Alimentação de animais destinados à realização de pesquisas para preparo de soro e outros produtos farmacêuticos.

14) Siderurgia, fundição, forjaria, usinagem (fornos acesos permanentemente); excluídos os serviços de escritório.

15) Lubrificação e reparos do aparelhamento industrial (turma de emergência).

16) Indústria moageira; excluídos os serviços escritório.

17) Usinas de açúcar e de álcool; excluídos oficinas e escritório.

18) Indústria do papel de imprensa; excluídos os serviços de escritório.

19) Indústria de vidro; excluídos os serviços de escritório.

20) Indústria de cimento em geral; excluídos os serviços de escritório.

21) Indústria de acumuladores elétricos, porém unicamente nos setores referentes a carga de baterias, moinho e cabine elétrica; excluídos todos os demais serviços.

22) Indústria da cerveja; excluídos os serviços de escritório.

23) Indústria do refino do petróleo.

24) Indústria Petroquímica; excluídos os serviços de escritório.

25) Indústria de extração de óleos vegetais comestíveis; excluídos os serviços de escritório.

26) processamento de hortaliças, legumes e frutas.

27) indústria de extração de óleos vegetais e indústria de biodiesel, excluídos os serviços de escritório.

28) Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho, excluídos os serviços de escritório;

29) Indústria aeroespacial.

Comércio

1) Varejistas de peixe.

2) Varejistas de carnes frescas e caça.

3) Venda de pão e biscoitos.

4) Varejistas de frutas e verduras.

5) Varejistas de aves e ovos.

6) Varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário).

7) Flores e coroas.

8) Barbearias, quando funcionando em recinto fechado ou fazendo parte do complexo do estabelecimento ou atividade, mediante acordo expresso com os empregados.

9) Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis (postos de gasolina).

10) Locadores de bicicletas e similares.

11) Hotéis e similares (restaurantes, pensões, bares, cafés, confeitarias, leiterias, sorveterias e bombonerias).

12) Hospitais, clínicas, casas de saúde e ambulatórios.

13) Casas de diversões; inclusive estabelecimentos esportivos em que o ingresso seja pago.

14) Limpeza e alimentação de animais em estabelecimentos de avicultura.

15) Feiras-livres e mercados, comércio varejista de supermercados e de hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes.

16) Porteiros e cabineiros de edifícios residenciais.

17) Serviços de propaganda dominical.

18) Comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais.

19) Comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias.

20) Comércio em hotéis.

21) Agências de turismo, locadoras de veículos e embarcações.

22) Comércio em postos de combustíveis.

23) Comércio em feiras e exposições.

24) Comércio em geral.

25) Estabelecimentos destinados ao turismo em geral.

Transportes

1) Serviços portuários.

2) Navegação, inclusive escritório, unicamente para atender a serviço de navios.

3) Trânsito marítimo de passageiros; excluídos os serviços de escritório.

4) Serviço propriamente de transportes; excluídos os transportes de carga urbanos e os escritórios e oficinas, salvo as de emergência.

5) Serviço de transportes aéreos; excluídos os departamentos não ligados diretamente ao tráfego aéreo.

6) Transporte interestadual rodoviário, inclusive limpeza e lubrificação dos veículos.

7) Transporte de passageiros por elevadores e cabos aéreos.

8) Serviços de manutenção aeroespacial.

Comunicações e Publicidade

1) Empresa de comunicação telegráficas, radiotelegráficas e telefônicas; excluídos os serviços de escritório e oficinas, salvos as de emergência.

2) Empresas de radiodifusão, televisão, de jornais e revistas; excluídos os serviços de escritório.

3) Distribuidores e vendedores de jornais e revistas (bancas e ambulantes).

4) Anúncios em bondes e outros veículos (turma de emergência).

Educação e Cultura

1) Estabelecimentos de ensino (internatos); excluídos os serviços de escritório e magistério.

2) Empresas teatrais; excluídos os serviços de escritório.

3) Biblioteca; excluídos os serviços de escritório.

4) Museu; excluídos de serviços de escritório.

5) Empresas exibidoras cinematográficas; excluídos de serviços de escritório.

6) Empresa de orquestras.

7) Cultura física; excluídos de serviços de escritório.

8) Instituições de culto religioso.

Serviços Funerários

1) Estabelecimentos e entidades que executem serviços funerários.

Agricultura e Pecuária

1) Limpeza e alimentação de animais em propriedades agropecuárias.

2) Execução de serviços especificados nos itens anteriores desta relação.

3) Colheita, beneficiamento, lavagem e transporte de hortaliças, legumes e frutas.

Fonte: Brasil 247

Quase um quarto dos jovens brasileiros não estuda nem trabalha

Quase um quarto dos jovens brasileiros (23%) nem estuda nem trabalha, sde acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD contínua) sobre educação, em referência ao ano passado. O percentual é ainda mais alto na faixa etária que vai dos 18 aos 24 anos, idade em que, teoricamente, deveriam estar na universidade, chegando a 27,7%.

O levantamento também apontou que o Brasil tem 47,3 milhões de jovens, de 15 a 29 anos de idade. Do total, 13,5% estavam ocupados e estudando; 28,6% não estavam ocupados, mas estudavam; e 34,9% estavam ocupados e não estudavam.

 “Mas não chamem esses jovens de ‘nem, nem'”, pediu a pesquisadora Marina Aguas, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento (Coren) do IBGE, responsável pela apresentação da pesquisa. “O fato de nem estarem estudando, nem trabalhando não significa que sejam inúteis. Uma grande parte das mulheres, por exemplo, está ocupada com o trabalho doméstico, com o cuidado de idosos e crianças. Há questões de gênero importantes por trás dessa estatística”. Seu relato foi publicado no jornal O Estado de S.Paulo.

“É importante ressaltar que elevar a instrução e a qualificação dos jovens é uma forma de combater a expressiva desigualdade educacional do país”, sustenta a pesquisa. “Além disso, especialmente em um contexto econômico desfavorável, elevar a escolaridade dos jovens e ampliar sua qualificação pode facilitar a inserção no mercado de trabalho, reduzir empregos de baixa qualidade e a alta rotatividade.”

Fonte: Brasil 247

19 jun 2019

Trabalho estressante leva ao adoecimento

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Trabalho estressante leva ao adoecimento]

Acordar para ir ao trabalho e ter a sensação de estar indo para a forca. Exaustão, cansaços físico e mental, fadiga, falta de disposição e de apetite, má qualidade do sono, ansiedade. Se alguém se identifica com as características, é bom ligar o sinal de alerta, porque pode estar acometido pela Síndrome de Burnout. 

De acordo com a OMS, a Síndrome de Burnout se trata de um estresse crônico e esgotamento, relacionados ao ambiente de trabalho. A Organização Mundial de Saúde vai incluir a doença na próxima Classificação Internacional de Doenças (CID-11), que entra em vigor em 2022. 

A síndrome é comum em profissionais que trabalham diariamente sob pressão. É o caso dos bancários. Na busca cega por resultados cada vez mais lucrativos, os bancos impõem metas inatingíveis aos trabalhadores. O dia a dia nas agências é estressante, de sobrecarga e assédio. O resultado só pode ser o adoecimento. 

E os números assustam. O total de bancários que receberam benefícios acidentários ou previdenciários cresceu 30%, entre 2009 e 2017. Saiu de 13.297 para 17.310. Mais de 50% dos casos se referem a transtornos mentais. No período, houve elevação de 61,5%. Já as enfermidades relacionadas a lesões por esforço repetitivo, que antes ocupavam o topo da lista, tiveram avanço de 13%.


Diferenças entre Burnout, estresse e depressão 

Apesar de sintomas semelhantes, Síndrome de Burnout, estresse e depressão são problemas de saúde diferentes, conforme classifica a OMS (Organização Mundial da Saúde). 
A Síndrome de Burnout é consequência do estresse crônico e tem ligação direta com o ambiente laboral. O transtorno se desenvolve de forma gradual em função de desajustes entre o trabalho e a pessoa. Carga horária exaustiva, conflitos, falta de autonomia ou excesso de responsabilidades são alguns dos fatores que podem desencadear a doença. 

Já a depressão é uma doença psiquiátrica crônica, que pode afetar indivíduos de todas as idades. Predisposição genética e eventos traumáticos estão entre os fatores que contribuem para o aparecimento da doença. 

O estresse, por sua vez, é a forma como o corpo reage às situações de grande esforço emocional e também pode atingir pessoas de todas as idades. As causas variam, mas podem ser em função de conflitos no ambiente familiar, problemas de saúde, dificuldade no trabalho e em relacionamentos, por exemplo.

19 jun 2019

Brasil é o país com mais ansiosos no mundo

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria
[Brasil é o país com mais ansiosos no mundo ]

No Brasil, 18,6 milhões de pessoas, ou 9,3% da população, sofrem de ansiedade, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). É o país com o maior número de indivíduos que sofrem com o transtorno no mundo. 

Entre os sintomas da ansiedade, a dificuldade de concentração, problemas no sono e preocupação excessiva. A depender do caso, o quadro pode piorar avançar para o depressivo, que pode desencadear alterações no humor, como apatia, solidão, tristeza, além do isolamento social e dores sem justificativa física.

Fonte: O Bancário

O mercado de trabalho brasileiro vai de mal a pior, registrando o crescimento diário do número de pessoas que estão desocupadas há mais de dois anos, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado nesta terça-feira (18).

“Se, no primeiro trimestre de 2015, 17,4% dos desocupados estavam nessa situação [desempregados há mais de dois anos], no mesmo período de 2019, este porcentual avançou para 24,8%, o que corresponde a 3,3 milhões de pessoas”, aponta o Instituto.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2015, os grupos que apresentaram maior incremento nas suas populações desocupadas há mais de dois anos foram os homens, os trabalhadores mais jovens e os com ensino médio completo, cujas proporções saltaram de 11,3%, 15% e 18,5%, respectivamente, para 20,3%, 23,6% e 27,4%, no período

“No caso dos trabalhadores mais jovens, este resultado acaba por corroborar um cenário de emprego ainda mais adverso, que combina desemprego elevado (27,3%), baixo crescimento da ocupação (0,4%) e queda de rendimento real (-0,8%)”, explicou o órgão.

As estatísticas reunidas pelo Ipea sugerem que o problema se agravou com a recessão e o golpe de 2018, que congelou os gastos públicos e promoveu uma reforma trabalhista regressiva. A parcela de pessoas desocupadas há mais de dois anos entre os primeiros trimestres de 2015 e 2019 cresceu 42,4%.

No mesmo período houve um avanço igualmente notável da precarização, com o número de trabalhadores na informalidade superando o daqueles que têm carteira assinada. Ocorreu o contrário do que os defensores da reforma trabalhista imposta por Temer alardearam. A política ultraliberal da dupla Bolsonaro/Guedes está ampliando o desastre e conduzindo o Brasil no caminho de uma nova recessão. Quem paga a conta é o povo trabalhador.

Fonte: Portal CTB