20 jun 2018

CTB entrega agenda prioritária no Congresso

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

As centrais sindicais, inclusive a CTB, lançam, nesta quarta-feira (20/06), no Congresso Nacional, a Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora para o Brasil. O documento contem 22 diretrizes para reconduzir o país ao caminho do crescimento.

Os sindicalistas se reúnem às 11h, com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e às 15h, com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

A agenda inclui o pedido de revogação da reforma trabalhista, da lei da terceirização e da Emenda Constitucional 95, que congelou os gastos públicos por 20 anos.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Brasil é o segundo com pior mobilidade social

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

No Brasil, a mobilidade social é um problema grave. As famílias brasileiras levariam nove gerações para alcançar a renda média do país. Além disso, mais de um terço das pessoas que nascem entre os 20% mais pobres segue na base da pirâmide, apenas 7% consegue chegar ao segmento dos 20% mais ricos.

No Estudo sobre Mobilidade Social, divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Brasil aparece na segunda pior posição na comparação com outras 29 nações analisadas.

Um dos fatores que influenciam negativamente é a estrutura econômica desigual. Há uma distância longa entre o segmento mais pobre e o mais rico. Além disso, a qualidade da educação brasileira é baixa, e tende a piorar depois dos cortes de gastos na área feitos pelo governo neoliberal.

Outro ponto que impede o avanço da mobilidade social é a estrutura tributária, que retira a renda dos pobres e permite que os mais ricos continuem beneficiados e no topo da pirâmide.

Fonte: O Bancário
20 jun 2018

Selic e as incertezas políticas mantêm juros altos

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O cenário de juros que parecia começar a melhorar com as quedas da Selic desacelerou em função das incertezas políticas e da pressão externa. A chance real do brasileiro sentir no bolso uma redução efetiva dos juros desapareceu. A taxa do cheque especial bate na casa dos 320,96% ao ano e do cartão de crédito, 331,57%.

O Banco Central diz se movimentar para baixar linhas como do cartão de crédito e do cheque especial, mas nada ainda foi definido. Um dos pontos que paralisa a redução de juros é a inadimplência. No Brasil, o número de pessoas com dívidas chega a 61,7 milhões, segundo dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

É um dos efeitos da reforma trabalhista. A nova legislação retira direitos, achata salários, obriga o trabalhador a migrar para a informalidade. Tem também o desemprego elevado, consequência da política de austeridade do governo Temer.

Tudo isso retira a capacidade de pagar dívidas adquiridas. Um verdadeiro efeito dominó que impede o país de avançar. Vale destacar que o Brasil é o primeiro do ranking de 40 países com juros mais altos, de acordo com levantamento da Infinity Asset Management.

Fonte: O Bancário

Enquanto os brasileiros voltam a atenção para a Copa do Mundo da Rússia, a base governista se aproveita para barbarizar e votar tudo o que pode sem alarde. O plenário da Câmara Federal está prestes a votar projeto que autoriza a Petrobras negociar ou transferir parte dos direitos de exploração do pré-sal na área cedida pela União.

A legislação atual concede exclusividade à Petrobras nas atividades de pesquisa e exploração de gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos nessas áreas e proíbe expressamente a transferência dos direitos.

Mas, a lei que evita o entreguismo está prestes a perder os efeitos caso o projeto de lei 8939/2017, do deputado baiano José Carlos Aleluia (DEM-) seja votado e aprovado nesta terça-feira (19/06). Mais uma pauta da agenda neoliberal.

Áreas de exclusividade da nação vão entrar na baia de negociata do governo golpista. Temer usa os tesouros nacionais como moeda de troca com o capital estrangeiro, sobretudo, o norte-americano.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Privatização da Caixa é muito ruim para o país

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Na mira de Michel Temer desde o golpe de 2016, a Caixa 100% pública sofre ameaças. A instituição está sendo preparada para ser privatizada e a notícia preocupa. Sem se importar com os prejuízos para a sociedade, o governo quer entregar o patrimônio nacional ao grande capital de qualquer forma.

Para os empregados dos bancos públicos, a venda reflete de forma extremamente negativa. Entre dezembro de 2015 e abril de 2018, o Banco do Brasil e a Caixa fecharam, juntos, 693 agências. A redução no quadro de pessoal foi de 11% no período, através de programas de demissão voluntária (PDV) e outras medidas.

Ao longo dos 157 anos, a Caixa garante diversos benefícios à população e cumpre papel social de excelência. O ataque refletirá no financiamento de habitações de baixo custo, por exemplo, aos mais carentes. Política que não é e nem será seguida pela rede privada, que só visa o lucro alto.

Após o golpe de 2016, a mudança na política da instituição foi visível. E a população começou a sentir o peso no bolso. A taxa de juros registrada na Caixa entre 25 de maio e 1º de junho deste ano foi de 2,02% para crédito pessoal consignado. A mais alta se comparado aos outros quatro maiores bancos do país.

Com a privatização, a extinção dos programas sociais fica ainda mais próxima. O banco é responsável pela gestão do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), pelo seguro-desemprego, além de ter destaque no financiamento de programas sociais federais, como o Fies, o Minha Casa Minha Vida e o Bolsa Família, iniciativa que atende a 13 milhões de brasileiros.

Segundo economistas, a venda da Caixa pode provocar um efeito em cadeia em diferentes áreas, transformando o governo em um mero regulador das ações realizadas pelo mercado dentro de uma ótica privatista. Além de deixar o setor imobiliário brasileiro mais vulnerável às políticas de lucro da rede privada.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Ação popular pede queda do gás de cozinha

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A população sentiu na pele os prejuízos em decorrência da política de preços do gás de cozinha endossada por Temer e por Pedro Parente. Com os constantes aumentos do botijão, pelo menos um milhão de famílias voltou a usar fogão a lenha para cozinhar.

Inclusive, parlamentares ingressaram com ação popular na Justiça em Brasília com a intenção de reverter os problemas relacionados aos preços do produto.

No texto, foi solicitada que a política de preços internacionais de ciclos curtos, adotada pela Petrobras para o gás de cozinha seja decretada nula. Além de pedir que a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) preste informações e esclarecimentos sobre a política de preços do GLP adotada pela estatal.

Pela ação popular, seria determinada a redução do preço do botijão que foi estipulado em percentual superior à inflação desde o primeiro semestre de 2016. Com o objetivo de cumprir os propósitos constitucionais de resguardo da soberania nacional, redução de desigualdade e proteção do consumidor, a Petrobras voltaria a adotar a política de ciclos longos que havia utilizado anteriormente.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Negro jovem é o alvo dos homicídios no Brasil

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A população negra continua sendo o principal alvo de assassinatos no país. Em 2016, foram registrados 62.517 homicídios. O número é 30 vezes maior do que a Europa. No intervalo de 10 anos (2006 e 2016) foram 553 mil homicídios, mais do que o número de mortos na guerra da Síria.

Os jovens negros – entre 15 e 29 anos – são as principais vítimas. Entre essa parcela da população o índice cresceu 23% no período, conforme consta no Atlas da Violência, lançado pelo Ipea (Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Quando analisados o gênero e todas as faixas etárias, a taxa de homicídios entre a população negra também revela elevação de 23%, enquanto que a de não negros caiu 6,8%.

O Nordeste registra o maior índice de assassinados. Sergipe é o primeiro da lista, com 79 homicídios para cada 100 mil habitantes. Depois aparecem Rio Grande do Norte, 70,5 a cada 100 mil pessoas, e Alagoas, com 69,7 assassinados para cada 100 mil habitantes. A pesquisa destaca que o controle de armas ilegais como ação central para reduzir o alto índice de homicídios.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Número de obesos estagna, mas ainda preocupa

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A explosão dos casos de obesidade começa a desacelerar segundo dados do Ministério da Saúde. De 2015 para 2017, o número perdeu força, mas ainda está bem acima do registrado na última década. No total, 18,9% da população acima dos 18 anos das capitais brasileiras é obesa.

O índice é 60,2% maior do que o obtido em 2006, quando a primeira pesquisa foi realizada. Naquele ano, 11,8% dos brasileiros adultos estavam com o IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 30.

Há três anos, segundo os dados, 53,9% da população estava acima do peso. No dado mais recente, são 54%. Índice estável. A pessoa que está acima do peso está com o IMC entre 25 e 30. Acima disso, é considerado obeso.

Apesar da estabilidade, algumas medidas são consideradas cruciais, como as mudanças nas regras de rótulos de alimentos, para que a população possa fazer escolhas mais conscientes e políticas que permitam maior acesso a frutas e hortaliças.

O Ministério da Saúde recomenda que se faça o uso de, pelo menos, cinco porções de frutas e hortaliças por semana. O consumo da população de 18 a 24 anos subiu 25%. Mesmo assim, apenas 19,63% consomem esses alimentos com a frequência recomendada. Um fato curioso é que, esse hábito muda ao passar dos anos. Na faixa etária dos 65 anos, 26,9% fazem uso na proporção recomendada.

A população também passou a se exercitar mais, revela o estudo. Houve um aumento de 24% das pessoas que fazem atividade física de forma leve ou moderada.

Outra mudança significativa foi a redução do consumo de refrigerantes e bebidas adoçadas. E por mais que os jovens consumam mais essas bebidas, foram eles os que mais reduziram o uso. Na faixa entre 18 e 24 anos, 22,8% fazem uso regularmente, mas 44,17% apresentaram uma redução do consumo.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Bancários negociam com a Fenaban no dia 28

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Faltam nove dias para a primeira rodada de negociações com a Fenaban. No dia 28 de junho, Comando Nacional dos Bancários e Federação Nacional dos Bancos começam as discussões sobre a pauta de reivindicações, entregue no último dia 13. logo de início vai cobrar que o pré-acordo sobre a ultratividade seja assinado.

Entre as prioridades da categoria neste ano, a manutenção dos direitos garantidos na CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), como a jornada de trabalho de seis horas, o descanso remunerado nos fins de semana, PLR, licença-maternidade de seis meses, cesta-alimentação e os vales refeição e alimentação.

A minuta reivindica ainda garantia de empregos e ampliação do quadro pessoal, além de melhorias nas condições de trabalho, atenção especial à saúde, com a implantação de medidas preventivas e investimento em segurança. A defesa da democracia e das estatais, sob forte ataque da política neoliberal completam a lista das prioridades.

Além da Fenaban, o BNB também marcou a primeira rodada de negociações. Será no dia 27. Apenas BB e Caixa ainda não se manifestaram, o que mostra o descaso com que o governo Temer trata as demandas dos funcionários que tem entre as prioridades, a anulação dos efeitos da resolução 23 da CGPAR, que compromete os planos de saúde das estatais.

Fonte: O Bancário

20 jun 2018

Todos de branco em defesa do Saúde Caixa

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

De branco, pelo Saúde Caixa, os empregados fazem mobilização nesta quarta-feira (20/06), 12h, no edifício 2 de Julho, Paralela, em defesa da política de assistência médica da categoria, hoje ameaçada pelas medidas do governo e da instituição financeira.

Para reduzir as despesas dos planos de saúde dos trabalhadores das estatais, governo e banco encarecem o Saúde Caixa para os funcionários e torna-o excludente.

A alteração do Estatuto da Caixa e as resoluções governamentais propõem um limite correspondente a 6,5% da folha de pagamento para a participação da empresa nas despesas com assistência à saúde dos bancários. As regras ainda limitam a adesão de dependentes, excluem os aposentados e permitem prazos de carência. Só retrocessos.

A mobilização dos empregados deve ser intensa. No próximo dia 28, será realizado o Seminário em Defesa dos Planos de Saúde de Autogestão das Empresas Estatais, em Brasília, com participação de diversas entidades.

Projeto

No site da Câmara Federal, está disponível enquete sobre o Projeto de Decreto Legislativo (PDC 956/2018), de autoria da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), cujo intuito é suspender a resolução da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União), que determina as alterações no Saúde Caixa. Para responder, clique aqui:https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2176886.

Fonte: O Bancário