16 out 2018

Trabalho informal não garante benefícios no país

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

É preciso bastante coragem para encarar a informalidade do Brasil. O autônomo precisa faturar o dobro para manter o mesmo salário, padrão e benefícios equivalentes ao de um empregado CLT.

O trabalhador informal deve ganhar R$ 10.519,76 para tentar equiparar aos benefícios que não possuem garantidos na carteira assinada em relação àquele que ganha em média R$ 5.148,00 formalmente. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A crise econômica empurrou mais de 12,5 milhões de brasileiros para o desemprego e outros 37 milhões para atividades como trabalho por conta própria e emprego sem carteira, aponta o IBGE.

Os dados não deixam dúvidas. Os ganhos do trabalho informal é uma ilusão. No fim das contas, o dinheiro não dá para pagar plano de saúde, odontológico, lazer ou segurança. Apenas para o básico. Triste realidade.

Fonte: O Bancário

16 out 2018

Boleto vencido pode ser pago em qualquer banco

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

Os boletos com valor a partir de R$ 100,00, ainda que vencidos, já podem ser pagos em qualquer banco. A medida integra a nova plataforma de cobrança da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que teve início em julho de 2017.

Mas, o cliente precisa atentar. Para o documento ser aceito pela rede bancária, em qualquer canal de atendimento, é necessário que os dados do boleto estejam registrados na plataforma.

As alterações têm sido feitas aos poucos. Os boletos a partir de R$ 0,01 serão incluídos no dia 27 de outubro. Para cartão de crédito, doações, entre outros, a data de início é 10 de novembro.

Segundo a Febraban, a nova plataforma, que é fruto de uma exigência do Banco Central, traz mais segurança para a compensação de boletos, com possibilidade de identificação de tentativas de fraude, e evita o pagamento em duplicidade de algum boleto já pago.

Fonte: O Bancário

Em nota, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) denuncia a escalada autoritária que assola o Brasil. Confira o texto na íntegra:

Democracia e liberdade contra a violência e o ódio

Nesta Semana Nacional de Luta pela Democratização da Comunicação, que vai de 15 a 21 de outubro, o FNDC levanta as bandeiras da democracia e da liberdade contra a violência e o ódio.

Nossa liberdade está em perigo. A liberdade de expressão, de manifestação, de pensamento. A imprensa livre está em perigo. A democracia está em xeque. E quem ameaça nossos direitos fundamentais, hoje, é o candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro.

Ele representa a censura, a violência e o ódio. Ele e seus seguidores querem intimidar jornalistas, artistas e todos os que, segundo sua perspectiva, tenham ideologia de esquerda. Bolsonaro já afirmou que, combater a ideologia de esquerda é mais importante do que combater a corrupção.

Essas afirmações e a prática de Bolsonaro se alinham com posturas autoritárias e de censura, que o Brasil viveu no passado recente, durante a ditadura militar.

Sua campanha se construiu com base na mentira e no medo. Uma verdadeira fábrica de desinformação está a serviço da campanha de Bolsonaro, para interferir na decisão das pessoas com base na intimidação. Fotos e vídeos são alterados, notícias mentirosas são espalhadas numa verdadeira avalanche de preconceito que está extrapolando o ambiente da internet e se transformando em violência nas ruas.

Em um país envenenado pelo ódio, cego pela criminalização da política, a vitória de um homem violento e que propõe armar as pessoas pode levar o país ao abismo.

E num Brasil governado por Bolsonaro não haverá nem democracia, nem liberdade e muito menos possibilidade de se construir uma comunicação mais democrática.

Há 30 anos, o país se orgulhava de promulgar a Constituição Cidadã, um conjunto de princípios, diretrizes e regras a partir do qual a sociedade brasileira iria reconstruir sua democracia, promover políticas de redução das desigualdades, e construir um ambiente para que as futuras gerações crescessem em liberdade.

Entre muitas coisas, o país deixava para trás a perseguição política, para garantir a liberdade de pensamento, acabava com a censura que calou a imprensa, as artes e as manifestações, afirmava a igualdade e reconhecia as diferenças, para que o Brasil pudesse desenvolver políticas de superação dos preconceitos.

Infelizmente, nestes 30 anos, o país não aplicou políticas que garantissem a pluralidade e diversidade na mídia, como previsto na Constituição. Mantivemos um oligopólio privado, controlado em alguns lugares de forma direta por interesses políticos (com políticos donos de emissoras de rádio e televisão), ou por Igrejas.

Não garantimos a criação de um campo público de comunicação forte e robusto para dar voz e visibilidade à pluralidade cultural do país, para que o povo pudesse ter espaço para debater temas que não dão lucro para as empresas privadas de mídia, mas que são assuntos essenciais para construir a cidadania.

Essa falta de pluralidade foi se aprofundando, até chegamos num ponto em que, nos últimos anos, a mídia instituiu um monólogo de poderosos, pregando dia e noite para defender seus interesses econômicos, promovendo a criminalização da política de forma seletiva, para tentar alterar os rumos do país. Por não terem sucesso nas urnas, insuflaram o ódio que pavimentou uma ruptura institucional, que dividiu o Brasil em dois. Foi a mídia hegemônica que construiu a narrativa da divisão, entre coxinhas e mortadelas, entre a família e os militantes.

O resultado disso é o acirramento da polarização que abriu o caminho para o ressurgimento daquilo que há 30 anos nós acreditávamos ter derrotado: o ódio e a violência como instrumentos da política.

Não vamos transigir na defesa da Comunicação Democrática, instrumento essencial para que exista diálogo e democracia.

Por tudo isso, o FNDC manifesta seu apoio à candidatura de Fernando Haddad, única capaz de garantir um ambiente de respeito às diferenças, candidatura essa que se manifestou publicamente em defesa de uma comunicação mais democrática e com a pauta do FNDC.

Vamos às ruas, na Semana de Democom, para lutar pela democracia, pela comunicação e pela liberdade.

Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC)

Fonte: Portal Vermelho via Feebbase

Segundo levantamento realizado pela ONG Repórter Brasil, pelo menos 142 candidatos nestas eleições receberam doações de fazendeiros, sócios e administradores de empresas que estão incluídos na lista suja do Ministério do Trabalho (acesse a lista na íntegra aqui).

O total de doações chega a R$ 10,7 milhões e, entre os políticos financiados está o governador eleito por Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), líder da Frente Parlamentar da Agropecuária, a chamada “bancada ruralista”, Ratinho Jr., eleito para o governo do Paraná, e Mauro Carlesse, reeleito para o governo de Tocantins.

Também receberam dinheiro de autuados por trabalho escravo as candidaturas aos governos de São Paulo e Minas Gerais: Paulo Skaf (MDB), que não foi ao segundo turno, e Antonio Anastasia (PSDB), que ainda está na disputa pelo governo mineiro.

Há outros nomes, como o ex-presidenciável Álvaro Dias (Podemos) e o coordenador de campanha de Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal candidato à reeleição Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para ser o ministro-chefe da Casa Civil caso o candidato seja eleito.

Para o sindicalista Rogério Nunes, dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a doação de empresários que mantêm ou mantiveram trabalhadores em condições análogas à escravidão para parlamentares ou candidatos a cargos no executivo é grave e deve ser denunciada.

“A CTB tem muito claro que este tipo de doação é prejudicial à luta geral dos trabalhadores e trabalhadoras. Denunciamos esta prática porque estes candidatos, chegando ao Congresso ou ao executivo, ficam devendo favores a estes empresários. E o trabalho escravo desrespeita leis básicas, já aprovadas no Brasil, como a Constituição Cidadã, de 1988, que garantiu direitos para todos, no campo e na cidade, a Consolidação das Leis de Trabalho, de 1943, que regulamentou todas as relações de trabalho, e também podemos resgatar a própria Lei Áurea, do século XIX. Ou seja, atropela todos os marcos regulatórios históricos, fundamentais, e causa danos irreparáveis ao ser humano. Precisamos avançar”, diz o dirigente.

Segundo a Repórter Brasil, o levantamento foi feito a partir do Ruralômetro, ferramenta desenvolvida pela ONG, e considerou os doadores divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral até o dia 1º de outubro. A relação foi cruzada com  todas as “listas sujas” do trabalho escravo, cadastro divulgado pelo Ministério do Trabalho desde 2003 com a relação das empresas e pessoas que foram flagradas cometendo o crime.

Confira quem são os políticos que receberam doações de autuados por trabalho escravo aqui

Entre os doadores autuados estão Rubens Ometto Silveira Mello, fundador e presidente do conselho de administração do Grupo Cosan, da área de agronegócios, que fez doações a Ronaldo Caiado, entre outros, e foi o maior doador individual desta campanha. Rubens Menin, fundador e presidente do conselho da empresa, a construtura MRV Engenharia, também fez generosas doações. O levantamento lista diversos outros empresários autuados que doaram para campanhas políticas.

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, Maurício Krespsky Fagundes, destaca que antes de entrar na lista suja os empregadores têm direito de se defenderem em duas instâncias administrativas no Ministério do Trabalho. “É oferecido amplo direito de contraditório e defesa do empregador”, destaca Fagundes.

Os empregadores envolvidos permanecem por dois anos na relação. Caso façam um acordo com o governo, o nome fica em uma “lista de observação” e pode sair depois de um ano, se os compromissos foram cumpridos.

Quatro elementos definem a escravidão contemporânea no Brasil hoje. O trabalho forçado, que cerceia o direito de ir e vir, é apenas um deles. Há ainda a condição degradante, a jornada exaustiva e a servidão por dívida, quando a pessoa precisa continuar trabalhando para pagar dívidas com o patrão.

Fonte:  Portal CTB com Repórter Brasil 

16 out 2018

Outubro Rosa na Bahia terá 20 mil mamografias

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

“Câncer de mama: Vamos falar sobre isso?” foi o tema escolhido pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), uma das maiores referências em câncer de mama no Brasil, para o Outubro Rosa 2018. A ação anual tem por objetivo conscientizar a população para importância do diagnóstico precoce por meio do autoexame, para que as chances de cura sejam maiores.

Na sua 8º adesão à campanha, o INCA tem por objetivo fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento e o diagnóstico precoce e ainda desmistificar conceitos da população em relação a doença.

Além de mamografias gratuitas, as ações de conscientização incluem palestras, iluminação de monumentos, caminhadas e intervenções culturais já acontecem por todo o país, num esforço conjunto entre o Poder Público e entidades ligadas a causa, cientes da necessidade de reduzir os índices que colocam o Brasil como primeiro lugar em número de casos no mundo.

Na Bahia, como parte da campanha, a Secretaria de Saúde tem por meta realizar 20 mil mamografias, encaminhar as mulheres que precisam dar início ao tratamento e dar celeridade às cirurgias de reconstrução de mama para as pacientes no fim dos procedimentos. Em Salvador, o Elevador Lacerda ganhará uma faixa rosa de 40 metros.

Por Rafael Santos

Fonte: Feebbase

O Ministério do Trabalho divulgou no último dia 5 uma versão atualizada da chamada “lista suja” do trabalho escravo, em que denuncia 209 empresas pela prática do crime. De acordo com o documento, entre 2005 e este ano, 2.879 funcionários foram submetidos por seus empregadores a exercer atividades laborativas sob condições degradantes e desumanas.

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), Maurício Krepsky Fagundes, destaca que a lista traz 50 nomes que não figuravam no cadastro anterior.

São características comuns às vítimas: baixa escolaridade e o fato de estarem inseridas em bolsões de pobreza

Ainda segundo ele, pela primeira vez na série histórica, iniciada em 2005, um empregador doméstico foi reportado como infrator. “Esse é o primeiro resgate [do tipo]. De lá pra cá, teve o caso de uma senhora submetida [a um trabalho análogo à escravidão] há mais de 40 anos, no interior da Bahia e um caso em Roraima também. Esses [dois últimos] estão com processos ainda pendentes”, afirmou.

Entre as companhias flagradas pelas equipes de auditores fiscais do trabalho encontram-se a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S.A, fabricante da Coca-Cola, e o grupo empresarial do setor têxtil Via Veneto, detentor de marcas de grife como a Brooksfield e a Harry’s e que possui uma rede de lojas presente em todo o país.

Em mensagem encaminhada por e-mail, a Coca-Cola afirma que a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S.A. já adotou as medidas judiciais cabíveis e que a companhia segue acordo coletivo, regulando a carga horária e o pagamento de remuneração extra. Na nota, a empresa assinala, ainda, que adota um plano de otimização de processos, com o objetivo de ajustar a duração do período de trabalho dos colaboradores responsáveis pela distribuição dos produtos.

“Ressalta ainda que sempre operou com responsabilidade social, comprometida com a qualidade de vida e bem-estar de seus colaboradores, oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitam a legislação vigente. Sua atuação é e sempre foi pautada no cumprimento rigoroso das leis trabalhistas e das políticas de direitos humanos vigentes”, completa.

A Agência Brasil também buscou ouvir o grupo Via Veneto, mas não obteve retorno.

Segundo Fagundes, a nova lista traz tanto empregadores do espaço urbano como da zona rural. Ainda segundo ele, somente a lista com dados de 2018 consolidados, divulgada no final do ano, permitirá uma análise mais detalhada sobre o perfil das vítimas.

Ele ressalta, porém, que o governo federal já identifica como características comuns às vítimas: a baixa escolaridade e o fato de estarem inseridas em bolsões de pobreza. “Já é um caráter histórico”, disse.

A lista divulgada hoje reúne processos administrativos encerrados, ou seja, quando o empregador já foi ouvido e teve direito a se defender das acusações em duas instâncias administrativas.

Trabalho escravo

A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada – quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho - desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas. Também é passível de denúncia qualquer caso em que o funcionário seja vigiado constantemente, de forma ostensiva, por seu patrão.

De acordo com a Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), jornada exaustiva é todo expediente que, por circunstâncias de intensidade, frequência ou desgaste, cause prejuízos à saúde física ou mental do trabalhador, que, vulnerável, tem sua vontade anulada e sua dignidade atingida. Já as condições degradantes de trabalho são aquelas em que o desprezo à dignidade da pessoa humana se instaura pela violação de direitos fundamentais do trabalhador, em especial os referentes a higiene, saúde, segurança, moradia, repouso, alimentação ou outros relacionados a direitos da personalidade.

Outra forma de escravidão contemporânea reconhecida no Brasil é a servidão por dívida, que ocorre quando o funcionário tem seu deslocamento restrito pelo empregador sob alegação de que deve liquidar determinada quantia de dinheiro.

Pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicada no ano passado, elaborada em conjunto com a Fundação Walk Free, revela que, no mundo todo, cerca de 25 milhões de pessoas foram vítimas de trabalhos forçados, em 2016.

O Ministério Público do Trabalho disponibiliza, em seu site, um canal para registro de denúncias de crimes que atentem contra os direitos dos trabalhadores. A notificação pode ser feita de forma anônima.

Fonte: Agência Brasil via Portal CTB

16 out 2018

Milhões de pessoas voltam à miséria no Brasil

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

O Brasil vinha reduzindo a fome desde 2000. Mas em apenas um ano, de 2016 para 2017, o cenário mudou e o país caiu 13 posições no Índice Global da Fome, de acordo com a Ação Agrária Alemã. O ranking conta com 119 países e o Brasil está na 31ª colocação.

Até 2015, o país tinha tirado mais de 36 milhões de pessoas da extrema pobreza, o que significa que milhões de famílias passaram a fazer três refeições por dia. Mas, a partir de 2016, com a política de austeridade, a situação piorou.

Segundo os dados, mais de 52 milhões de pessoas foram jogadas na extrema pobreza. Entre 2015 e 2016, foi interrompido o processo de redução da pobreza. De 2003 a 2014, o percentual de pessoas vivendo na miséria caiu de 41,7% para 17,9%.

Das 821 milhões que passam fome no mundo, cerca de 124 milhões sofrem de fome aguda, informa a Ação Agrária Alemã. O número representa um aumento expressivo em relação aos 80 milhões computados há dois anos. O cenário ruim é reflexo do avanço das extremas direitas e das políticas neoliberais no mundo e principalmente na América Latina.

Fonte: O Bancário

Em função de nossas responsabilidades com a defesa da Saúde e da Vida fazemos um alerta a respeito dos graves riscos que pairam sobre a nossa recente democracia e ao conjunto dos direitos do Povo Brasileiro. Em segundo turno das eleições presidenciais temos dois CAMINHOS, que são apresentados à sociedade brasileira. Cabe-nos neste momento denunciar que, um destes projetos despreza a democracia e apresenta orientação discriminatória, quando propõe abertamente a segregação e até o extermínio de povos e de parcelas da população, que são excluídas do que consideram como “cidadão do bem”.

No mesmo rumo de Temer, este projeto trata a saúde e a educação como negócios lucrativos e que, não devem ser questões de Estado. Apresenta compromisso com interesses econômicos privados e estrangeiros, em detrimento dos interesses do povo e da nação brasileira. Propõe uma agenda de abertura total, para satisfazer o uso e aplicação de agrotóxicos e a privatização das fontes de Energia e Minérios, o que levará a um encarecimento dos serviços básicos de água, luz, gás, dentre outros.

Um projeto com características nitidamente racista, misógino e machista, que é apoiado e financiando pelos interesses econômicos ligados ao mercado financeiro nacional e internacional e que se coloca contra os Direitos ao Trabalho e ao Emprego, à Educação e Saúde para todos. Não defendem a Segurança Alimentar da população e Propõe o fim dos Programas de Proteção Social às famílias, tais como, o SAMU, Saúde da Família, Brasil Sorridente e o Programa Mais Médicos.

Alertamos, ainda, que o uso da violência, do ódio, da intolerância, como armas políticas é capaz de afastar amigos, dividir famílias e provocar doenças, mortes e infelicidade. É visível o aumento do numero de casos e tentativas de suicídio, de mortes de mulheres, jovens negros e lgbti. Conclamamos a todos trabalhadores e trabalhadoras da saúde e usuários e usuárias do SUS a não aceitarem este caminho, que irá fragilizar ainda mais a nossa saúde pública, além de retirar direitos e conquistas sociais importantes como o férias, Décimo Terceiro e Aposentadoria, em particular dos trabalhadores e das trabalhadoras que atuam nos serviços públicos, assim como, para as mulheres e a juventude.

O outro Caminho é representado pela defesa da Vida, com mais liberdade e dignidade de viver, em harmonia, com democracia e participação, com Trabalho, Emprego e Saúde, com a retomada da economia com a garantia de direitos e com a revogação das medidas antidemocráticas do Temer como a Emenda Constitucional, EC- 95 (que limita os investimentos em saúde e políticas sociais) e que somente retirou direitos do povo trabalhador. A defesa da vida é o primeiro valor da humanidade, que diferencia o ser humano das demais espécies. Quem defende o SUS e a Saúde Pública de qualidade defende a vida!

DEFENDER A SAÚDE E O SUS É DEFENDER A VIDA!

Entidades, Movimentos Sociais e Fóruns do Controle do SUS

 Fonte: Portal CTB

16 out 2018

Mobilização contra o avanço do neofascismo

Autor: riccardus | Categoria: Sem categoria

A democracia corre um sério risco na eleição presidenciável deste ano. Um dos candidatos defende com veemência a tortura, invocando como maior ídolo um dos piores torturadores da história do país. É necessário uma mobilização para que o neofascismo seja derrotado nas urnas. Pensando nisso, o Grupo Tortura Nuca Mais promove, a partir desta terça (16/10), a Frente em Defesa da Democracia. A iniciativa tem apoio do Sindicato dos Bancários da Bahia.

Com intuito de debater sobre a situação política do país, os membros do Grupo ocupam a frente da sede do Sindicato, distribuindo panfletos, com som, a fim de esclarecer os riscos e perdas que a democracia corre com Bolsonaro.

Além disso, é necessário debater sobre a onda de violência que acontece no país após o 1º turno das eleições, onde pessoas que se identificam com as idéias do candidato da extrema direita não aceitam a opinião contrária e partem para agressão física.

A idéia surgiu a partir de jovens universitários que se mobilizaram em pensar estratégias de conscientizar pessoas sobre plano de governo e que riscos correm a democracia.

Diva Santana, membro do Grupo Tortura Nunca Mais, argumenta que é necessário informar aos cidadãos, corpo a corpo, o que propõe cada candidato, além de lembrar dos ganhos que o país teve nos governo Lula e Dilma.

Fonte: O Bancário

Após declarar formalmente seu apoio a Fernando Haddad para presidência da República, as centrais sindicais entregaram ao candidato um manifesto explicando, ponto por ponto, porque a eleição de Haddad é melhor para a classe trabalhadora brasileira.

Leia abaixo o manifesto:

Em 28 de outubro teremos uma eleição decisiva para o futuro da classe trabalhadora brasileira. De um lado, Fernando Haddad, um candidato comprometido com a democracia, os direitos sociais e a soberania nacional. Do outro, um candidato que encarna o autoritarismo, a desnacionalização da economia e a extinção de direitos sociais e trabalhistas, com conseqüências diretas na vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, como desemprego, a precarização do trabalho, redução de direitos e de qualidade de vida.

Jair Bolsonaro defende os interesses de grandes corporações nacionais e estrangeiras, seu projeto prioriza o mercado financeiro sobre qualquer outro setor da sociedade. Sua intenção de supressão dos direitos dos trabalhadores é tão flagrante que o candidato afirmou que, se eleito, vai criar uma nova carteira de trabalho em contraposição à atual. Com esta fantasiosa carteira, o empregado não terá nenhum direito previsto na CLT.

O programa de Haddad está em sintonia com os interesses da nação e do nosso povo. Propõe a revogação da reforma trabalhista e da Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos públicos. Propõe a retomada do desenvolvimento e crescimento econômico, com distribuição de renda, inclusão e justiça social e redução do desemprego. Defende o fortalecimento e a valorização da agricultura familiar e do salário mínimo, combate à precarização do mercado de trabalho, a democratização dos meios de comunicação e uma política externa soberana.

Haddad está comprometido com a valorização das estatais, das empresas e bancos públicos, redução dos juros, isenção do Imposto de Renda para trabalhadores e trabalhadoras que ganham até cinco salários mínimos e de impostos para os mais pobres, manutenção da Previdência Social como política pública e a valorização das aposentadorias. O fim das privatizações e a valorização de todo o setor energético, com a conseqüente redução das tarifas de combustíveis, luz e gás, também são compromissos já firmados. Há uma massa de trabalhadores, desempregados e desalentados, sendo iludida pelo canto de sereia, desorientada pela profusão de notícias falsas e disseminação do ódio. Por isto, conclamamos à reflexão pela democracia e por um futuro melhor para todos e todas.

Fernando Haddad personifica a democracia e a possibilidade de lutarmos por mudanças que o povo reclama e anseia, educação e saúde pública de qualidade para toda a população, moradia, segurança, democracia, soberania e bem-estar social. Haddad colocará o povo brasileiro em primeiro lugar. Por todas essas razões, as centrais sindicais brasileiras estão unidas neste segundo turno com Fernando Haddad e, com a convicção de que Haddad é o melhor candidato, conclama a classe trabalhadora e o povo brasileiro a participar da campanha e votar para eleger Haddad o próximo presidente do Brasil. Somente juntos conseguiremos defender a democracia, a soberania nacional e a valorização da classe trabalhadora.

Manifesto assinado pelos presidentes das Centrais Sindicais

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores – CUT
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores – UGT
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
José Avelino Pereira (Chinelo), presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB 
José Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST
Edson Índio, secretário-geral da Intersindical

Fonte: Portal CTB